08/02/2026 07:11

Programa Mães de Pernambuco oferece mais 8 mil vagas para mulheres receberem auxílio mensal de R$ 300; veja como se inscrever

Programa Mães de Pernambuco oferece mais 8 mil vagas para mulheres receberem auxílio mensal de R$ 300; veja como se inscrever

Mais 8.520 vagas foram disponibilizadas pelo governo do estado para mulheres de baixa renda receberem o auxílio mensal de R$ 300 oferecido pelo programa Mães de Pernambuco. O prazo para se cadastrar nessa iniciativa, voltada para quem recebe o Bolsa Família, teve início na segunda-feira (23) e segue até o dia 19 de janeiro, pela internet. De acordo com o governo estadual, desde o lançamento desse programa, em março, cerca de 106 mil mulheres foram beneficiadas. As novas oportunidades incluem 1.642 vagas para as mulheres mais vulneráveis mapeadas pela Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS) e 6.878 vagas recém-abertas para quem aguarda na fila de espera. As mulheres que se cadastrarem nesse novo ciclo de confirmação começarão a receber o benefício em fevereiro de 2025, sempre no 5º dia útil do mês, segundo a gestão. Quem pode se cadastrarPodem se inscrever no programa Mães de Pernambuco as mulheres que cumprem, simultaneamente, os seguintes critérios: Ser responsável familiar;Morar em Pernambuco;Ser beneficiária do Bolsa Família com dados do Cadastro Único (CadÚnico) atualizados;Estar gestante, ser mãe ou responsável por criança de até 6 anos;Não ter vínculo empregatício formal.Como se inscreverÉ preciso acessar o site e, em seguida, informar o Número de Identificação Social (NIS) e a data de nascimento;O sistema, de forma automática, vai informar se a mulher está elegível e dentro das vagas. Em caso positivo, basta confirmar o interesse em participar do programa. Se não estiver dentro das vagas, a mulher será informada sobre sua posição na fila de espera;Os cartões para recebimento do benefício serão entregues na casa das beneficiadas, mas, em caso de não recebimento, o valor também pode ser sacado nas agências da Caixa Econômica Federal, apresentando documento com foto;Também é possível movimentar o valor por meio do aplicativo Caixa Tem;Em caso de dificuldades, é possível entrar em contato com a Ouvidoria Social pelo e-mail ouvidoria@sas.pe.gov.br ou através de uma ligação gratuita para o telefone 0800.081.4421, informando nome completo, CPF e NIS. Por G1/Caruaru

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Construtoras querem atrair público do Bolsa Família para trabalhar no canteiro de obras

Construtoras querem atrair público do Bolsa Família para trabalhar no canteiro de obras

Perto de bater o recorde de contratações e com dificuldades de atrair novos trabalhadores, as construtoras estão formulando uma proposta a ser apresentada ao governo para estimular a população atendida por programas sociais, como o Bolsa Família, a se apresentar para trabalhar nos canteiros de obras. Na visão dos empresários, os programas sociais se tornaram “concorrentes” uma vez que a maior parte das pessoas que recebe auxílio fica de fora do mercado de trabalho formal. “Precisamos dos programas sociais no Brasil, mas eles são nossos concorrentes”, afirmou Rubens Menin, fundador da MRV. “Estamos fazendo a nossa parte em capacitar e melhorar a produtividade, bem como melhorar a qualidade das vagas. A construção civil não é mais aquela de antigamente. Temos bons empregos e com boa remuneração”, argumentou. “Temos de levar uma proposta oficial ao presidente Lula para essas pessoas resgatarem a possibilidade de entrar no mercado de trabalho e melhorar as suas condições de vida”, defendeu o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e sócio da Plano & Plano, Rodrigo Luna. “Somos um país pobre e que precisa cuidar do lado social. Mas também precisamos criar políticas que resgatem a dignidade das pessoas e proporcionem oportunidades para que se tornem autossuficientes”. Por enquanto, a proposta do setor está em gestação. Ela envolve uma possível campanha das vantagens de se trabalhar nas obras até sugerir parâmetros mais flexíveis que os atuais para o público trabalhar sem perder a bolsa. O pano de fundo é que as construtoras estão com dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, o que as obriga a pagar salários mais altos para atrair candidatos. O setor está aquecido e atingiu a marca de 2,9 milhões de empregos formais, puxado por obras comerciais e residenciais, especialmente do Minha Casa, Minha Vida. Este é o maior nível de emprego em uma década, chegando perto do recorde histórico, que foi de 3,1 milhões em 2014. O salário médio de admissão (primeiro emprego) na construção está em R$ 2.315, o terceiro mais alto, atrás apenas de finanças, com R$ 2.324; e administração e serviços públicos, com R$ 2.455, segundo o Ministério do Trabalho. “Um bom oficial de carpintaria ganha mais de R$ 10 mil em obra”, citou Luna. Por sua vez, Menin alertou que a falta de trabalhadores gera inflação e pode atrapalhar a produção. “Já tivemos dificuldade com mão de obra no passado e, se não fizermos nada, teremos alguma dificuldade na indústria, especialmente nos grandes centros”, apontou. A professora do Insper e especialista em políticas públicas, Laura Muller Machado, defendeu o papel do Bolsa Família. “As pessoas não se sujeitam a trabalhar por menos do que já recebem no programa. A meu ver, isso é bom. Como sociedade, não queremos que as pessoas trabalhem por tão pouco. O programa foi um mecanismo de combate à miséria e ao trabalho escravo, por exemplo”, disse. Por outro lado, ressalta a importância de aprimoramentos. “É preciso que empresários ofereçam salários e condições de emprego mais atrativos. E do lado do governo, mecanismos de saída do benefício rumo ao mercado de trabalho”, defendeu. Emprego no Bolsa Família Criado há 21 anos, o Bolsa Família atende 20,7 milhões de famílias com um valor médio de R$ 684 por mês. Para ter direito ao benefício, a renda de cada pessoa da família deve ser de até R$ 218 por mês. Não é verdade que essa população não trabalha. Ao menos 2,8 milhões de famílias (13,5%) têm um membro com carteira assinada, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social. Neste ano, os beneficiários ficaram com 56% de 1,5 milhão de vagas formais geradas. Além disso, há muitos beneficiários em postos informais, como faxineiras, jardineiros, feirantes, pedreiros, motoristas, entregadores, entre outros, cuja quantidade exata não é bem conhecida. Desde o ano passado, o Bolsa Família ganhou uma regra que garante a manutenção do benefício às pessoas que assinam a carteira de trabalho. O objetivo foi incentivar a procura por emprego. Chamada ‘Regra de Proteção’, ela prevê que famílias em que a renda subir acima de R$ 218 por pessoa sigam recebendo benefícios. Para isso, o aumento de renda não pode ultrapassar meio salário mínimo (R$ 706) por indivíduo. Nessas condições, passam a receber 50% do valor regular do benefício por até 24 meses. O problema, na visão de Machado, é que o trabalho formal muitas vezes não dá segurança suficiente para essa população topar a mudança. “Caminhar do benefício para o mercado de trabalho é difícil. O mercado é incerto em termos de continuidade da vaga e do salário. Perder a bolsa integral assusta, até porque as pessoas de menor escolaridade são cada vez mais expulsas do mercado de trabalho. O ideal seria ter um prêmio e uma redução gradual do benefício”, defendeu. Por Estadão

