Em meio a um ano difícil para os negócios, a Netflix está demitindo 300 funcionários em Nova Iorque.
“Enquanto continuamos a investir significativamente no negócio, fizemos esses ajustes para que nossos custos cresçam de acordo com nosso crescimento mais lento de receita”, afirmou um porta-voz da empresa à CNN Business, na última quinta-feira (23).
“Somos muito gratos por tudo o que eles fizeram pela Netflix e estamos trabalhando duro para apoiá-los nessa difícil transição”, completou.Impacto
A Netflix conta com 11 mil funcionários em tempo integral, dessa forma, as demissões têm um impacto de 3% na força de trabalho da empresa. As demissões têm ocorrido especialmente nos Estados Unidos.
Em abril, de acordo com a própria Netflix, pela primeira vez em mais de dez anos, o streaming teve perda de assinantes. O que gerou ondas de choque em Wall Street, pois investidores começaram a eliminar bilhões de dólares do valor de mercado da empresa. Portanto, a Netflix teve queda em suas ações de cerca de 70% somente neste ano.
Outras demissões
Ademais, em maio, a Netflix efetuou a demissão de 150 funcionários, colocando a culpa na desaceleração do crescimento da receita. A companhia vem buscando maneiras de reverter esta fase de prejuízos e colocar o streaming, que conta com 221,6 milhões de assinantes, de volta ao topo.
Para isso, entre as ideias estão o desenvolvimento de um nível de anúncio de preço menor e a contenção do compartilhamento de senhas pelos assinantes.
Perda de assinantes
De acordo com um relatório da Netflix, divulgado para os acionistas no dia 19 de abril, a plataforma perdeu 200 mil assinantes somente no primeiro trimestre de 2022.
A empresa tinha, no final de 2021, 221,8 milhões de assinantes, porém, nos três primeiros meses de 2022 houve uma queda e o número de assinantes passou a ser de 221,6 milhões, sendo o primeiro registro de queda no total de assinantes em uma década. Ainda assim, a Netflix ainda detém a liderança no mercado global de streaming.
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