09/02/2026 12:21

Ex-ministro de Bolsonaro, Gilson Machado Neto volta aos palcos no São João de Caruaru 2025

Ex-ministro de Bolsonaro, Gilson Machado Neto volta aos palcos no São João de Caruaru 2025

Gilson Machado Neto, ex-ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, está confirmado na programação do São João de Caruaru em 2025. Deixando de lado os discursos políticos, ele retorna ao cenário musical para um show especial no polo Alto do Moura. A apresentação ocorrerá no dia 24 de junho, data em que se celebra São João, e contará com a participação da banda de forró Brucelose. No cronograma oficial do evento, o espetáculo está anunciado como “Forró Brucelose e Gilson Neto”. Fundador da Brucelose em 1995, Gilson escolheu o nome da banda inspirado em sua tese de mestrado, que abordava a doença bovina de mesmo nome. Em seu site oficial, ele revela que a denominação surgiu como uma brincadeira sobre o nível técnico dos músicos na época da formação do grupo. Via Pernambuco Notícias

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Bolsonaro é aconselhado a ingressar na embaixada dos Estados Unidos, em Brasília

Bolsonaro é aconselhado a ingressar na embaixada dos Estados Unidos, em Brasília

Jair Bolsonaro foi aconselhado a se “refugiar” na embaixada dos Estados Unidos no Brasil, em Brasília. O conselho foi dado pelo comunicador Rodrigo Constantino, que atuou na Jovem Pan e atualmente vive no exterior após obter a cidadania norte-americana.As informações são de Paulo Cappelli do Metrópoles Segundo Constantino, Bolsonaro deveria ingressar na embaixada dos Estados Unidos para evitar a cadeia, uma vez que já haveria consenso no Supremo Tribunal Federal pela prisão do ex-presidente. Como as instalações fazem parte do território dos EUA, a Polícia Federal não poderia entrar no local para encarcerar Bolsonaro. Via Portal PE10

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Qual o público do ato de Bolsonaro no Rio? Estimativas variam em até 2000%

Qual o público do ato de Bolsonaro no Rio? Estimativas variam em até 2000%

Vista aérea da manifestação de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo, 16 (Mauro PIMENTEL/AFP) Neste domingo, 16, o ex-presidente Jair Bolsonaro reuniu uma multidão de apoiadores na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. A manifestação foi organizada pelo pastor evangélico Silas Malafaia, e teve como pautas principais a anistia aos presos pelos atentados de 8 de janeiro de 2023 e o julgamento contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de Estado, que tramita no Supremo Tribunal Federal. O ato começou oficialmente às 10h deste domingo, e Bolsonaro terminou de discursar por volta das 12h15. A previsão inicial dos organizadores do protesto era de reunir até 500.000 apoiadores do ex-presidente na orla da praia. Segundo o Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, a manifestação reuniu cerca de 400.000 pessoas na Avenida Atlântica. O cálculo da USP foi realizado a partir de seis fotografias aéreas tiradas por drones ao meio-dia, horário de pico da manifestação. As imagens foram analisadas por meio do método Point to Point Network (P2PNet), que utiliza inteligência artificial para identificar individualmente as cabeças das pessoas na avenida. Na prática, as estimativas da PM do Rio de Janeiro superam os cálculos dos pesquisadores da USP em cerca de vinte vezes, variação equivalente a quase 2.000%. “Na contagem de público, o erro percentual absoluto médio é de 12%, para mais ou para menos, em imagens aéreas com mais de 500 pessoas”, explica o relatório da USP. Na margem de erro, o comparecimento máximo deste domingo chega a 20.500 pessoas. Segundo os pesquisadores, em 7 de setembro de 2022, data em que Bolsonaro — ainda ocupando a presidência da República — realizou um ato no mesmo local, o público foi estimado em 64.600 manifestantes. Bolsonaro vê cerco da Justiça se fechar e evita ataques ao STFDesde 2023, Jair Bolsonaro encontra-se inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, em razão de ataques às urnas eletrônicas às vésperas das eleições presidenciais de 2022. Atualmente, o ex-presidente enfrenta uma denúncia da Procuradoria-Geral da República por envolvimento em um plano golpista que já tem data para começar a ser julgada no STF — no próximo 25 de março, a Primeira Turma da Corte decidirá se Bolsonaro e outros sete denunciados se tornarão réus no Justiça. Pressionado pela Justiça, Bolsonaro adotou um tom mais cauteloso nas críticas ao STF neste domingo. Em seu discurso, o ex-presidente repetiu acusações contra o ministro Alexandre de Moraes por, supostamente, descumprir a Constituição e agir “como a ditadura na Venezuela”, mas evitou ataques pessoais aos magistrados e não mencionou qualquer proposta sobre impeachment de Moraes ou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, limitando-se a defender o perdão judicial aos condenados por participar da quebradeira em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. Por VEJA

