08/02/2026 16:42

Cela da PF onde Bolsonaro vai cumprir pena de 27 anos tem frigobar, ar-condicionado e 12 metros quadrados; veja

Cela da PF onde Bolsonaro vai cumprir pena de 27 anos tem frigobar, ar-condicionado e 12 metros quadrados; veja

Cela da PF onde Bolsonaro vai cumprir pena tem cama de solteiro, frigobar, ar-condicionado e 12 metros quadrados; veja Foto: Reprodução/Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil O ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) deu início ao cumprimento de sua pena de 27 anos e três meses de prisão nesta segunda-feira (25), após o Supremo Tribunal Federal (STF) encerrar o processo que o condenou por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro permanecerá detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, local onde está desde o último sábad, 22, após tentar violar a tornozeleira eletrônica. O local consta na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, publicada nesta terça-feira, 25. A cela onde ele está fica em um local isolado dos demais presos e recebeu sua atual estrutura após uma reforma realizada nos últimos meses. Segundo informações do Estadão, o espaço foi preparado pela PF diante da possibilidade de uma eventual prisão preventiva do ex-presidente. A cela foi equipada com um banheiro privativo, além de cama, uma mesa com cadeira, ar-condicionado, televisão e frigobar. O espaço tem aproximadamente 12 m² e fica próximo de uma área onde o ex-presidente poderá tomar banho de sol. Veja como é: ?? VEJA | Conheça a cela de Bolsonaro na Superintendência da PF em Brasília pic.twitter.com/xs0lnDXRUy — Camarote da República (@camarotedacpi) November 22, 2025 Via PortalPE

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Moraes declara trânsito em julgado, e Bolsonaro já pode cumprir pena de 27 anos e três meses de prisão

Moraes declara trânsito em julgado, e Bolsonaro já pode cumprir pena de 27 anos e três meses de prisão

Bolsonaro acompanha Michelle Bolsonaro até a porta da PF – Gabriela Biló/Folhapress O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o trânsito em julgado da ação penal da trama golpista e pode determinar a execução da pena de 27 anos e três meses de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaro foi condenado pela Corte em 11 de setembro, por comandar uma tentativa de golpe de Estado, ao lado de aliados próximos e membros das Forças Armadas. O cumprimento da pena é inicialmente fechado, já que a condenação é de mais de oito anos de prisão. A defesa do ex-presidente alega problemas de saúde e idade avançada (70 anos) para insistir com pedido para que Bolsonaro cumpra a pena em casa. O ex-presidente estava em prisão domiciliar desde agosto, por ter descumprido medidas cautelares determinadas em outra ação, de coação no curso do processo. Mas no último sábado, 22, foi preso preventivamente na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Bolsonaro afirmou que a iniciativa foi motivada por “paranoia” e “alucinação” causadas pelo uso de medicamentos psiquiátricos. O prazo para a determinação do fim do processo começou a correr no último dia 19, após a publicação do acórdão da Primeira Turma que rejeitou os primeiros embargos de declaração de Bolsonaro. O documento oficializou a condenação do ex-presidente. Moraes também declarou o trânsito em julgado para Alexandre Ramagem e Anderson Torres. Ramagem (PL-RJ) deixou o País em setembro, após ser condenado pelo STF, e é considerado foragido. Outros condenados pela trama golpista também estão na fila para o encerramento do processo: os generais da reserva Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, e o almirante Almir Garnier.. Via Portal PE10

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Médico revela quais remédios que deixaram Bolsonaro “alucinado e desorientado”; confira

Médico revela quais remédios que deixaram Bolsonaro “alucinado e desorientado”; confira

