Vereador Said Sousa conquista ambulância 0km para Petrolândia [Vídeo]
Política
Câmara de Ibimirim rejeita pedido dos Vereadores Mércio Vieira e Luan Almeida de abertura de CPI para apurar gastos de recursos federais com à COVID-19 [Vídeo]
Vereador Mércio Vieira e Luan Almeida/Foto: Divulgação Na primeira reunião do ano, os Vereadores Mércio Vieira e Luan Almeida, ambos do AVANTE, apresentaram um pedido de abertura de CPI para investigar os gastos com os recursos destinados ao combate ao COVID. Como esperado, os Vereadores da situação votaram contra a população de Ibimirim, impedindo que fosse dada a transparência e publicidade a esses valores, o que fere os princípios constitucionais que regem a Administração Pública. Tal resultado revoltou a população local, que esperava que a Câmara de Vereadores ficassem ao lado da população e não apenas vislumbrassem os benefícios pessoais ofertados pelo Gestor. Em discursos acalorados, os Vereadores da situação deixaram claro ao lado de quem eles estão. Os Vereadores Mércio e Luan afirmaram que já esperavam o resultado e que essa votação não fará com que baixem a cabeça, pelo contrário, apenas atestam e comprovam quem realmente esta do lado do povo de Ibimirim. Os dois deixaram claro que as fiscalizações continuaram e que novos pedidos de CPI serão apresentadas, pois só assim a população terá a transparência dos recursos públicos. Os Vereadores lembraram, também, que já apresentaram denúncia ao Ministério Público Federal (Notícia de Fato n. 1.26.005.000285/2021-18) a fim de que seja apurada as irregularidades no uso das verbas do COVID. Veja o vídeo: Por Redação | Informações: Assessoria de Luan Almeida e Mércio Vieira
Petrolândia: Nota de Falecimento do Sr. Abel Alves da Silva ‘Abel Galego’
Geral
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Geral
Caminhão com carga de supermercado perde controle e tomba na BR-232, no Agreste de PE
Acidente
Propaganda eleitoral paga avança à margem da lei no Facebook e no Instagram
Embora a propaganda eleitoral só seja permitida pela lei a partir de 15 de agosto deste ano, existem ao menos 20 anúncios no Facebook e no Instagram que promovem a candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL), com a frase “Bolsonaro 2022” e pedido de voto ou apoio. Essas propagandas, registradas na biblioteca de anúncios do Facebook, tiveram cerca de 760 mil visualizações de 1º de dezembro de 2021 a 3 de fevereiro de 2022. Durante o mesmo período, foram registrados sete anúncios no Facebook promovendo a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a frase “Lula 2022”. Esses anúncios tiveram cerca de 45 mil impressões, como são chamadas as visualizações na plataforma. Segundo levantamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre os maiores autores de propaganda de promoção de candidaturas no Facebook estão políticos eleitos, muitos dos quais recebem recursos do fundo partidário ou dispõem de verbas de gabinete, além de páginas de partidos e grupos políticos. “Brasil 35 – Santa Catarina apoia a reeleição de Bolsonaro 2022”, diz o anúncio veiculado pela página que se identifica como Executiva Estadual do Partido da Mulher Brasileira (PMB) e fornece o endereço do site do partido. O anúncio teve alcance pequeno (4.000 impressões —sendo que 18% delas foram de usuários do Facebook em São Paulo, e apenas 5% em Santa Catarina). Procurado, o PMB afirmou que, por meio de seu diretório nacional, não impulsionou nenhuma propaganda política. “Essa atitude foi isolada, sem conhecimento do partido, e quando tomamos ciência destituímos, sumariamente, a comissão em Santa Catarina.” A deputada estadual Talita Oliveira (PSL-BA) publicou dez anúncios com os dizeres “BOLSONARO 2022! A voz do povo é a voz de Deus. Vamos mostrar a nossa força. Então diz aí: quem está conosco? Você irá apoiar o presidente Bolsonaro em 2022?”