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Bolsonaristas se reúnem em Copacabana para pedir anistia a condenados do 8 de Janeiro

Bolsonaristas se reúnem em Copacabana para pedir anistia a condenados do 8 de Janeiro

Bolsonaristas mobilizam ato por anistia em Copacabana A orla de Copacabana se transformou no palco de mais um capítulo da movimentação política bolsonarista. Neste domingo (16), apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniram para pedir anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram prédios públicos em Brasília. O movimento conta com nomes de peso do cenário político nacional. Lideranças como o pastor Silas Malafaia, Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, e os filhos de Bolsonaro – Eduardo e Flávio – puxam o ato em um momento crítico para o ex-presidente. Governadores e expectativas A manifestação ganha relevância com a presença confirmada de governadores de diferentes estados. Entre eles estão Cláudio Castro (RJ), Tarcísio de Freitas (SP), Jorginho Mello (SC) e Mauro Mendes (MT), todos alinhados politicamente com o grupo bolsonarista. O contexto do protesto é marcado pela expectativa do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A Primeira Turma deve decidir sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Bolsonaro na mira da Justiça Com 34 denunciados, o ex-presidente está inelegível e enfrenta processos por atos contra as instituições democráticas. A mobilização em Copacabana representa mais um capítulo da resistência bolsonarista diante dos desafios jurídicos e políticos enfrentados pelo grupo. Por Portal ChicoSabeTudo

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STF julga denúncia contra Bolsonaro e Braga Netto em 25 de março

STF julga denúncia contra Bolsonaro e Braga Netto em 25 de março

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 25 de março, às 9h30, o julgamento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o general Braga Netto e mais seis investigados por uma suposta tentativa de golpe de Estado. A decisão foi tomada por Zanin na condição de presidente da Primeira Turma da Corte, responsável pelo julgamento. A denúncia faz parte do chamado “núcleo 1” da investigação sobre a suposta trama golpista para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu terceiro mandato. Via Pernambuco Notícias

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Bolsonaro volta a criticar inelegibilidade e descarta indicar candidato em 2026

Bolsonaro volta a criticar inelegibilidade e descarta indicar candidato em 2026

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a se manifestar contra as decisões que o tornaram inelegível por oito anos. Nesta quinta-feira (6), ao desembarcar no Aeroporto de Brasília, Bolsonaro afirmou que só indicaria outro candidato à Presidência da República “depois de morto”. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Bolsonaro inelegível até 2030, após julgá-lo por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Questionado sobre o tema, o ex-presidente disse considerar sua ausência no pleito uma afronta à democracia. “Eu não participar é uma negação à democracia. Só depois de morto eu indico outro candidato. Se tivesse um motivo justo, eu nem estaria falando com vocês aqui, arrumaria uma maneira de fugir”, afirmou. Bolsonaro também disse não acreditar que sua postura esteja prejudicando a direita e reforçou que diversos partidos têm condições de lançar candidatos. “Cada partido que se apresente, lance o candidato, comece a andar pelo Brasil, como eu fiz”, declarou. A declaração do ex-presidente ocorre em meio a especulações sobre possíveis nomes da direita para a disputa presidencial de 2026. Via Pernambuco Notícias

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Saiba como funciona o chip hormonal para desempenho sexual usado por Bolsonaro

