Flávio Bolsonaro empunha facão de Abimael Santos e defende castração química durante ato no Recife
19 de setembro de 2026 Postado em: Destaques Nenhum comentário
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) defendeu a aplicação de castração química em condenados por crimes sexuais durante um ato político realizado na noite da última quarta-feira (16), no Cais da Alfândega, região central do Recife.
Durante o discurso sobre segurança pública, Flávio recebeu de um apoiador um facão cenográfico ligado à campanha do deputado estadual Abimael Santos (PL), candidato à reeleição em Pernambuco. Conhecido como “Deputado do Facão”, Abimael utiliza o objeto como um dos símbolos de sua atuação política e eleitoral.
Com o facão em uma das mãos e o microfone na outra, o presidenciável afirmou que, caso seja eleito, pretende adotar a castração química contra estupradores e abusadores de mulheres e crianças. A medida também consta em seu plano de governo, que prevê ainda a criação de 500 mil vagas no sistema prisional.
Flávio Bolsonaro também voltou a defender a redução da maioridade penal para adolescentes que cometerem crimes graves. Segundo o senador, jovens a partir dos 16 anos envolvidos em estupros, tráfico de drogas e outros delitos considerados graves deverão responder criminalmente como adultos.
Outro ponto destacado pelo candidato foi o enfrentamento às organizações criminosas. Ele afirmou que pretende classificar grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho e as milícias como organizações terroristas, além de endurecer as ações de segurança pública contra essas facções.
Durante sua passagem por Pernambuco, Flávio Bolsonaro encontrou-se com candidatos e lideranças políticas que apoiam sua candidatura. O ato no Recife integrou uma série de compromissos eleitorais realizados pelo senador na região Nordeste.
A agenda também foi marcada por críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Antes de chegar à capital pernambucana, Flávio esteve em Juazeiro do Norte, no Ceará, onde declarou que poderá indicar até cinco ministros para a Corte caso vença a eleição presidencial.
Com informações da Folha de S.Paulo.









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