‘Políticas públicas são movidas por correções’, diz Paulo Câmara nos 12 anos do Pacto Pela Vida
7 de maio de 2019 Postado em: Destaques Nenhum comentário
Um evento marcou, nesta terça-feira (07), os 12 anos do Pacto Pela Vida, programa implantado pelo Governo de Pernambuco em maio de 2007 para diminuir os índices de violência. Na reunião, o governador Paulo Câmara (PSB) afirmou que políticas públicas são movidas “principalmente por correções”.
O governador fez referência aos ajustes que foram feitos do Pacto e que estão em andamento. “A criminalidade tem buscado se inserir em todos os lugares do país. Antes, se falava muito em violência urbana, hoje, existe a violência no campo e o Pacto tem que se adaptar”, disse.
O evento ocorreu na sede da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), em Santo Amaro, no Centro do Recife. Participaram representantes do governo estadual, Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública.
Durante o balanço, Paulo Câmara fez uma avaliação do programa e ressaltou a redução dos números da violência por 17 meses consecutivos. No primeiro trimestre de 2019, segundo dados do governo, foram registrados 896 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), enquanto que, no mesmo período de 2018, ocorreram 1.237 casos, uma diferença de 27,5%.
Segundo o governador, estão sendo observados os aprendizados e as mudanças que ainda precisam ser feitas. “Queremos que 2019 seja um dos melhores anos do Pacto pela Vida. Isso vai exigir mais polícia na rua, mais repressão, mas também o aumento da prevenção, que se inicia nas escolas e acontece junto às comunidades”, afirma.
No policiamento ostensivo, o governo do estado registrou a convocação de mais de cerca de 18,6 mil profissionais para combater a criminalidade, ao longo dos 12 anos de Pacto. “Ainda há um concurso em andamento em que é possível chamar mais de 500 agentes de polícia”, diz.
Na ação preventiva, Paulo Câmara afirmou que a criação da Secretaria de Políticas de Prevenção às Drogas, em 2019, é uma das apostas do estado. “Queremos a repressão com atuação firme, mas sempre buscando a prevenção para que as pessoas não se envolvam com a droga”, afirma o gestor.








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