Saiba como funciona o chip hormonal para desempenho sexual usado por Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) revelou, na última terça-feira (25), que faz uso de um chip hormonal para aumentar seu desempenho sexual. O implante é uma alternativa às formas injetáveis, orais ou transdérmicas de reposição de testosterona. Segundo a endocrinologista Wanessa Stival, o “chip hormonal” consiste em pequenos comprimidos de testosterona bioidêntica implantados na região dos flancos por um procedimento minimamente invasivo. A liberação do hormônio ocorre de forma gradual, com efeitos perceptíveis entre 7 e 15 dias e estabilização após quatro semanas. O dispositivo tem duração de quatro a seis meses, podendo, em alguns casos, chegar a um ano. O acompanhamento médico a cada três meses é essencial para monitorar os efeitos e ajustar o tratamento, conforme explica o urologista Rodrigo Trivilato. O uso do chip é indicado para homens acima de 40 anos que apresentam fadiga, perda de massa muscular, osteoporose e disfunção sexual. Entre os benefícios estão o aumento da libido, da energia e da massa muscular. No entanto, há riscos como alterações no colesterol, acne, queda de cabelo, aumento da viscosidade sanguínea e piora da apneia do sono. O uso indiscriminado do implante pode levar a infertilidade, doenças cardiovasculares e problemas hepáticos. Pessoas com câncer de próstata ou mama não tratado, doenças cardiovasculares graves e alterações na coagulação devem evitar o procedimento. Por Portal ChicoSabeTudo

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“Não tenho cabeça chata, mas sou vitoriense”, diz Bolsonaro ao receber título de cidadão de Vitória

“Não tenho cabeça chata, mas sou vitoriense”, diz Bolsonaro ao receber título de cidadão de Vitória

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu, nesta segunda-feira (24), o título de cidadão vitoriense em cerimônia realizada do lado de fora da Câmara Municipal de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Inicialmente, a entrega ocorreria dentro da Casa Legislativa, mas, por uma questão de segurança, foi transferida para um trio elétrico. O evento reuniu apoiadores sob forte sol e contou com a presença de aliados políticos, entre eles os deputados estaduais Abimael Santos, Renato Antunes, Coronel Feitosa e Cleiton Collins; os deputados federais Pastor Eurico, Coronel Meira e Clarissa Tércio; além do ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, e dos vereadores do Recife, Alef Collins e Gilson Machado Filho. DiscursoAntes mesmo da cerimônia, Bolsonaro pediu para que os presentes no trio elétrico se espalhassem, demonstrando preocupação com a estrutura. “O caminhão pode tombar pela quantidade de gente em cima”, alertou. Ao receber o título, Bolsonaro agradeceu a homenagem. “O título pode parecer pouca coisa, mas é muito para quem sabe valorizar seu povo”, disse. Na sequência, completou: “Não tenho a cabeça chata, mas sou vitoriense”. Em seu discurso, Jair Bolsonaro também comparou seus ministros com o de Lula, afirmando que “não há comparação”; criticou o preço elevado dos alimentos; ressaltou que não tomou a vacina e que não cometeu erros na pandemia; além de fazer um paralelo entre EUA e Brasil, apontando a volta do republicano Donald Trump como um fator de esperança. O ex-presidente também chamou a Região Nordeste de “mais pobre do Brasil”, mesmo tendo “20 anos de domínio do PT”. O vereador Marcos da Prestação (PL), autor da iniciativa, exaltou o ex-presidente. “De Figueiredo para cá, é o melhor presidente que o Brasil já teve”, afirmou. Bolsonaro sussurrou algo ao ouvido do vereador, que repetiu no microfone: “Ele é o ‘ex’ mais amado do Brasil.” Marcos também respondeu a questionamentos sobre a concessão do título. ” Perguntaram o que ele fez para merecer o título de cidadão vitoriense. Por ser o melhor presidente do Brasil, ele merece ser o cidadão de todas as cidades da federação”, declarou. O ex-ministro Gilson Machado fez um breve discurso antes de Bolsonaro. Ele pediu um minuto de silêncio, dizendo “que é isso que querem, o silêncio, tomar a liberdade de expressão do povo”, e, em seguida, tocou “Anunciação”, de Alceu Valença, e “Capitão do Povo”, cântico conhecido em atos bolsonaristas. HomenagemA homenagem ocorre quatro anos e cinco meses após a Câmara de Vitória de Santo Antão rejeitar um primeiro projeto para conceder o título ao ex-presidente. A iniciativa partiu do mesmo vereador e foi reapresentada no início desta legislatura, sendo aprovada no dia 3 de fevereiro, com 14 votos a favor, quatro contrários e duas abstenções. Em 2021, o projeto havia sido rejeitado por 13 votos contra e três a favor. A entrega do título aconteceu seis dias depois de Bolsonaro ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado. O vereador Marcos da Prestação minimizou a denúncia. “A denúncia da PGR não tem fundamento. Não há provas contra Bolsonaro”, afirmou. No segundo turno das eleições de 2022, Bolsonaro obteve 33.410 votos (41,14%) em Vitória de Santo Antão, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu no município com 47.793 votos (58,86%). Nenhum petista foi eleito vereador na cidade em 2024. AgendaNesta segunda-feira (24), Bolsonaro desembarcou no Aeroporto Internacional do Recife por volta das 7h30, onde foi recepcionado por parlamentares do PL, entre eles o deputado Alberto Feitosa e o ex-ministro Gilson Machado. O presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, está viajando e não participou da recepção. Após a chegada, o ex-presidente seguiu para um café da manhã na Padaria Boa Viagem e, em seguida, concedeu entrevista à Rádio CBN. A programação foi encerrada com a homenagem em Vitória de Santo Antão. Via FolhaPE

