11/02/2026 09:29

Piloto da companhia aérea Latam é preso dentro de avião suspeito de manter rede de abuso sexual infantil

Piloto da companhia aérea Latam é preso dentro de avião suspeito de manter rede de abuso sexual infantil

Segundo as investigações, ele levava para motéis menores de idade com documento falso Um piloto da companhia aérea Latam foi preso na manhã desta segunda-feira (9) dentro de um avião no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, acusado de manter uma rede de abuso sexual de menores de idades havia oito anos. Ele já estava na cabine da aeronave, que ia para o Rio de Janeiro, quando foi abordado pelos policiais. Segundo as investigações do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o homem, Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, é suspeito de abusar sexualmente de crianças, com idades de 11, 12 e 15 anos à época. Ele foi levado para o DHPP. A defesa dele não foi localizada pela reportagem. A operação, batizada de Apertem os Cintos, investiga, entre outros crimes, estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e exploração sexual de criança e adolescente. Os policiais apuraram que ele levava para motéis menores de idade com documento falso. Uma mulher de 55 anos também foi presa acusada de aliciar suas próprias netas crianças e adolescentes. Havia mandados de prisão temporária contra ambos. Equipes policiais estão a caminho da cidade de Guararema, onde o piloto mora, para fazer a apreensão de computadores e outros documentos. A reportagem entrou em contato com a Latam, a Aena, concessionária que administra o aeroporto, e a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aguarda retorno. Por Prtal PE10

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PF diz que foram encontradas alterações neurológicas em exame de Bolsonaro

PF diz que foram encontradas alterações neurológicas em exame de Bolsonaro

Em laudo médico divulgado nesta sexta-feira (6), a PF (Polícia Federal) afirmou que foram encontradas alterações neurológicas em exames do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Papudinha, em Brasília. “O histórico de queda recente e desequilíbrio ao deambular direcionou a perícia para um exame neurológico cuidadoso. Dessa forma, foram encontradas alterações neurológicas no exame físico e aventadas hipóteses relacionadas com as demais informações coletadas do caso”, diz a PF. Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve no início deste ano ao cair durante a madrugada e bater a cabeça em um móvel na sua cela, quando ainda cumpria pena na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília. “Há possibilidade de déficit de micronutrientes, especificamente hipovitaminose do complexo B (principalmente vitamina B12 e ácido fólico), haja vista a idade, DRGE com uso crônico de inibidor da bomba de prótons e constatação de uma dieta pouco variada e pobre em frutas, verduras, legumes, laticínios, ovos e outras proteínas” continuou a PF. “Outra hipótese é a interação medicamentosa, haja vista o periciado fazer uso de diversos fármacos, condição chamada de polifarmácia e que é fator extrínseco reconhecido para o aumento do risco de eventos adversos”, prosseguiu. A corporação ainda afirmou que “o uso concomitante especialmente de medicamentos que atuam no sistema nervoso central e cardiovascular cria, portanto, um cenário farmacológico de risco, no qual os possíveis efeitos adversos — sedação, letargia, tontura, lentificação psicomotora e hipotensão postural — apresentam relação com o risco de queda”. O documento da PF constatou que o ex-presidente tem recebido tratamento médico adequado na Papudinha, onde cumpre pena desde 15 de janeiro. Com o resultado, as chances de Bolsonaro ser transferido para uma prisão domiciliar fica mais distante. Manifestação sobre o laudo O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a defesa de Jair Bolsonaro (PL) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestem, em até cinco dias, a respeito do laudo médico realizado pela PF no ex-presidente. Na manifestação, ambos também podem pedir complementações. No despacho, ele diz ainda que não há “qualquer necessidade de manutenção do sigilo da documentação juntada pela Polícia Federal”. As informações são da CNN.

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Seis prefeituras são alvo da PF por fraude milionária na Saúde; polícia acha pilha de dinheiro dentro de caixa de isopor

Seis prefeituras são alvo da PF por fraude milionária na Saúde; polícia acha pilha de dinheiro dentro de caixa de isopor

A Polícia Federal (PF) realizou, na manhã desta terça-feira (27/1), uma ampla operação no Rio Grande do Norte para apurar suspeitas de fraudes em contratos da área da saúde e possíveis desvios de recursos públicos envolvendo prefeituras do estado. Um dos principais alvos é o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), além de outros gestores municipais e agentes públicos. Ao menos seis prefeituras são investigadas, como São Miguel, Serra do Mel, José da Penha, Tibau e Paraú. A ação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e resultou no cumprimento de dezenas de mandados de busca e apreensão em diferentes municípios potiguares. As buscas ocorreram em Mossoró, Natal, Paraú, São Miguel, Upanema, Serra do Mel, Pau dos Ferros e José da Penha. Ao todo, 35 mandados foram executados no estado. As investigações apontam para irregularidades em contratos firmados para o fornecimento de medicamentos e insumos médicos à rede pública. Empresas sediadas no Rio Grande do Norte teriam atuado junto a administrações municipais de diferentes regiões do país, com indícios de superfaturamento, falhas na execução contratual e pagamentos por produtos que não teriam sido entregues. Relatórios de auditoria da CGU identificaram inconsistências recorrentes, como fornecimento de materiais fora das especificações previstas em contrato e preços acima dos valores de mercado. A apuração também investiga a atuação de empresários e intermediários no esquema. Durante as diligências, a Polícia Federal apreendeu dinheiro em espécie na residência de um dos sócios de empresa investigada. O valor não foi divulgado. Os investigados poderão responder por crimes como fraude em licitações, desvio de recursos públicos e outras infrações contra a administração pública. A operação segue em andamento, e novas medidas não estão descartadas.

