10/02/2026 20:23

Bolsonaro é denunciado por fraude nos EUA

O cerco se fecha cada vez mais para Jair Bolsonaro, que está nos EUA desde 30 de dezembro de 2022. Além de ser alvo de pedido de extradição feito por senadores norte-americanos, o ex-presidente agora é denunciado por suposta fraude em sua tentativa de permanência no país.

Nesta sexta-feira (3), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) protocolou ofícios junto à embaixada dos Estados Unidos no Brasil e à brasileira em solo americano nas quais requer que Bolsonaro seja investigado na Unidade de Prevenção a Fraudes e no Departamento de Segurança Interna do Estado norte-americano.

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Bolsonaro afirma que é italiano e tem direito a obter dupla cidadania

Jair Messias Bolsonaro alegou, durante um evento no estado norte-americano da Flórida, que, pela legislação, é italiano, lembrando que os avós são naturais de Pádua. O ex-presidente, que apresentou um requerimento de cidadania às autoridades italianas, foi interrogado sobre o andamento do processo por um repórter do Corriere della Sera, presente em um encontro feito pelo Yes Brazil USA, um grupo de conservadores, no bar Legends, na Flórida. “Sou italiano. Meu nome é Bolsonaro, meus avós eram de Pádua. Pela lei do seu país, sou italiano. Com pouquíssima burocracia, teria plena cidadania”, respondeu.O avó de Bolsonaro nasceu em Anguillara Veneta, na província de Pádua, localidade que em 2021 atribuiu a cidadania honorária ao então Presidente brasileiro. A imprensa brasileira noticiou o pedido de cidadania do ex-chefe do Executivo, que se baseia no fato de os avós do ex-Presidente terem nascido na Itália. Na Itália, o processo é oposto, sobretudo desde a invasão do Planalto por bolsonaristas radicais. Dois dos filhos do ex-mandatário, Eduardo e Flávio, fizeram o pedido. Por Chico Sabe Tudo

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PL cogita a possibilidade de Michelle Bolsonaro se candidatar à Presidência em 2026

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, está considerando a candidatura de Michelle Bolsonaro à Presidência, em 2026. Ele salientou, em uma entrevista, que a ex-primeira-dama “possui capacidade para assumir essa responsabilidade”. Valdemar anunciou que, inicialmente, os planejamentos do partido serão retomados com o retorno do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) ao Brasil para liderar a bancada de direita. “O pessoal é muito extrema-direita. Com Bolsonaro aqui, eu estou no céu. Eles ouvem Bolsonaro. Não vão ouvir a mim”, afirmou.Costa Neto deseja que o ex-mandatário seja convidado para participar de diversos eventos e faça viagens. O partido também elaborou planos para Michelle, que saiu de Orlando e desembarcou em Brasília, no Distrito Federal, na última quinta-feira (26/1), sem a companhia do esposo. “A Michelle (deve) cuidar da parte da mulheres (no partido). Ela tem condições. Ela pode ser candidata até a presidente da República. Ninguém sabe o dia de amanhã”, ressaltou. Via Chico Sabe Tudo

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Sobrinho de Bolsonaro, Léo Índio, é alvo de operação da PF por ter participado de atos terroristas

