08/02/2026 16:40

PF prende grupo de extermínio que cobrava R$ 250 mil para espionar ministros do STF

PF prende grupo de extermínio que cobrava R$ 250 mil para espionar ministros do STF

PF prende grupo de extermínio que cobrava R$ 250 mil para espionar ministros do STF; grupo executou advogado A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quarta-feira (28) cinco pessoas que faziam parte de um grupo que cobrava R$250 mil para monitorar e matar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Além dos integrantes da Suprema Corte, a “agência de extermínio” também cobrava R$150 mil se o alvo fosse senador e R$100 mil para deputado. De acordo com a apuração, o grupo mantinha uma tabela de preços de espionagem conforme o perfil do alvo: Ministros do STF: R$ 250 mil;Senadores: R$ 150 mil;Deputados: R$ 100 mil.Esta é a sétima fase da operação que apura o suposto esquema de venda de decisões judiciais nos tribunais de Mato Grosso e no STJ. Foi durante as investigações do esquema que a organização criminosa voltada para a prática de homicídios por encomenda e monitoramento ilegal foi descoberta. O grupo se autodenominava “Comando C4”, sigla para “Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos”. Sessão plenária do STF.Foto: Gustavo Moreno/STF Via Portal PE10

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Fraude no INSS: perícia em material apreendido mobiliza PF de 12 estados

Fraude no INSS: perícia em material apreendido mobiliza PF de 12 estados

Peritos da Polícia Federal (PF) de 12 estados trabalham no material apreendido pela operação deflagrada contra o esquema de fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Depoimentos só devem ser marcados após essa etapa Os itens e bens apreendidos estão nos estados de origem de cada inquérito. Em São Paulo, por exemplo, agentes da PF analisam quadros e obras de arte para verificar a autenticidade e o valor de cada material. Já na sede da Polícia Federal de Sergipe, a corporação pericia carros de luxo. Em todos os estados, há computadores e celulares apreendidos. Conversas, anexos e ligações presentes nos dispositivos são analisados. Os agentes também se debruçam na análise de cadernos, anotações e documentos. Segundo peritos, as anotações e os equipamentos eletrônicos são analisados por equipes distintas, sem a necessidade de uma ordem específica entre esses trabalhos. Ou seja, não é preciso terminar a perícia de um item para iniciar a de outro. No caso de notebooks e celulares, as equipes também são diferentes, mas elas realizam as análises simultaneamente, ou seja, trabalham em paralelo. Via PE Notícias

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Operação deflagrada pela PF erradica 434 mil pés de maconha e destroi 2,2 toneladas no Sertão

Operação deflagrada pela PF erradica 434 mil pés de maconha e destroi 2,2 toneladas no Sertão

A Polícia Federal (PF) em Salgueiro (PE), Sertão Central, erradicou, entre os dias 1º de abril e 14 de maio deste ano, quase 434 mil pés de maconha que estavam em 69 plantios, além de destruir de 2,2 toneladas da erva prontas para o consumo. Os plantios foram localizados através de levantamentos feitos pela PF em Salgueiro, Cabrobó, Orocó, Belém do São Francisco, Ibimirim e Serra Talhada, no Sertão pernambucano; e Manaíra, na Paraíba. A ação contou também com a participação da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE) através de policiais civis, militares, bombeiros e penais e com duas aeronaves – sendo uma do Grupo Tático Aéreo da SDS-PE e a outra da Coordenação de Aviação Operacional/PF. Os policiais trabalharam com incursões terrestres e fluviais, com o emprego de botes infláveis. Caso os 434 mil pés de maconha fossem colhidos, prensados e colocados no mercado consumidor, daria para se produzir 144 toneladas de maconha. A PF não informou se houve detidos durante a operação, batizada de ‘Carcará – Fase III’. Via Blog Carlos Britto

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Apontado como sucessor de Marcola no PCC é preso pela Polícia Federal na Bolívia

Apontado como sucessor de Marcola no PCC é preso pela Polícia Federal na Bolívia

Apontado como sucessor de Marcola no controle da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), um homem conhecido como Tuta foi preso pela Polícia Federal na última sexta-feira (16) em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Tuta, que tem como nome de batismo Marcos Roberto de Almeida, estava foragido e foi detido com o apoio da Fuerza Especial de Lucha contra el Crimen da Bolívia. Segundo o portal G1, a PF afirmou que a prisão é de um “brasileiro por uso de documento falso na cidade de Santa Cruz de la Sierra”. A polícia boliviana afirma que o homem detido se apresentou em um centro comercial da cidade usando o nome de Maycon Gonçalves da Silva e tentava renovar a Cédula de identidade de Estrangeiro (CEI), documentação necessária para os não-bolivianos que residem no país. O nome foi então procurado no sistema internacional de estrangeiros e surgiu uma mensagem de que se tratava de um procurado pela Interpol com o nome constado na Lista de Difusão Vermelha. A PF foi comunicada logo em seguida. Tuta segue preso sob a suspeita de uso de documentos falsos e falsidade ideológica. De acordo com a PF, até a noite de sexta-feira (16) o acusado permanecia sob a custódia de autoridades bolivianas e aguardando a confirmação de sua identidade original e os procedimentos que podem vir a resultar em sua expulsão e extradição ao Brasil. O criminoso é Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, que já chegou a ser apontado como o número 1 da facção fora dos presídios Via Portal PE10

