Em Petrolina, Lula diz que Flávio Bolsonaro tem “vida podre” e cobra abertura de sigilos
21 de outubro de 2026 Postado em: Destaques Nenhum comentário
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, fez críticas ao adversário Flávio Bolsonaro (PL) nesta terça-feira (20), durante entrevista coletiva antes de uma caminhada de campanha entre Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Lula voltou a cobrar que os dois candidatos autorizem a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
Ao comentar a proposta, Lula afirmou acreditar que Flávio não aceitará a divulgação das informações e declarou que o adversário teria uma “vida podre” no que diz respeito à honestidade. A expressão constitui uma acusação política feita pelo presidente, não uma conclusão comprovada sobre a conduta do senador.
O petista disse ter protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento em que se dispõe a liberar dados referentes aos últimos oito anos, incluindo informações de familiares e de uma empresa da qual é sócio, desde que Flávio Bolsonaro concorde com medida equivalente.
A proposta foi apresentada inicialmente durante o debate presidencial realizado pela Band no domingo (18). O requerimento também prevê a possibilidade de divulgação de dados de parentes e empresas vinculadas ao candidato do PL. O protocolo não significa que os sigilos já tenham sido tornados públicos.
Segundo o Diario de Pernambuco, a Polícia Federal apura suspeitas envolvendo movimentações financeiras e possíveis vínculos de Flávio com uma conta associada à empresa Alcazar Holdings. O senador nega irregularidades. No debate, ele afirmou não ter nada a esconder, mas não anunciou naquele momento adesão à proposta apresentada por Lula.
Caminhada entre Juazeiro e Petrolina
As declarações ocorreram durante a agenda de campanha que reuniu apoiadores e lideranças políticas de Pernambuco e da Bahia. Entre os participantes anunciados estavam João Campos, Humberto Costa, Teresa Leitão, Marília Arraes e o governador baiano Jerônimo Rodrigues.
A mobilização aconteceu na reta final do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).
Com informações do Diario de Pernambuco.









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