Sobrinho de Bolsonaro, Léo Índio participou dos atos golpistas de 8 de janeiro – Foto: Reprodução / Redes sociais Léo Índio, sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é um dos alvos da Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (27). A corporação cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do primo de Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro. Em meio aos atos terroristas que culminaram na depredação da sede dos Três Poderes, Léo índio publicou registros na rampa do Congresso Nacional. Nesta manhã, a PF cumpre 11 mandados de prisão e 27 de busca e apreensão em cinco estados (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo) e no Distrito Federal. Em Minas Gerais, duas pessoas já foram presas — Marcelo Eberle Motta e Eduardo Antunes Barcelos. Em Santa Catarina, Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, a “Fátima de Tubarão”, de 67 anos, que ficou conhecida após aparecer em um vídeo xingando o ministro Alexandre de Moraes dentro da sala do magistrado, também foi presa. A operação visa identificar manifestantes que participaram ou financiaram os atos terroristas de 8 de janeiro, em Brasília. A presença do familiar do ex-presidente nas manifestações se tornou motivo de processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira, ele solicitou gratuidade de Justiça ao Supremo Tribunal Federal (STF) e anexou uma declaração de hipossuficiência ao processo. Ele é acusado pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e de Golpe de Estado e é pedida sua prisão preventiva. Não tenho condições de arcar com as despesas decorrentes do presente processo e honorários advocatícios sucumbenciais, sem prejuízo do meu próprio sustento e da minha família, necessitando, assim, da gratuidade de justiça a qual há de abranger a todos os atos do processo, diz Léo índio em trecho do documento que será analisado pelo relator, o ministro Dias Toffoli. Sem ensino superior, Léo índio informou à Corte que sua ocupação atual é de vendedor. No passado, ele chegou a ser assessor do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e ocupou cargos de confiança nos gabinetes do senador Chico Rodrigues (União Brasil-RR) e da liderança do PL no Senado Federal, pelo qual recebia um salário de R$ 5,7 mil. Em julho passado, ele foi exonerado. Também em 2022, ele tentou se eleger como deputado distrital sob a alcunha de Léo Bolsonaro. O sobrinho não tem o sobrenome do ex-presidente por ser filho de uma irmã de Rogéria Nantes, ex-mulher de Bolsonaro e mãe de Carlos, Eduardo e Flávio. À época, não declarou bens à Justiça Eleitoral. No pleito, ele obteve 1801 votos e conquistou uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O GLOBO não conseguiu localizar a defesa de Léo Índio, o espaço segue aberto para manifestações. Passado de investigaçõesEm 2021, a Folha de S.Paulo publicou que o primo dos filhos do então presidente foi investigado em inquérito da Procuradoria-Geral da República (PGR) que apurou a organização e o financiamento de atos antidemocráticos em 7 de setembro, além de ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). À época, ele postou nas redes sociais uma campanha de arrecadação visando as manifestações pró-governo. Ele divulgou chaves Pix e um QR Code para doação de criptomoedas que ajudassem a financiar os atos. As publicações foram bloqueadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Por FolhaPE

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Por que Michelle voltou ao Brasil sem Bolsonaro?

Ex-primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro retornou ao Brasil sem a companhia do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela deixou Orlando com direção ao Brasil na última quinta-feira (26). Michelle Bolsonaro desembarcou em Brasília. Bolsonaro permaneceu em Orlando, na Flórida, Estados Unidos. E ainda não definiu uma data exata para retornar ao país. Há uma preocupação na cúpula bolsonarista por conta das mobilizações do STF em investigações dos atos antidemocráticos. Michelle retornou porque a filha dela com Bolsonaro, Laura, iniciou seu ano letivo no colégio. A informação é do Portal Metrópoles. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro desembarcou na noite desta quinta-feira (26) no Aeroporto de Brasília. Michelle estava em Orlando, nos Estados Unidos, desde o fim do ano passado. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permaneceu nos Estados Unidos #CNNBrasilPrimeTime pic.twitter.com/98BxFcxjcd — CNN Brasil (@CNNBrasil) January 27, 2023 Com certeza não é para prevenção da COVID19. É simplesmente para não ser reconhecida facilmente. E ser chamada de Micheque da rachadinha. Kkkk https://t.co/oAnF4nr9ZT — Carlos Cavalcanti (@CarlosC53896808) January 27, 2023

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‘Recomeçou a festa’, diz Bolsonaro sobre Lei Rouanet no governo Lula

Em uma conversa com seus partidários em frente à casa onde está hospedado nos Estados Unidos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou, nesta terça-feira (24), sobre os primeiros dias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em relação à captação de recursos de artistas pela Lei Rouanet, Bolsonaro voltou a criticar o programa, dizendo que “recomeçou a festa”. “A Lei Rouanet, já recomeçou a festa. Não posso falar nome aqui. Quando eu assumi, cada artista podia pegar até quanto por ano, alguém sabe aí? Cada artista? Artista importante, lógico. Até R$ 10 milhões por ano. Eu passei para R$ 1 milhão quando eu assumi, depois nós passamos para R$ 100 mil. E R$ 100 mil é muito dinheiro, pessoal”, afirmou o ex-presidente, após tirar fotos com seus seguidores.“R$ 100 mil em dólar são US$ 20 mil, não é isso? Eu sei que o custo de vida é mais caro aqui, você faz a conversão na hora e é mais caro. Mas US$ 20 mil é bastante dinheiro para você aparecer no mundo cultural. Agora, já voltou a festa lá”, continuou.Bolsonaro disse que não mencionaria nomes pela presença de um repórter da Folha de S. Paulo e não respondeu às perguntas formuladas pelo profissional. Nesta semana, a atriz Claudia Raia foi alvo de críticas depois que o Ministério da Cultura autorizou que ela captasse R$ 5 milhões por meio da Lei de Incentivo à Cultura para produzir dois musicais. Flavio Bolsonaro, um dos filhos do ex-presidente, expressou críticas à autorização em rede social. “O primeiro mês nem terminou e a farra com dinheiro público já está instalada.” Por Chico Sabe Tudo

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