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Policiais da 4ª CIPM prendem homem por violência doméstica em Petrolândia-PE

Na noite da sexta-feira (09/05), por volta das 21h40, policiais militares da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (4ª CIPM) foram acionados para averiguar uma denúncia de agressão doméstica na Agrovila 05 do Projeto Mandantes, zona rural de Petrolândia, no Sertão de Pernambuco. Ao chegarem ao local, os militares constataram a veracidade da denúncia. O agressor foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Petrolândia para a adoção das medidas cabíveis. A ocorrência resultou na lavratura de um Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD). A 4ª CIPM, sob o comando do Tenente-Coronel PM Fradiki e subcomando do Major PM Rozendo, reforça seu compromisso no combate à violência contra a mulher e na proteção da integridade das famílias sertanejas. Disk Denúncia: 190 | (87) 99675-6614 Por Redação | Informações: Seção de Comunicação da 4ª CIPM

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GATI da 2ª CIPM, NI/25 e Polícia Federal erradicam plantios de maconha na Ilha de Assunção em Cabrobó

GATI da 2ª CIPM, NI/25 e Polícia Federal erradicam plantios de maconha na Ilha de Assunção em Cabrobó

este domingo (4) durante a Operação Carcará, fase III, em ação conjunta entre as equipes GATI, NI-25, MALHAS DA LEI, todos da 2ª CIPM e Polícia Federal – DPF de Salgueiro, após troca de informações entre as equipes, foram localizados, erradicados e incinerados 2 plantios de maconha na Aldeia Lameirão, Ilha de Assunção, zona rural de Cabrobó. O primeiro nas coordenadas -8.543182, -39.349059 contendo, aproximadamente, 1.860 pés distribuídos em 310 covas. O segundo nas localização -8.542702, -39.349515 contendo, aproximadamente, 1.440 pés distribuídos em 240 covas. A ocorrência foi apresentada na DPC de Cabrobó e em seguida encaminhada para DPC de Santa Maria da Boa Vista, onde foram adotadas as medidas legáveis cabíveis. RESULTADO DA OCORRÊNCIA:– 02 ROÇAS ERRADICADAS;– 01 INQUÉRITO POR PORTARIA;– 3.300 PÉS DE MACONHA ERRADICADOS E INCINERADOS;– 01 PONTO DEBELADO. Via Blog Didi Galvão

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Fraude no INSS: associações investigadas foram criadas com assinaturas falsas

Fraude no INSS: associações investigadas foram criadas com assinaturas falsas

Perícia realizada pela Polícia Federal descobriu que duas associações investigadas no esquema de fraude do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que atingiu pelo menos 4 milhões de aposentados e pensionistas foram criadas com documentos que continham assinaturas falsas. As informações são do programa Fantástico, da TV Globo. No ano de 2019, o INSS passou a permitir que associações, como as investigadas, que ficam em Sergipe, recolhessem contribuições de forma automática, descontadas direto das folhas de pagamento dos aposentados. Existia apenas uma condição: que um documento comprovasse a associação do beneficiário de forma voluntária. Essa prova poderia ser uma simples assinatura. Foi assim, então, que a fraude começou. Os descontos ilegais nos contracheques foram identificados como contribuição, seguido do nome de uma associação e de um número de telefone. Os valores variavam de R$ 30 a R$ 50 e alguns beneficiários não percebiam para quem o dinheiro estava sendo enviado. Seis suspeitos foram presos até o momento depois de a perícia comparar assinaturas entregues por uma aposentada de Feira de Santana com documentos fraudados usados por uma das associações para autorizar os descontos. “A assinatura que foi posta no termo de filiação e na autorização de desconto são falsificadas. Nós identificamos elementos que apontam o nascimento dessas entidades, já com cometimento de crimes”, disse o delegado Carlos César Pereira de Melo. As entidades investigadas são a Associação Universo e a APDAP PREV. A investigação aponta que as duas entidades seriam controladas pelos empresários Alexsandro Prado Santos, o Lequinho, e Sandro Temer de Oliveira. Os dois foram presos na operação. As quantias transferidas do INSS para as duas associações eram distribuídas para empresas em nome de laranjas. A defesa de Alexsandro Prado Santos e Sandro Temer de Oliveira não quis se manifestar. Via PE Notícias

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Alvo da Polícia Federal por desviar R$ 3,5 bi fazia suruba em mansão com mulheres andando nuas pelas ruas

Alvo da Polícia Federal por desviar R$ 3,5 bi fazia suruba em mansão com mulheres andando nuas pelas ruas