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“Não tem motivo para minha prisão! eleição 2026 sem meu nome é negação da democracia”, diz Bolsonaro

“Não tem motivo para minha prisão! eleição 2026 sem meu nome é negação da democracia”, diz Bolsonaro

“Não tem motivo pra prisão. Tem mais uma arbitrariedade, tá certo? E não tem motivo. Esperar prisão, de jeito nenhum. Alguns dizem até, né, que estou pensando em fugir. Olha, eu estive em Estados Unidos por três meses. Eu pude ter ficado lá, tive oferta pra trabalhar por lá. Vem pra cá pra enfrentar isso daqui e buscar realmente um espaço político pra 26. Eleições e 26, se meu nome é negação da democracia”, afirmou. O ex-presidente ainda disse que o seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid, foi ameaçado para mudar a versão nos depoimentos da delação premiada. “O tempo todo, ameaça de prisão. É um prosseguimento da narrativa do golpe. A prisão, ninguém gosta dela. E essa possível prisão, se ocorrer, será por arbitrariedade. Eu costumo dizer, se eu sou tão criminoso assim, por que não segui o devido processo legal? O meu fora não é Brasília, como o do Lula não foi. O Lula foi Curitiba. O meu não é Brasília. O meu fora também, se fosse Brasília, seria pelo plenário do Supremo, e não por uma turma do Supremo. Então, a delação do CID tortura, vocês viram parte dos vídeos, vazado agora, sobre tortura. O Alexandre Moraes ameaçando o pai, a esposa e a filha, e ele mudando os seus posicionamentos. Isso quando ocorreu lá atrás, algo parecido, ou menos grave do que isso até, anularam-se praticamente todos os processos da Lava Jato”, disse. Bolsonaro tem falado que se trata de uma narrativa de golpe. Negou que teve uma tentativa, porque não ia dar golpe nele mesmo. Via Portal PE10

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Bolsonaro preparava fuga e exílio, apontou colunista

Bolsonaro preparava fuga e exílio, apontou colunista

No domingo (23), a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de estado foi relatada pelo colunista Ricardo Noblat. Em seu texto, Noblat apontou que a possível fuga do ex-mandatário era uma questão de tempo. O jornalista relembrou os eventos de 8 de janeiro de 2023, quando a capital federal se tornou palco de atos antidemocráticos. Na ocasião, enquanto a cidade vivia momentos de tensão, Bolsonaro permanecia a milhares de quilômetros, no sossego de um condomínio nos Estados Unidos. Seu ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, também estava no exterior, e em sua residência foi posteriormente encontrada uma minuta que sugeria preparativos para o golpe. Noblat ressaltou que o ex-presidente não ficava esperando sentado eventuais condenações por crimes que incluíam o golpe de estado, a falsificação de cartões de vacina e a venda de joias sauditas. Em uma ação anterior, registrada na Hungria, Bolsonaro chegou a passar dois dias fora, após ser investigado pela Polícia Federal por suposta tentativa de golpe. Via Portal Chico Sabe Tudo

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“Caguei para prisão”, diz Bolsonaro sobre denúncia da PGR

Denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao lado de 33 aliados por supostamente compor uma organização criminosa com o objetivo de anular o resultado do pleito e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro demonstrou despreocupação, nesta quinta-feira (20), com a acusação: “Caguei para prisão”, disse, durante discurso no Primeiro Seminário Nacional de Comunicação do PL, em evento voltado para a capacitação da base na comunicação digital. O encontro reuniu deputados, senadores e vereadores do partido, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

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