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PF faz buscas contra gestores do Rioprevidência e investiga aplicações de quase R$ 1 bilhão no Banco Master; presidente e diretores são alvo de buscas

PF faz buscas contra gestores do Rioprevidência e investiga aplicações de quase R$ 1 bilhão no Banco Master; presidente e diretores são alvo de buscas

O presidente e diretores do Rioprevidência, o Regime Próprio de Previdência Social do Rio de Janeiro, são alvo de buscas pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (23), na Operação Barco de Papel, dentro das investigações sobre o Banco Master. O Rioprevidência afirmou ter feito nos últimos anos aportes de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Daniel Vorcaro. A PF considera que essas operações financeiras, supostamente irregulares, “expuseram o patrimônio da autarquia a risco elevado e incompatível com sua finalidade”. O fundo estadual é responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a 235 mil servidores do RJ e seus dependentes, como aposentadorias e pensões. “A investigação, iniciada em novembro, visa apurar um conjunto de 9 operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões de recursos pertencentes à autarquia em Letras Financeiras emitidas por banco privado”, declarou a PF. Agentes saíram para cumprir 4 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal. Um dos endereços é a casa do presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, em Botafogo. A equipe precisou pular o portão para entrar. Deivis não estava: ele embarcou no dia 15 para os Estados Unidos. Também são alvos Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de investimentos, e Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-diretor de investimentos interino. Na casa de Eucherio, a PF apreendeu R$ 3.760 em notas novas em uma mochila. Por Pernambuco Notícias

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Operação da PF: Funcionários da Caixa são suspeitos de fraudes com empréstimos consignados em Pernambuco

Operação da PF: Funcionários da Caixa são suspeitos de fraudes com empréstimos consignados em Pernambuco

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Gravatá e de Sairé/PE A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (21/1), a Operação Senha Remota, com o objetivo de desarticular esquema criminoso voltado à prática de fraudes bancárias envolvendo empréstimos consignados. Entre os crimes apurados, estão estelionato majorado, falsidade documental, inserção de dados falsos em sistema bancário, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 31ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Caruaru/PE, nos municípios de Gravatá e de Sairé, ambos em Pernambuco. As ações têm como finalidade a apreensão de evidências digitais e documentais, como celulares, computadores, comprovantes bancários e registros de transações eletrônicas utilizados nas fraudes. A Justiça Federal determinou o sequestro e o bloqueio de bens e de ativos financeiros em valor superior a R$ 400 mil, correspondente ao prejuízo estimado às vítimas. As medidas buscam assegurar o eventual ressarcimento dos danos, por meio da preservação do patrimônio dos investigados que teriam se beneficiado dos recursos ilícitos. As investigações revelam a existência de um esquema estruturado, caracterizado pela abertura de contas bancárias com documentação falsificada, criação indevida de senhas de acesso e posterior movimentação dos recursos em benefício de terceiros. O material apreendido durante a operação permite aprofundar a análise dos fluxos financeiros, confirmar a materialidade delitiva, identificar outros possíveis envolvidos e dimensionar com precisão o montante total dos valores desviados. Por Portal PE10

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Veja como funciona a tecnologia da PF que extrai dados de celulares mesmo desligados

Veja como funciona a tecnologia da PF que extrai dados de celulares mesmo desligados

A Polícia Federal tem utilizado tecnologias avançadas para extrair dados de celulares apreendidos em investigações, mesmo quando os aparelhos estão desligados ou protegidos por senha. Essa capacidade técnica, exclusiva no Brasil, tem ampliado o alcance das investigações criminais, permitindo o acesso a informações que antes eram consideradas inacessíveis. Para garantir a integridade dos dados, os celulares são inicialmente isolados em recipientes chamados “gaiolas de Faraday”, que bloqueiam qualquer comunicação externa via redes móveis, Wi-Fi ou Bluetooth. Isso impede que os dados sejam apagados remotamente por terceiros. Em seguida, peritos utilizam softwares especializados, como o israelense Cellebrite e o americano Greykey, que tentam quebrar as senhas de bloqueio e realizar a extração dos dados via conexão direta por cabo USB. Quando os aparelhos estão desligados ou danificados, a Polícia Federal recorre à técnica conhecida como “chip off”, que consiste em desmontar o dispositivo para acessar diretamente a memória interna, transferindo os dados para outro equipamento para análise. Os dados extraídos abrangem mensagens, fotos, vídeos, e-mails, registros de aplicativos, contatos, histórico de chamadas, localização e até informações apagadas, formando um dossiê eletrônico completo da rotina dos investigados. Todo o processo é realizado com rigor técnico e legal, respeitando a cadeia de custódia das provas e exigindo autorização judicial para o uso das informações. Essa tecnologia tem sido fundamental em investigações que envolvem agentes públicos, empresários e outras figuras de destaque, contribuindo para a elucidação de crimes complexos no país. Por Portal ChicoSabeTudo