Ex presidente Jair Bolsonaro. Foto: Carolina Antunes/PR Jair Bolsonaro recebeu a visita de seus médicos pessoais na Superintendência da Polícia Federal em Brasília no domingo, 23 de novembro. O ex-presidente está preso preventivamente desde sábado (22) e passou por uma avaliação clínica que resultou em um relatório anexado à Ação Penal 2668. O documento integra a resposta da defesa ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que havia solicitado explicações sobre a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. Os médicos Cláudio Birolini, cirurgião geral, e Leandro Echenique, cardiologista, relataram que Bolsonaro apresentou um quadro de confusão mental na noite de sexta-feira (21). Eles escreveram que o ex-presidente descreveu alucinações e desorientação, possivelmente relacionadas ao uso de Pregabalina, medicamento receitado por outra profissional de saúde poucos dias antes. A equipe informou que desconhecia essa prescrição e que o remédio interage com outras substâncias que Bolsonaro já utilizava de forma contínua. Birolini e Echenique afirmaram que a Pregabalina pode causar alterações do estado mental, como desorientação, distúrbios cognitivos e alucinações. O remédio também interfere no efeito de outras duas substâncias que Bolsonaro usa para crises de soluço: Clorpromazina e Gabapentina. Diante dos sintomas relatados, a equipe médica decidiu suspender imediatamente o uso da Pregabalina e restabelecer o tratamento anterior. Os médicos garantiram que seguirão acompanhando o quadro clínico do ex-presidente durante o período de custódia. Outro documento incluído no processo mostrou que a médica Marina Grazziotin Pasolini havia orientado o uso diário da Pregabalina desde 17 de novembro. Esse registro reforçou a versão de que Bolsonaro começou a sentir alterações poucos dias após iniciar a medicação. A versão descrita pelos médicos ganhou ainda mais atenção porque Bolsonaro reconheceu, durante a audiência de custódia, que tentou violar a tornozeleira eletrônica enquanto enfrentava um surto. Segundo a ata do procedimento, ele contou que desenvolveu uma “certa paranoia” entre sexta e sábado. Bolsonaro afirmou que acreditou que havia uma escuta dentro do equipamento e decidiu abrir a tampa utilizando um ferro de solda que tinha em casa. Via Portal de Prefeitura

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Por unanimidade, STF decide manter Bolsonaro preso

Por unanimidade, STF decide manter Bolsonaro preso

A maioria da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) votou na manhã desta segunda-feira (24) para referendar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Moraes, relator do caso, reafirmou a sua decisão de prender Bolsonaro e defendeu que os demais ministros da turma validem a medida. Em seguida, Flávio Dino e Cristiano Zanin seguiram o relator em seus votos, formando a maioria a favor da prisão. Resta o voto de Cármen Lúcia. Luiz Fux migrou recentmente da Primeira para a Segunda Turma. Os ministros do colegiado se manifestam sobre a medida judicial em sessão que começou às 8h e vai até as 20h no plenário virtual —sistema no qual os magistrados votam sem a realização de debates. Por Portal PE10

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Centrão vê Bolsonaro fragilizado, mas evita trabalhar sucessor sem endosso do ex-presidente

Centrão vê Bolsonaro fragilizado, mas evita trabalhar sucessor sem endosso do ex-presidente

