25/01/2026 09:36

Ex-modelo Loemy luta para vencer dependência do crack e retomar a vida

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Jovem de 24 anos saiu do interior de Mato Grosso em busca de oportunidades na cidade. Hoje vive nas ruas da Cracolândia e tenta se livrar do vício

<p><div class='code-block code-block-3' style='margin: 8px 0; clear: both;'><style>#M904948ScriptRootC1606439 { min-height: 300px; }</style><div id= Loemy nos tempos de manequim no início de 2012 e como está hoje. Ela mora nas ruas da Cracolândia, no centro de São Paulo, onde a repórter Adriana Farias, da VEJA SÃO PAULO, a encontrou lutando contra si própria para largar o vício e retomar a vida perdida entre cachimbos de crack. Veja outras fotos nesta galeria.

" height="381" fifu-data-src="https://i2.wp.com/msalx.vejasp.abril.com.br/2014/11/20/1949/T6mXp/loemy-modelo-cracolandia.jpeg?1416520698&ssl=1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="400" />
Fluxo é o nome que se dá à aglomeração de viciados na região da Cracolândia, no centro. Nos dias de maior movimento, centenas circulam em meio à sujeira, mendigando ou roubando para comprar e usar drogas. Nas vielas estreitas do pedaço ou dentro de barracas de lona, traficantes observam tudo, sentados diante de tabuleiros improvisados. Em cima, deixam expostos maços de cédulas e pedras de pasta de cocaína de vários tamanhos, mesmo com uma base instalada da Guarda Civil Metropolitana e com carros da Polícia Militar passando pela área. É difícil distinguir alguém no bloco de maltrapilhos que andam a esmo na região, feito zumbis, em um retrato triste e trágico do fracasso das políticas públicas na cidade.
Uma loira magra, de 1,79 metro de altura e olhos verdes, no entanto, não consegue passar despercebida. Alguns de seus traços de beleza ainda resistem, apesar das cicatrizes no corpo. Tem os joelhos feridos e os pés rachados pelo tempo dormido na rua. Os dedos estão queimados, de tanto acender os cachimbos de crack. A jovem vive no lugar há mais de dois anos, mas poucos sabem quem é. Arredia e desconfiada, sempre rejeitou o contato de pessoas que não fossem os próprios viciados. Só mais recentemente deixou que assistentes sociais e voluntários de ONGs que atuam no local se aproximassem para lhe oferecer banho e comida.

Fonte: VejaSP

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