sáb, 25 maio 2024
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Padre abre o verbo com críticas ao PT e estimula disputa entre Duque e Márcia em Serra Talhada

O padre Orlando Bezerra é um destes sertanejos que costuma emitir suas opiniões sem arrodeio. Natural de Serra Talhada, onde esteve à frente da Paróquia do Rosário por quase dez anos, reside hoje em Santa Terezinha, Alto Pajeú, onde realiza um belo trabalho pastoral

Nessa quarta-feira (18) o pároco esteve participando do programa Falando Francamente, e não fugiu quando foi provocado a comentar o processo eleitoral antecipado em Serra Talhada. Aliás, Padre Orlando vota na capital do xaxado. Ao fazer uma análise do governo da prefeita Márcia Conrado, e sua relação com o Partido dos Trabalhadores (PT), Bezerra foi enfático:

Ela (Márcia) entrou no PT, mas a ideologia não é de PT. Porque o PT também está muito misturado. Se misturou até com Paulo Maluf em São Paulo. Então está muito misturado. E é o que Lula defende: ‘Venha todo mundo e a mulher de seu Raimundo’. É que virou um partido de centro um negócio meio complicado. Não dá muito para você dizer: agora está limpo, PT e não PT.  Não dá muito para você dizer isso não, porque está muito misturado”, disse Orlando Bezerra, que também fez uma análise da gestão Márcia Conrado.

“Está tímida. Poderia ter feito  muito mais, que tem condição de fazer, né? Tem condições. Não venha dizer que não tem, porque tem”, reforçou.

Ainda durante a entrevista, o pároco não hesitou em afirmar que vê com bons olhos uma disputa eleitoral, no ano que vem, entre o deputado Luciano Duque (SD) e a prefeita Márcia Conrado, que vai tentar a reeleição.

“Eu acho que é bom porque a política tem que que girar. Porque se você me perguntasse como é que eu vejo o governo atual, aqui no município eu vejo que precisava avançar mais e tem condições de avançar mais”.

Críticas ao secretário

Padre Orlando Bezerra foi até o distrito de Caiçarinha da Penha, onde reside a sua família, e ficou espantado com a má conservação das estradas. Ele aproveitou para criticar o trabalho do secretário Fabinho do Sindicato.

“Por exemplo, ontem eu fui à Caiçarinha visitar meu pai que mora lá na Santana e começaram a fazer a estrada vicinal de Caiçarinha para cá, porque a máquina parece que foi pelo Logradouro. Faz tempo que aquela máquina está quebrada. É verdade que é conversa de “ouvir dizer que ouvi dizer” que quebrou uma peça, furou um pneu. A máquina está lá na Serra Grande. Mas eu acho que isso é uma falta de respeito, uma máquina ficar quebrada meses, outros disseram que é por falta de pagamento, que é uma máquina alugada do cidadão. Deveria agilizar aquilo ali. Se for falta de pagamento é mais vergonhoso ainda. A comunidade fica sofrendo. Nós já estamos chegando ao fim do ano, nós já estamos na segunda quinzena de outubro, daqui a pouco pode chover, já passou o ano todo que não foi feito estrada na zona rural e pelo andar da carruagem aquela estrada não vai continuar”, disparou, chamando a atenção do secretário:

“Falta gerenciamento. Cadê o secretário que toma conta disso? Oh, Fabinho, tenha vergonha nessa cara. Faça aquele negócio lá. A gente está precisando. Que que é isso rapaz? Uma estrada vicinal que tem recurso. Agora, essa também é uma questão histórica. Se você olhar, foi sempre assim toda vida”, pontuou.

Via Farol de Notícias

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