Romeu Zema (MG), Ratinho Júnior (PR), Tarcísio de Freitas (SP) e Ronaldo Caiado (GO): governadores que são presidenciáveis posaram juntos na Paulista, em abril – Foto: Redes sociais/Reprodução Caciques do Centrão adotaram um tom de cautela nas primeiras horas após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, levado no sábado para uma sala na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A avaliação de integrantes do grupo é que o episódio envolvendo a violação da tornozeleira eletrônica, justificada pelo ex-presidente por “alucinações” causadas por medicamentos, acabou por fragilizá-lo, mas que seu papel na definição do candidato da direita nas eleições de 2026 ainda será relevante. As manifestações de apoio a Bolsonaro publicadas ainda no sábado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara e um dos parlamentares mais influentes do Centrão, e do presidente do PSD, Gilberto Kassab, foram interpretadas nos bastidores como senha de que o grupo não deve abandonar o ex-mandatário. Além de PP e PSD, formam o “consórcio” do Centrão o União Brasil, o Republicanos e parte do MDB. Um importante dirigente de uma das siglas do Centrão afirma que a ordem é aguardar o endosso de Bolsonaro a um nome que una a direita, condição vista como necessária para fazer frente à tentativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de se reeleger. Para ele, a prisão preventiva não mudou o cenário, uma vez que o ex-presidente já sofria com as restrições impostas pela prisão domiciliar. No domingo, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, autorizou visitas de familiares duas vezes por semana. Os encontros com aliados, antes permitidos, porém, estão restritos. Mesmo assim, a ideia de integrantes do Centrão agora é esperar a situação jurídica e de saúde do ex-presidente se estabilizar para definir os próximos passos. A avaliação no bloco é que qualquer articulação feita sem sua bênção criaria ruído desnecessário, poderia ser lida como traição e ainda reforçaria tensões com a base mais radical da direita. Bolsonaro foi preso preventivamente no sábado, mas aliados esperam que nos próximos dias ele comece a cumprir a pena pela condenação a 27 anos por crimes relacionados a uma tentativa de golpe no país. A preferência de caciques do bloco é que, mesmo preso, Bolsonaro indique seu ex-ministro e atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), como seu candidato à Presidência em 2026. O gesto é visto como forma de unir a direita e evitar disserções que possam dividir os votos de eleitores bolsonaristas. Familiares do ex-presidente, como os filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, porém, resistem e tentam se cacifar para serem o sucessor político do pai. Violação de aparelhoO episódio da tornozeleira eletrônica, contudo, é visto como ponto de desgaste. Nos bastidores, lideranças do Centrão afirmam que a admissão do ex-presidente de que tentou danificar o equipamento enfraquece o discurso de perseguição política sustentada por aliados. Um argumento usado é que provocar uma avaria no aparelho de monitoramento faria qualquer outra pessoa ser levada à prisão. Governadores de direita que chegaram a prestar solidariedade a Bolsonaro durante a manhã de sábado, após a prisão, silenciaram após a publicação do vídeo em que o ex-presidente admite violar a tornozeleira eletrônica, que só foi divulgado na tarde do mesmo dia. Cláudio Castro (PL), Jorginho Mello (PL), Ratinho Jr. (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) fizeram publicações durante a manhã de apoio a Bolsonaro, mas se eximiram de fazer novos comentários a respeito do caso nas redes sociais depois da veiculação do vídeo. Quem disputa o espólioTarcísio de Freitas – Filiado ao Republicados e ex-ministro de Bolsonaro, o governador de São Paulo é a principal aposta dos partidos do Centrão para a disputa de 2026. Tido como o mais bem posicionado para herdar o eleitorado do ex-presidente, Tarcísio ainda avalia concorrer à reeleição. Outros governadores – O apoio de Bolsonaro também é disputado por outros governadores do campo. São eles o de Goiás, Ronaldo Caiado (União), de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD). O grupo aparece em patamar mais baixo nas pesquisas. Clã Bolsonaro – Em outra frente, a família do ex-presidente não descarta lançar um dos integrantes do clã na corrida. Os nomes da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já foram cogitados. Via FolhaPE

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Tornozeleira eletrônica violada por Bolsonaro: entenda os tipos de alerta e o que cada um indica

Tornozeleira eletrônica violada por Bolsonaro: entenda os tipos de alerta e o que cada um indica

