Tribunal de Contas abre investigação sobre irregularidade em licitação de Arcoverde
28 de maio de 2019 Postado em: Destaques Nenhum comentário
O Tribunal de Contas abriu uma notícia denúncia a título de Demanda de Ouvidora nº 27.126 junto a Inspetoria do TCE-PE de Garanhuns, referente às supostas irregularidades na realização da licitação que prevê a privatização dos espaços dos polos juninos de Arcoverde.
A empresa Tarciano de Assis Teixeira ME (O Cazarão) denuncia que foi impedida pela leiloeira de participar da licitação pública sem justificativa legal. O fato também foi levado pela vereadora Zirleide Monteiro (PTB) ao Ministério Público de Pernambuco para apuração de responsabilidade já que tal atitude contraria a lei das licitações (Lei nº 8.666).
O fato é lamentável do ponto de vista da transparência sucinta, como diz matéria veiculada em outros sites, suspeitas de que há algo mais, que há outros interesses em barrar uma empresa que é de Arcoverde, que gera empregos na cidade e está em dia com suas obrigações.
Nos últimos dias o que mais se tem visto no final melancólico para o qual caminha o atual governo, são atos que em nada engrandece, como a compra de uma caminhonete de R$ 110 mil para o Gabinete da Prefeita enquanto crianças ficam sem fardas para irem a escola; e agora uma licitação sob suspeita por contrariar a própria lei das licitações.
As perguntas que ficam no ar são: quem mandou barrar a participação da empresa O Cazarão? A quem interessa que uma determinada empresa vença a licitação? Afinal, a licitação é pública ou não? O objeto desta famigerada licitação também não é das mais nobres, pois visa entregar a uma empresa privada o direito de explorar os espaços públicos dos nove polos juninos, obrigando a donos de bancas, barracas, quiosques, etc., a ficarem sob o julgo da empresa vencedora.
Será esse o presente de São João que a prefeita quer dar aos barraqueiros no penúltimo ano de seu governo? Pergunta o Folha das Cidades.








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