. Segundo a informação do Facebook, ela gastou entre R$ 1.500 e R$ 2.000, e os anúncios tiveram entre 500 mil e 600 mil impressões (visualizações). Apesar de Talita ser deputada estadual na Bahia, 23% das pessoas que visualizaram o anúncio eram de São Paulo, e apenas 7% da Bahia, segundo a plataforma. Em nota, a deputada afirmou que os recursos utilizados para impulsionar o conteúdo foram privados, sem vinculação com o fundo partidário ou verba de gabinete. Ela disse que os anúncios também buscavam atingir “baianos que residem em outras localidades, bem como para fins de aumentar o engajamento na rede social, por tratar-se de um posicionamento de caráter nacional.” Talita nega que se trate de propaganda extemporânea. “Não se trata de propaganda eleitoral antecipada, uma vez que não há pedido explícito de voto. Apenas perguntei aos meus seguidores e manifestei o meu desejo na reeleição do presidente na missão de reconstruir o nosso país.” A lei eleitoral estabelece que menção a candidaturas e exaltação das qualidades pessoais de candidatos não configuram propaganda antecipada, a não ser que haja pedido explícito de voto. No entanto, segundo a advogada Marilda Silveira, professora de Direito Eleitoral no IDP e membro-fundadora da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), a jurisprudência estabelecida pelo TSE considera que outras maneiras de solicitar votos, usando certas “palavras mágicas”, também podem ser consideradas propaganda antecipada. Via PE Notícias
Em Pernambuco, oposição classifica Danilo Cabral, do PSB, como opção ‘fraca’ para a disputa pelo governo
Poucos dias após o anúncio do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, de que o deputado federal Danilo Cabral (PSB) foi escolhido para disputar o Palácio do Campo das Princesas, membros da oposição pernambucana afirmam que consideram o parlamentar um candidato “fraco” para o pleito. “(Danilo) Não é um candidato que pode ser considerado forte. Eu não quero menosprezá-lo, até porque eu tenho respeito pessoal à figura dele, mas acho que não tem trajetória. As passagens dele como secretário de Educação e como secretário das Cidades foram muito fracas e, no meu modo de ver, não mostraram as credenciais para ele colocar o seu nome como candidato a governador”, afirmou o ex-ministro da Educação e ex-governador Mendonça Filho (UB), à Rádio Marano FM. Uma outra liderança oposicionista, que preferiu falar em reserva, chamou atenção para o fato de o deputado federal socialista, apesar de estar há décadas na política, ser pouco conhecido entre os pernambucanos. “Dos quadros que o PSB dispunha para a eleição, Danilo é um nome fraco, sem maior ressonância, sem densidade do ponto de vista político. Eu sei que ainda é cedo, mas quando ele aparece nas pesquisas, tem um desempenho modesto para alguém que está há 30 anos na vida pública. É um nome sem expressão, ainda que seja uma figura histórica do partido”, destacou. Este adversário do PSB apontou, ainda, para o fato de que os socialistas já estão há 16 anos no poder e que, diferentemente deles, a oposição apresentará à população novos quadros como opções para a gestão estadual. “Este ano vai ficar muito claro que houve uma renovação na oposição e esse projeto do PSB, que já tem fadiga, que já é velho em si mesmo, termina sendo representado por uma figura que também é velha, ainda que não tão velha na idade”, frisou. Na visão de outra liderança do grupo, os socialistas pecaram na escolha do seu representante mas sequer se deram conta disso, pois acham que vão vencer a disputa independentemente do player. “O PSB é tão pedante que às vezes eu acho que para ele pouco importa o nome que vai disputar. Eles acham que são imbatíveis com quem quer que disputem. Eu não subestimo nenhum candidato do PSB, pois eles têm um modus operandi que vem dando certo, de cooptar todo mundo em época de eleição. Mas a chave virou na cabeça da população, eles não são mais imbatíveis como pensam. Nenhum