Rodovia PE-275 expõe falta de prestigio de prefeitos do Pajeú com Paulo Câmara
7 de maio de 2018 Postado em: Destaques Nenhum comentário
Transitar pela rodovia PE-275, que liga Sertânia ao distrito de Albuquerque-né, com buracos e mais buracos, estourando pneus, acabando com os carros e causando acidentes, colocando a vidas das pessoas em risco, tem se tornado uma tormenta, e agora com as chuvas o mato está tomando não só aquela rodovia, como a PE-292 que liga o trevo de Albuquerque-né a Afogados da Ingazeira, e também a PE-320 que liga São José do Egito a Serra Talhada, parecem mais com uma estrada vicinal, de zona rural, apesar de motoristas, proprietários de carros, pagarem o seu IPVA em dia, sem contar que é um dos mais caros do País, e esse imposto não ser revertido na causa pelo qual foi criado, em construção e conservação de rodovias, e pior que isso, os prefeitos, de Sertânia, Iguaracy e Afogados da Ingazeira, Carnaíba, etc., são aliados do governador Paulo Câmara, do mesmo partido (PSB). Esses prefeitos parecem não mover uma palha para melhorar a situação daquela rodovia, acham que se cobrarem seria uma ofensa ao “rei” ao qual reverenciam, por isso mesmo, que já faz um bom tempo que aquela estrada se encontra em estado deplorável.
Muitos motoristas se sentem prejudicados porque usam a rodovia, e moram em municípios que tem que transitar por ali, como é o caso dos municípios citados acima, e precisam se deslocar para a capital ou até mesmo ao Agreste pernambucano.
O governador na sua passagem por São José do Egito até reconheceu o descalabro, mas se realmente quisesse fazer algo faria, ou o DER, que tem uma circunscrição em Sertânia não é subordinado dele? Mas o que Paulo Câmara quer, e isso parece óbvio, é querer empurrar mais essa promessa com a barriga, sem pensar que quem transita na PE-275 e nas outras rodovias em igual ou piores estragos, não são eleitores que podem se revoltar contra ele nas próximas eleições, e pasmem, onde ele é candidato à reeleição.
Isso mais que demonstra o quanto os políticos ainda acreditam em currais eleitorais. Falta os eleitores, abrir mão dos seus surtos por “queridos” políticos locais e agirem de acordo com seus prejuízos financeiros, ou seja, na hora de cobrar, cobrem também nas urnas. Se um cidadão, cumpridor das suas obrigações sentem mais o “baque” quando mexem em suas finanças, a diferença dos políticos é quando o mesmo cidadão mexem com eles nas urnas.
Por Pedro Araújo/Via PE Noícias








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