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Bolsa Família e BPC: governo propõe biometria obrigatória e regras mais duras

Bolsa Família e BPC: governo propõe biometria obrigatória e regras mais duras

No pacote de corte de gastos, o uso de biometria é uma das medidas para tornar mais rigorosa a concessão de benefícios sociais. Quase 6 milhões recebem hoje o BPC, o Benefício de Prestação Continuada. No início do governo, há quase 3 anos, eram 5 milhões. São idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência de qualquer idade, com renda familiar por pessoa igual ou menor que 25% do salário mínimo. Hoje, R$ 353. O governo quer tornar mais rigorosas as regras de concessão. O projeto torna a biometria obrigatória para pedidos novos e atualizações de cadastro. Se for aprovado, a concessão de benefício passa a considerar a renda de casais, mesmo que não vivam juntos, e de irmãos, filhos e enteados que moram numa mesma casa. O governo também quer incluir na lei mudanças nos critérios para que uma pessoa seja considerada com deficiência. Pela proposta, a concessão administrativa ou judicial será para pessoas incapacitadas para o trabalho e para uma vida independente. E não poderá ter acesso ao BPC quem tiver bens e direitos acima do limite de isenção da declaração anual do Imposto de Renda. Esses bens incluem imóveis rurais sem investimentos. Do Portal PE10

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6ª ExpoSertão impulsiona economia e atrai grande público em Petrolândia; VEJA FOTOS E VÍDEOS!

A 6ª edição da ExpoSertão, Feira de Empreendedorismo e Negócios de Petrolândia, realizada nos dias 29, 30 de novembro e 1º de dezembro, na Orla Fluvial, foi um marco para a economia e a cultura da região. Com estandes variados, o evento reuniu negócios dos mais diversos segmentos, fomentando o empreendedorismo local e atraindo centenas de visitantes.

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Programa “Pé de Meia” beneficia mais de 262 mil estudantes pernambucanos

O Programa ‘Pé-de-Meia’ está beneficiando 256,2 mil estudantes de Pernambuco, desde que foi ampliado para também beneficiar estudantes com Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal e alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Antes da ampliação, a poupança do ensino médio chegava a 195,9 mil estudantes com Bolsa Família. O Ministério da Educação (MEC) está investindo R$ 682,8 milhões no estado, somente no primeiro ano do programa.

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Shineray anuncia sua moto que custa menos de R$ 8.5 mil e faz 40 km/l!

No campo competitivo das motocicletas, o mercado brasileiro se depara com uma nova disputa. A introdução da Shineray Worker 125 é a mais recente tentativa de desestabilizar a dominância da Honda com sua renomada Pop 110. Com um custo surpreendentemente acessível, essa nova máquina chega com a promessa de oferecer uma combinação atraente de economia e estilo.

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Erro no sistema do Nubank permite saques indevidos e leva a prisões em várias cidades

Uma falha no sistema do Nubank entre a noite de quinta-feira e a madrugada de sexta-feira (8) gerou uma série de saques indevidos, permitindo que clientes retirassem dinheiro na função crédito, mesmo sem limite disponível. O problema afetou também os saques em débito, que ficaram temporariamente indisponíveis, e gerou duplicação de cobranças nas faturas de alguns clientes.

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