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente neste sábado (22) após sinais de alerta graves terem sido emitidos pela tornozeleira eletrônica. O ex-presidente havia tentado violar o equipamento com um ferro de solda, até o sistema registrar a violação às 00h07. Os sistemas de monitoramento por tornozeleira eletrônica, como o usado pelo ex-presidente, operam com níveis de alerta diferentes. A divisão ajuda as autoridades a identificar violações e medir o grau de risco de cada situação, para a tomada de providências mais célere. Esses alarmes variam de simples falhas técnicas a indícios de fuga ou ameaça à vítima, e determinam a urgência da resposta policial. Ex-presidente foi preso preventivamente neste sábado (22), por ordem do STF. O primeiro nível é o de alertas operacionais, considerados de baixa gravidade. Eles incluem sinalizações de bateria fraca ou falha de comunicação com a central, que pode indicar alguma perda momentânea de sinal GPS. Problemas de interferência também podem levar à sinalização. Na maior parte dos casos, o próprio dispositivo restabelece o contato automaticamente, e a notificação funciona mais como controle técnico do equipamento do que como risco real. O segundo nível, moderado, envolve alertas de comportamento, que indicam descumprimento de regras impostas pela Justiça. O alerta pode ser ativado pelo dispositivo ficar muito tempo desligado, ou quando existe um possível risco de tentativa de violação. Entram nessa categoria situações como o monitorado ultrapassar a área autorizada, violar o horário de recolhimento ou se aproximar de locais proibidos. Segundo técnicos, a central registra o evento e pode acionar a equipe de monitoramento, que tenta contato com o usuário. O grau mais alto de gravidade é o dos alertas críticos, emitidos quando há ruptura física da tornozeleira, tentativa de remoção, fuga deliberada da área de monitoramento ou aproximação de vítima em casos de violência doméstica. Já o alerta grave indica evidências fortes de tentativa de violação, como o rompimento parcial do dispositivo ou o uso de uma gaiola de faraday — estrutura metálica que bloqueia campos elétricos e eletromagnéticos e dificulta a transmissão do sinal. Nessas situações, o protocolo prevê resposta imediata: a polícia é acionada e um relatório é enviado ao sistema judicial para possível revogação de benefícios ou decretação de prisão. O alerta grave foi emitido pelo equipamento utilizado pelo ex-presidente. A PF (Polícia Federal) suspeitava de um aquecimento atípico do dispositivo que estava com Bolsonaro. Como mostrou a CNN, a tornozeleira do político chegou a ser trocada. Via Portal PE10

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Bolsonaro tentou romper tornozeleira e tinha intenção de fuga, diz Moraes

Bolsonaro tentou romper tornozeleira e tinha intenção de fuga, diz Moraes

Ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa em Brasília onde cumpre prisão domiciliar • 03/09/2025 REUTERS/Diego Herculano O ex-presidente Jair Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica para “garantir êxito em sua fuga”, segundo consta na decisão que ordenou a prisão preventiva do ex-presidente neste sábado (22). A intenção de tirar o equipamento de monitoramento eletrônico se deu por volta da meia-noite deste sábado, de acordo com o texto assinado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Por CNN Brasil

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Bolsonaro é preso preventivamente pela PF por ordem de Moraes

Bolsonaro é preso preventivamente pela PF por ordem de Moraes

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã deste sábado (22/11), em Brasília, por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo apurou a coluna, Moraes mandou prender Bolsonaro preventivamente, antes do cumprimento da pena à qual o ex-presidente foi condenado no inquérito do golpe. A prisão foi confirmada pelo diretor-geral PF, Andrei Rodrigues, e pelo advogado Celso Villardi, que atua na defesa do ex-presidente na trama golpista. Segundo Andrei Rodrigues, Bolsonaro foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal, localizada no setor policial sul, em Brasília. VEJA VÍDEO: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blog PN Petrolândia Notícias (@pnpetrolandianoticias) Via Metrópoles | Vídeo g1 da Rede Globo

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Bolsonaro é abandonado por aliados à medida que prisão se aproxima; pedidos de visita caíram 74%

Bolsonaro é abandonado por aliados à medida que prisão se aproxima; pedidos de visita caíram 74%