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Operação Check-up 192, da PF, que apura fraudes na manutenção de ambulâncias do SAMU mira servidores municipais

Operação Check-up 192, da PF, que apura fraudes na manutenção de ambulâncias do SAMU mira servidores municipais

Operação Check-up 192 investiga fraudes no SAMU de Goiânia. Mandados são cumpridos na região metropolitana A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã desta sexta-feira (28/11) a Operação Check-up 192. O objetivo é apurar desvios de recursos públicos e fraudes na manutenção de ambulâncias do SAMU. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Goiânia e Aparecida de Goiânia, expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Goiás, em endereços vinculados a servidores públicos municipais, empresas e pessoas físicas investigadas por envolvimento no esquema fraudulento. A investigação revelou que, entre 2022 e 2024, parte da frota estava inativa, mas continuava gerando despesas como se estivesse em funcionamento. Apurou-se a existência de serviços simulados, superfaturados e a emissão de notas frias por oficinas irregulares. Os reparos reais seriam feitos em uma oficina clandestina. Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato, inserção de dados falsos em sistema de informações e associação criminosa. Por Portal PE10

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PF faz operação contra rede de produção e venda ilegal de Mounjaro em Pernambuco e outros estados

PF faz operação contra rede de produção e venda ilegal de Mounjaro em Pernambuco e outros estados

Operação da PF contra organização acusada de produção e venda ilegal de Mounjaro — Foto: Reprodução/PF A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (27/11), uma operação contra uma rede dedicada à produção, fracionamento e venda ilegal de Mounjaro, princípio ativo usado em medicamentos injetáveis para tratamento de diabetes e obesidade. São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em clínicas, laboratórios, estabelecimentos comerciais e residências ligadas aos investigados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco. “As medidas cumpridas hoje visam interromper a atividade ilícita, identificar os responsáveis pela cadeia de produção e distribuição e recolher documentos, equipamentos e insumos que auxiliem na análise laboratorial e perícia técnica dos materiais apreendidos”, afirma a instituição. A operação conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das Vigilâncias Sanitárias dos estados de São Paulo, Bahia e Pernambuco. Via Portal PE10

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Ator é preso em flagrante pela PF em Pernambuco por armazenamento de material ilegal

Ator é preso em flagrante pela PF em Pernambuco por armazenamento de material ilegal

FOTO: POLÍCIA FEDERAL Operação Desenrolado cumpriu mandados na Zona Norte da capital pernambucana. Um ator e produtor de eventos, de 46 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Federal em Pernambuco (PF-PE) na Zona Norte do Recife, por suspeita de armazenar material ilegal envolvendo crianças e adolescentes. A prisão ocorreu durante a Operação Desenrolado, deflagrada na quarta-feira (19) e divulgada na noite da quinta (20). A operação teve como foco o combate a crimes digitais relacionados à exploração infantil, incluindo armazenamento, divulgação e produção de imagens e vídeos. Segundo a PF, os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros de Campo Grande e Ilha Joana Bezerra, também no Recife. Durante a ação, foram recolhidos computadores, celulares, notebooks e mídias diversas, que passarão por exames periciais para identificar eventuais provas dos crimes investigados. As investigações são parte de dois inquéritos distintos iniciados em 2024. De acordo com a Polícia Federal, os envolvidos poderão responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. As penas previstas podem variar entre 8 e 18 anos de reclusão, dependendo da gravidade e do envolvimento de cada suspeito. Todo o material apreendido será analisado com o objetivo de confirmar ou descartar a prática de crimes digitais ligados ao abuso de menores por meio da internet. Por Pernambuco Notícias

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Golpe em aposentados: Ex-presidente do INSS é preso pela PF em operação contra descontos ilegais

Golpe em aposentados: Ex-presidente do INSS é preso pela PF em operação contra descontos ilegais

O ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto foi preso nesta quinta-feira (13) durante operação da Polícia Federal (PF) que investiga o esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS. Stefanutto foi demitido do cargo em abril, após ser afastado da função quando o escândalo de fraudes ao órgão se tornou público. As investigações revelaram um esquema criminoso para realizar descontos irregulares de valores recebidos por aposentados e pensionistas do INSS, ocorridos no período de 2019 a 2024. Os desvios, conforme as investigações, podem chegar a R$ 6,3 bilhões. Em nota, a defesa de Stefanutto afirmou que não teve acesso ao teor da decisão e que “segue confiante, diante dos fatos, de que comprovará a inocência dele ao final dos procedimentos relacionados ao caso” Via Portal PE10

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