Petrolândia Notícias – Temer cobra de ministro agilidade na liberação de recursos das obras paradas

Temer cobra de ministro agilidade na liberação de recursos das obras paradas

25 de outubro de 2016 Postado em: Destaques Nenhum comentário


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Na véspera da votação do segundo turno da PEC do Teto na Câmara, além dos afagos pessoais aos parlamentares com a presença em jantar na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e de telefonemas a deputados, o presidente Michel Temer determinou ao ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira (foto), que acelere a liberação dos recursos para as 1.519 obras paradas e que o governo já havia prometido que seriam reiniciadas desde agosto.

Temer ligou para o ministro Dyogo para cobrar a demora na liberação dos recursos. O pleito principal é dos senadores, mas as obras também atendem deputados da base aliada. A ideia de Temer é concluir as obras que estão perto do fim e que necessitam de baixo desembolso de recursos, da ordem de R$ 100 mil, R$ 200 mil ou R$ 300 mil.

Com isso, o presidente quer beneficiar pequenas e médias cidades, atendendo senadores. O governo, por exemplo, quer dar prioridade à finalização de construção de Unidades de Pronto Atendimento, creches, escolas, quadras de esportes e postos de saúde. Temer já havia tratado deste assunto em reuniões do núcleo da infraestrutura em julho e agosto, mas os recursos ainda estão pendentes, daí a cobrança a Dyogo Oliveira nesta segunda-feira.

O presidente quer mostrar aos senadores, que iniciarão a apreciação da PEC do Teto, se tudo sair como o governo espera, esta semana, com a aprovação em segundo turno na Câmara nesta terça-feira. Temer já havia determinado à equipe econômica que fizesse um levantamento das obras paradas e inacabadas para que possam ser finalizadas, com baixo desembolso de recursos.

O governo irá retomar a construção de 1.519 obras atualmente inacabadas, localizadas, especialmente, em cidades do interior do País e cuja conclusão trará grande impacto social para a população. Ao todo são 1.519 obras, com valor para conclusão estimado entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões e que irão custar ao governo federal R$ 1,8 bilhão. Com isso, Temer espera ajudar a ativar o setor da construção civil. Para o presidente, o incentivo à construção civil ajudará a retomada do crescimento econômico, pois a indústria do setor é uma das maiores geradoras de emprego e renda no País.
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