Amigos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são diretos quando indagados sobre como ele está no momento. Abandonado, mal cuidado, ruim foram algumas das expressões ouvidas pela Coluna do Estadão nos últimos dias. E a queixa de isolamento pode ser conferida em números. À medida que se aproxima sua prisão em regime fechado, após o fim dos recursos à condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro tem sido deixado de lado. Levantamento da Coluna do Estadão no sistema da Corte aponta uma redução de 74%, de agosto para cá, no número de pedidos para visitá-lo na prisão domiciliar. Nas primeiras quatro semanas da prisão domiciliar de Bolsonaro, foram 123 pedidos de visitas. Nos últimos 30 dias, por outro lado, esse total caiu para 32. Em novembro até o dia sete, foram apenas dez solicitações. Algumas são de familiares do ex-presidente, como o irmão Renato, e também de um grupo de oração da ex-primeira-dama Michelle. Um dos políticos que mais pediram para visitar Bolsonaro foi o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, com nove solicitações. Em outubro, contudo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, passou a impedir o contato entre os dois com a reabertura de uma investigação contra o dirigente partidário por suposta participação na tentativa de golpe de Estado. Pessoas próximas ao ex-presidente dizem que tem reclamado do abandono. Ele tem crises frequentes de soluço, por conta de seu estado de saúde, e tem demonstrado também desânimo com a iminência de ser preso. Na última sexta-feira (07), o STF formou maioria para negar recurso de Bolsonaro e manter pena de 27 anos e três meses na trama golpista. Bolsonaro só deve ser preso para cumprir a sentença quando o processo atingir o chamado “trânsito em julgado”, ou seja, após o fim de todos os recursos, ou se o STF considerar que os pedidos da defesa são “protelatórios”. Via PE Notícias | Coluna do Estadão

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Moraes recebe imagens da cela para a qual pretende enviar Bolsonaro na Papuda

Moraes recebe imagens da cela para a qual pretende enviar Bolsonaro na Papuda

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Bolsonaro O ministro Alexandre de Moraes (STF) planeja enviar o ex-presidente Jair Bolsonaro para uma cela especial com paredes brancas, ar-condicionado e televisão no presídio da Papuda, em Brasília. As informações são do colunista Paulo Cappelli do Metrópoles. Segundo apurou a coluna, o magistrado já viu imagens e aprovou a instalação. O espaço é adaptado para receber o ex-presidente, que atualmente cumpre prisão domiciliar. Aliados de Bolsonaro acreditam que o STF determinará a transferência na semana que vem, após rejeitar os embargos declaratórios protocolados pelo ex-mandatário. Essa investigação foi aberta por ordem de Moraes após o deputado federal Eduardo Bolsonaro articular sanções a autoridades brasileiras junto ao governo dos Estados Unidos. Primeira Turma deve julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro em setembro Foto: Antonio Augusto/STF Por Portal PE10

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Bolsonaro melhora do soluço, mas depressão aumentou,”emocional está abalado como nunca” dizem aliados

Bolsonaro melhora do soluço, mas depressão aumentou,”emocional está abalado como nunca” dizem aliados

Proximidade do fim do processo no STF teria aumentado sua condição emocional O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou melhora significativa após semanas enfrentando uma crise intensa de soluço, que chegou a causar vômitos constantes e o obrigava a interromper conversas até mesmo durante visitas. Segundo aliados próximos, apesar da melhora física, a depressão do ex-mandatário teria se agravado nos últimos dias, preocupando pessoas que o acompanham de perto. De acordo com relatos, Bolsonaro estaria abalado emocionalmente com a proximidade do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve definir em breve onde ele cumprirá sua eventual pena. Amigos afirmam que, em diversos momentos, o ex-presidente se mostra emocionado e chorando, demonstrando fragilidade diante do cenário político e jurídico que enfrenta. Ainda segundo interlocutores, as perspectivas não são animadoras. O projeto de anistia encontra-se parado no Congresso, a proposta de redução de penas também não avança e o apoio internacional, que antes vinha de nomes como Donald Trump, já não parece tão firme. Enquanto isso, a direita brasileira segue dividida, o que aumenta o isolamento político do ex-chefe do Executivo. Fontes próximas relatam que Bolsonaro passa a maior parte do tempo recolhido e evita longas conversas, embora siga recebendo visitas ocasionais. Para os aliados, o momento é de alerta: “Fisicamente, ele melhorou, mas o emocional está abalado como nunca”, disse um amigo. As informação são da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo.

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