Mês passado, a Justiça Eleitoral deu prazo de cinco dias para que a
chapa vencedora nas últimas eleições se manifestasse em relação ao
pedido de inelegibilidade requerido pelo diretório municipal do PSD da
cidade.
A ação pede inelegibilidade por cessão de bem público móvel para uso
de particular e em benefício de candidato; servidores que trabalharam na
campanha dos investigados em horário de expediente; além da cessão de
material de construção de obra pública para uso particular
O atual prefeito também é acusado de nomear servidores em período
vedado, entregar exames de Covid-19 dos eleitores da chapa adversária
com resultados falsificados dias antes do pleito. Assim como incentivos
fiscais (prática que é vedada pela Justiça Eleitoral durante a campanha)
à empresa Natville, que, de acordo com Deri, prometeu implantar uma
fábrica no município.
Em troca, currículos foram enviados ao então vice-prefeito, Lula de
Dalvino (DEM), responsável pela coleta somente dos eleitores que
prometessem votar em Deri do Paloma, que à época, tentava a reeleição.
Quanto à falsificação dos exames de saúde, a acusação é que os
resultados dos testes rápidos foram manipulados pela Secretaria de Saúde
de Jeremoabo, que teria recomendado quarentena de 14 dias aos
moradores, no período da eleição municipal de 2020.
Após isso, essas mesmas pessoas teriam se submetido a testes em
clínicas particulares, sendo que os resultados foram negativos. É bom
lembrar que a eleição em Jeremoabo foi decidida por uma diferença de 159
votos.
Denúncias de compras de votos também estão sendo investigadas contra
Deri. A prefeitura é acusada de desviar materiais de construção, que
seriam utilizados para a construção de uma academia de saúde e de uma
praça na cidade, para eleitores amigos concluírem obras nas próprias
residências, à época da campanha.
Por Chico Sabe Tudo








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