Petrolândia Notícias – Ciclista 'socorrido' por Dilma agradece ajuda e pede 'favor' para a presidente

Ciclista ‘socorrido’ por Dilma agradece ajuda e pede ‘favor’ para a presidente

18 de setembro de 2015 Postado em: Destaques Nenhum comentário


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“Socorrido” pela presidente Dilma Rousseff após atropelar um cão e cair da bicicleta, o advogado Marcelo de Sá Mendes conta que agradeceu a postura dela e aproveitou a ocasião para pedir a reabertura do autódromo de Brasília para o treinamento de ciclistas. O acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (16) na Vila Planalto. O homem, que tem 38 anos, teve machucados no rosto e vai precisar passar pelo menos 30 dias com o braço engessado.

“Ela chegou, fez a volta, parou, perguntou se já tinham chamado o Samu e disse que pediu à equipe dela para acionar também. Então ela se dirigiu a mim e me perguntou como eu estava, o que eu estava sentindo. Falei que estava sentindo [dor em] a cabeça, o rosto, mas estava consciente e queria agradecer o gesto da senhora de parar aqui”, lembra o advogado. “É um ato digno, e eu agradeço a ela pela preocupação, ela poderia ter passado direto.”

Mendes, que treina desde 2011, estava acompanhado do técnico e outros dez ciclistas durante a manhã. O grupo passou a fazer as atividades na Vila Planalto justamente por achar que, com o fechamento do autódromo para o público, era a região mais segura da cidade. O advogado participaria de uma competição em 35 dias no México.

“Ela se interessou pelo tema [do autódromo]. Sempre achei sensacional [ela] pedalar no local que a gente pedala, já tínhamos dado ‘bom dia’ em outra ocasião. E [hoje] ela parar e, com todo protocolo de segurança que ela tem, ela ficar, ela mostrou esse lado [sensível] dela, agradeço, pelo cuidado, pela gentileza e até por quebrar protocolo de segurança. Ela se arriscou por uma questão de humanidade, e isso é elogiável”, disse.

O advogado voltou ao hospital na tarde desta quarta para uma reavaliação e afirma correr risco de passar por cirurgia. O capacete que ele usava ficou arranhado e a luva se rasgou. Chateado com a possibilidade de não participar da sétima competição como ciclista – depois de ter investido em massagens, assessoria, fisioterapia, alimentação, passagens e hospedagem, o homem diz esperar que a situação chame a atenção para a falta de espaços adequados para pedaladas na capital do país.
Via: G1
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