candidato deles seria imbatível, e Danilo vai ter muitas complicações internas e externas, a máquina vai ter que moer muito. Ele é o candidato mais previsível, do ponto de vista político, não tem nada demais”, disparou. Até o momento, apresentam-se como pré-candidatos a governador pela oposição a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB); o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL); o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB); e o advogado João Arnaldo (PSOL). O ministro do Turismo, Gilson Machado, também vem sendo cotado para a disputa, embora não se coloque abertamente na condição de postulante e também possa concorrer ao Senado. Por Renata Monteiro/JC
PE: Cliente poderá pagar conta de luz no momento da visita do corte de energia
Finanças
Cantor Luyan Aguiar leva choque e morre durante passagem de som
O cantor do grupo Pankda da Vaneira, Luyan Aguiar, 24 anos, recebeu uma descarga elétrica e acabou morrendo quando estava passando o som local aonde iria se apresentar. O acidente aconteceu São Borja, interior do Rio Grande do Sul. O artista estava na banda haviam três anos. Por voltadas 19 horas do último sábado (12), o artista passava o som quando aconteceu o acidente. O cantor tocou o instrumento duas vezes, mas na terceira gritou e pediu ajuda. A energia foi desligada e os colegas de trabalho tentaram ajudar Luyan tirando a guitarra que ele segurava, mas um dos integrantes levou um choque. O SAMU e o Corpo de Bombeiros estiveram no local, mas o arista acabou morrendo no local. Via Pernambuco Notícias
Por 18 milhões de votos, Lula e Bolsonaro travam guerra sobre as obras de transposição do rio São Francisco
Com o acirramento da pré-campanha ao Planalto e da busca por votos no Nordeste, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT) travam uma guerra de narrativas pela paternidade da transposição do Rio São Francisco, inclusive com uso de números distorcidos ou incompletos. Ex-ministro da Integração Nacional no governo do petista, Ciro Gomes (PDT) também tem procurado assumir o crédito pelas obras, cuja previsão é beneficiar 390 municípios de quatro estados que, somados, têm 18 milhões de eleitores. As obras da transposição foram iniciadas em 2008 com um orçamento de R$ 4,5 bilhões, mas passaram por atrasos e modificações ao longo dos anos. Inicialmente com mais de 720 quilômetros de canais, o projeto foi reduzido, segundo o governo federal, para 477 quilômetros após uma renegociação de contratos na gestão Dilma Rousseff (PT). A transposição se divide em dois “eixos estruturantes”: o eixo Norte, que cruza Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, e o eixo Leste, que avança até o agreste de Pernambuco. Na última semana, Bolsonaro visitou trechos do projeto de transposição nos quatro estados e declarou, em provocação a Lula, que a obra “não ia sair nunca” no governo petista. Em resposta, o ex-presidente compartilhou um gráfico no qual alega que “Lula e Dilma fizeram 88% das obras” e que Bolsonaro “só apareceu para tirar a foto” em inaugurações. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), pasta hoje a cargo de Rogério Marinho, por sua vez, afirma que o governo Bolsonaro pagou quase 25% da obra e que, até 2018, o eixo Norte encontrava-se apenas 30% em funcionamento, sugerindo que o atual presidente teve participação equivalente à de seus antecessores. Os números usados por Lula e Bolsonaro representam recortes inflados ou imprecisos do avanço das obras em seus governos. Em maio de 2010, no fim da gestão do petista, o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou, em relatórios de vistoria, que os eixos Norte e Leste tinham 39% de execução. Já em abril de 2016, pouco antes do impeachment de Dilma, relatório do governo federal para o Programa de Integração do Rio São Francisco (Pisf) apontou que a execução física havia avançado cerca de 47%. No total, a execução