Um dos principais alvos da operação Teatro Invisível II, da Polícia Federal, suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida em obstrução de Justiça, caixa dois, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro, torrava o dinheiro do crime como festas regadas a sexo e álcool. As surubas que ocorriam na mansão em um condomínio de alto padrão, em Vargem Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, extravasavam os muros do casarão, com mulheres andando nuas pelas ruas do residencial A operação deflagrada pela PF nessa quarta-feira (16/4), cumpriu mandado de busca e apreensão na “mansão da suruba”. Em um vídeo obtido pela coluna, duas garotas de programa completamente nuas acompanham o dono da casa até a porta de entrada. Um segurança em uma motocicleta havia tocado a campainha para que o proprietário abaixasse o volume da música. Incrédulo, o segurança ficou sem reação ao ver as duas mulheres nuas andando em sua direção. Debochado, o dono da festa desdenhou do pedido. “Pode multar irmão, multa ai, R$ 5 mil, R$ 10 mi. Tem como baixar o som?! Olha aí as peças”, disse. Após a negativa, as mulheres retornam para dentro do casa e a festa continua. Uma das prostitutas chegou a publicar o vídeo em seu perfil em uma plataforma de conteúdo adulto. A operação Policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos nas cidades de Cabo Frio, Itaguaí, Mangaratiba e Rio de Janeiro (RJ), além de Juiz de Fora (MG). A Justiça Federal também determinou o bloqueio de valores nas contas dos investigados, totalizando R$ 3,5 bilhões, além da suspensão das atividades de oito empresas envolvidas no esquema. A nova fase da operação é um desdobramento da primeira etapa da Teatro Invisível, deflagrada em setembro de 2024. A partir da análise de materiais apreendidos anteriormente, a PF descobriu que o grupo destruiu provas digitais que poderiam incriminar seus integrantes, em uma tentativa clara de obstrução de Justiça. Por Portal PE10

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PF indicia Bruno Henrique, do Flamengo, por fraude em jogo; diálogos mostram jogador combinando fraude com irmão e cunhada e prima

PF indicia Bruno Henrique, do Flamengo, por fraude em jogo; diálogos mostram jogador combinando fraude com irmão e cunhada e prima

Todos os suspeitos de envolvimento no suposto esquema foram alvos de uma operação de busca e apreensão realizada em novembro do ano passado. A Polícia Federal indiciou o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, sob suspeita de ter forçado a aplicação de um cartão amarelo durante uma partida contra o Santos, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2023, com o objetivo de favorecer apostadores. Um relatório revela capturas de tela de conversas entre o jogador e familiares nos dias que antecederam o jogo. Todos os suspeitos de envolvimento no suposto esquema foram alvos de uma operação de busca e apreensão realizada em novembro do ano passado, ocasião em que seus celulares foram confiscados. Confira as mensagens:A PF identificou trocas de mensagens entre Bruno Henrique e seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior. No relatório, consta uma conversa entre os dois datada de 29 de agosto de 2023 — cerca de dois meses antes do confronto com o Santos.

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PF faz operação contra caixa dois, fraudes e bloqueia R$ 3,5 bilhões

PF faz operação contra caixa dois, fraudes e bloqueia R$ 3,5 bilhões

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (16), a Operação Teatro Invisível II, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa envolvida em obstrução de justiça, caixa dois, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro. O grupo é investigado por causar um prejuízo estimado em R$ 3,5 bilhões aos cofres públicos. Policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos nas cidades de Cabo Frio, Itaguaí, Mangaratiba e Rio de Janeiro (RJ), além de Juiz de Fora (MG). A Justiça Federal também determinou o bloqueio de valores nas contas dos investigados, totalizando R$ 3,5 bilhões, além da suspensão das atividades de oito empresas envolvidas no esquema. A nova fase da operação é um desdobramento da primeira etapa da Teatro Invisível, deflagrada em setembro de 2024. A partir da análise de materiais apreendidos anteriormente, a PF descobriu que o grupo destruiu provas digitais que poderiam incriminar seus integrantes, em uma tentativa clara de obstrução da Justiça. As investigações também identificaram o uso de recursos não declarados à Justiça Eleitoral, que teriam sido utilizados para financiar campanhas políticas nas eleições de 2024. Parte dos envolvidos é proprietária de empresas que fraudaram a competitividade de licitações em municípios do Rio de Janeiro, como Cabo Frio, Itaguaí, Mangaratiba e São João de Meriti. Lavagem de dinheiro Os investigadores reuniram novas provas contundentes da prática de lavagem de dinheiro estruturada e recorrente. O esquema incluía a utilização de contas de passagem, movimentações em dinheiro vivo, empresas com alto volume de atividades e aquisição de bens de luxo para ocultar a origem ilícita dos recursos. A investigação segue em andamento para identificar outros envolvidos e possíveis ramificações do esquema. Se condenados, os investigados podem cumprir penas que somadas ultrapassam 27 anos de prisão. Do Metrópoles

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