Poeta petrolandense Antônio de Souza Cruz compartilha reflexão sobre desilusões no poema “Quanta Ilusão”
“Quantas ilusões eu promulguei dentro de mim, quando, inocentemente, a você abri espaço em minha vida e a trouxe para dentro do meu ser. Pela inocência, não vi a maldade por trás do teu sorriso lindo e encantador. Que lamentável seja saber que não eram verdades; a doçura exposta em teu sorriso era tudo mentira. E, por isso, hoje de solidão se veste a minha estrada fria e escura. Mesmo assim, continuarei a jornada!”
Por Alex Santos - 4 de junho de 2026