em governos petistas foi de 86%. O percentual foi calculado em relação aos 477 quilômetros dos eixos estruturantes e desconsidera a redução do projeto original — o percentual alardeado por Lula, portanto, seria menor caso a conta levasse em consideração o projeto defendido por seu próprio governo. De acordo com os relatórios do Pisf, divulgados anualmente, a abertura dos canais dos eixos Norte e Leste já estava 95% concluída antes do início do governo Bolsonaro. O atual presidente, no entanto, passou a calcular o projeto de forma ampliada, com mais três ramais cuja construção chegou a constar nos estudos iniciais da transposição. O novo cálculo faz com que a obra chegue a quase 700 quilômetros, diluindo o percentual construído nos governos do PT. A maior parte das novas obras, porém, encontra-se em estágios preliminares. O único dos três novos canais já inaugurados é o Ramal do Agreste, iniciado ainda no governo de Michel Temer (MDB). A obra foi entregue em outubro do ano passado por Bolsonaro, que afirma ter realizado mais de 90% da construção, cerca de 70 quilômetros, a um custo de R$ 1,6 bilhão. A chegada da água aos 68 municípios beneficiados, no entanto, depende ainda da finalização da Adutora do Agreste, obra tocada pelo governo de Pernambuco com recursos do governo federal. Houve atraso nos repasses federais, segundo o Executivo pernambucano, e ainda há cerca de R$ 60 milhões a pagar. A previsão de entrega é julho deste ano. Com a construção do ramal e os repasses para a adutora, o governo federal diz que o valor total pago nas obras de transposição chegou a R$ 14,6 bilhões, dos quais R$ 3,5 bilhões teriam sido investidos desde 2019. O cálculo, porém, leva em conta obras de barragens e outros canais associados. Em relação à abertura dos eixos Norte e Leste, usada como parâmetro para o avanço da transposição, cerca de 10% foi pago na atual gestão. Bolsonaro autorizou ainda, no segundo semestre de 2021, o início das obras do ramal do Apodi, que chega ao Rio Grande do Norte e custará R$ 1,7 bilhão. Há também uma licitação em andamento para construir o ramal do Salgado, no Ceará. Na visita ao Nordeste, Bolsonaro fez dezenas de publicações nas redes sociais nas quais disse ter feito “em 3 anos (de governo) o que não foi feito em 16 anos”. Parte do itinerário do presidente, contudo, consistiu em atos simbólicos ou reinaugurações. Em Pernambuco, por exemplo, ele acionou a estação de bombeamento EBI-3, que havia sido inaugurada em agosto de 2018 por Temer, e depois desligada por conta de um vazamento. No Rio Grande do Norte, apesar de o governo federal ter anunciado a chegada das águas do São Francisco ao estado, o volume do rio não chegou a tempo da visita do presidente, na quarta-feira. Ciro: ‘Montei e licenciei’ Além de Bolsonaro, ministros com pretensões eleitorais no Nordeste também vêm querendo surfar nas obras do São Francisco. Interessados na eleição ao Senado no Rio Grande do Norte, os titulares das pastas do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e das Comunicações, Fábio Faria, participaram da turnê. Ciro, por sua vez, tem afirmado que o projeto básico da transposição foi elaborado em seu período como ministro no governo Lula. O projeto foi entregue em 2007 e as obras iniciadas no ano seguinte. Ciro deixou a pasta no início de 2006 para concorrer a deputado federal. Antes disso, como ministro, ele participou de debates na tentativa de sustentar pontos do projeto, contestado à época por conta de incertezas sobre o impacto ambiental e sobre a destinação prioritária da água para uso humano. — Todo mundo sabe que a transposição do São Francisco foi uma obra do (ex-presidente) Lula. Eu montei, licenciei e iniciei o projeto das tomadas das águas do Eixo Norte e do Eixo Leste. O resto
TSE assina acordo com plataformas digitais, e WhatsApp terá canal direto de denúncias
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