Idosa morre com Febre do Oropouche, primeiro óbito de pessoa adulta com a doença em PE
10 de abril de 2025 Postado em: Destaques Pernambuco Pernambuco Notícias Saúde Nenhum comentário
Mosquito Culicoides paraensis (conhecido como maruim ou mosquito-pólvora) — Foto: Dive/Divulgação
Pernambuco registrou na quarta-feira (9) o primeiro caso de morte de pessoa adulta diagnosticada com Febre do Oropouche, doença transmitida por mosquitos, principalmente pelo maruim. A vítima foi uma idosa de 71 anos, moradora do Recife. Até então, o estado só tinha registrado casos de fetos que morreram com o vírus no organismo.
Ainda não há tratamento para a Febre do Oropouche. A doença costuma ter sintomas parecidos com outras arboviroses, como dengue e chikungunya. Entre os sinais, estão náusea, diarreia e dor de cabeça, muscular e nas articulações.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a idosa morreu na última semana de 2024. Entretanto, foi preciso quase quatro meses para que houvesse consenso e evidências suficientes de que ela morreu com Febre do Oropouche. A idosa tinha doenças pré-existentes: diabetes e hipertensão.
O caso, segundo a SES, “passou por uma investigação rigorosa, tendo em vista que há poucas situações iguais confirmadas no Brasil e todas elas do ano passado para cá. O caso foi discutido por um comitê formado por especialistas para que houvesse consenso neste resultado”.
A SES informou, ainda, que a investigação dos óbitos é conduzida inicialmente pela equipe de Vigilância Epidemiológica do município em que a morte aconteceu. Depois, é encaminhada para um comitê composto por diversos profissionais.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a idosa morreu na última semana de 2024. Entretanto, foi preciso quase quatro meses para que houvesse consenso e evidências suficientes de que ela morreu com Febre do Oropouche. A idosa tinha doenças pré-existentes: diabetes e hipertensão.
O caso, segundo a SES, “passou por uma investigação rigorosa, tendo em vista que há poucas situações iguais confirmadas no Brasil e todas elas do ano passado para cá. O caso foi discutido por um comitê formado por especialistas para que houvesse consenso neste resultado”.
A SES informou, ainda, que a investigação dos óbitos é conduzida inicialmente pela equipe de Vigilância Epidemiológica do município em que a morte aconteceu. Depois, é encaminhada para um comitê composto por diversos profissionais.
Do G1/Pernambuco
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/B/E/ctoeu7QAei5skdNH5U8w/arte-13-.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)







Deixe um comentário