03/02/2026 21:17

Alvos da operação abandonaram suas casas de madrugada, antes de a Polícia chegar

Alvos da operação abandonaram suas casas de madrugada, antes de a Polícia chegar

Promotores do Ministério Público de São Paulo suspeitam que a Operação Carbono Oculto tenha vazado para seus alvos. Dois detalhes levam a Promotoria a suspeitar que informações sobre o cerco à fabulosa rede de 300 postos de combustíveis controlada pelo PCC chegaram a investigados antes da deflagração da megaoperação nesta quinta, 28. O primeiro ponto destacado pelos agentes: computadores e outras provas estavam escondidas em um prédio da rua Conselheiro Saraiva, no bairro de Santana, zona norte da cidade de São Paulo. Segundo ponto: investigados abandonaram suas casas ainda de madrugada, antes de a polícia chegar. Os computadores estavam ocultos em um outro andar do prédio. A suspeita dos promotores que integram a força-tarefa é que os acusados tenham tentado destruir provas para obstruir a investigação. Os promotores, no entanto, acreditam que o vazamento não atingiu os endereços mais importantes para a investigação. Entre eles estão os endereços do BK Bank, uma instituição de pagamentos que, segundo a Receita Federal, se comportava como o ‘banco do PCC’. O Setor de Fraudes Estruturadas da Receita estima que 80% de tudo o que o BK Bank movimentou pertencia a uma organização criminosa ligada ao PCC. Ao todo, só em São Paulo, foram mobilizados 700 policiais estaduais. “Eles cumpriram 156 mandados. Os policiais não sabiam o que era a operação e onde iam atuar”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite. Agentes se concentraram desde cedo em São Paulo para darem início a operação Carbono Oculto Foto: Divulgação Receita Federal Agentes da PF em operação de combate ao crime organizado no setor de combustíveis. – Divulgação/PF Agentes da PF em operação de combate ao crime organizado no setor de combustíveis. – Divulgação/PF Do Portall PE10

Leia mais »
Aluno de 9 anos é ferido com lápis na cabeça durante ataque em sala de aula

Aluno de 9 anos é ferido com lápis na cabeça durante ataque em sala de aula

Um estudante de apenas 9 anos ficou com um lápis cravado na cabeça após ser agredido por um colega de sala na Escola Municipal Mahatma Gandhi, em Praia Grande, litoral de São Paulo. O episódio ocorreu na última terça-feira (19), enquanto um professor estava presente em sala de aula. De acordo com Karoline Sthefani Martins Nascimento, mãe do menino ferido, Kaue Martins Nascimento já vinha sendo alvo de provocações e agressões recorrentes do mesmo colega. A situação se agravou quando, durante uma atividade de desenho, Kaue foi novamente importunado — o agressor chegou a rasgar a folha em que ele desenhava. Ao tentar afastá-lo com um gesto, o lápis que segurava encostou no colega, sem causar ferimento, segundo a mãe. Em reação, o outro aluno agrediu Kaue com socos no rosto. Embora o professor tenha intervido e a escola tenha registrado a ocorrência, a situação fugiu do controle momentos depois. Enquanto arrumava seus materiais para ir embora, Kaue foi atacado novamente, desta vez com um lápis que ficou fincado em sua cabeça. A escola acionou o socorro médico, mas não informou imediatamente a família. “Fui saber do que aconteceu quando cheguei para buscar meu filho. A escola não me ligou, não me avisou, nem hoje entrou em contato. Fui eu quem precisei procurar a diretora”, relatou Karoline. Durante conversa com a direção, a mãe soube que a responsável pelo agressor é praticante de artes marciais, o que causou ainda mais preocupação. Segundo ela, o médico que atendeu Kaue ficou impressionado com a força do golpe: “Ele disse que é difícil entender como uma criança consegue cravar um lápis assim na cabeça de outra”. Kaue segue sob observação por 10 dias, devido à dificuldade de localização da ponta do lápis. Caso o fragmento tenha ficado alojado, os médicos devem avaliar a necessidade de cirurgia. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o estudante agressor já foi transferido para outra unidade escolar. Até o momento, nem a direção da Escola Municipal Mahatma Gandhi nem a Prefeitura de Praia Grande se manifestaram oficialmente sobre o caso. O espaço continua aberto para esclarecimentos. Via Pernambuco Notícias

Leia mais »
“Cortei por cortar”, diz jovem que mutilou cavalo em Bananal; caso gera revolta e mobiliza famosos

“Cortei por cortar”, diz jovem que mutilou cavalo em Bananal; caso gera revolta e mobiliza famosos

Um caso de extrema crueldade animal ocorrido em Bananal, interior de São Paulo, está sendo investigado pela Polícia Civil após a divulgação de um vídeo em que um cavalo tem as patas cortadas por um jovem durante uma cavalgada. O autor, identificado como Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, de 21 anos, admitiu o ato em entrevista à TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, e afirmou que “cortou por cortar”, alegando acreditar que o animal já estava morto. O crime aconteceu no último sábado (16), durante um percurso de cerca de 14 km. Segundo relatos, o cavalo usado por Andrey demonstrou cansaço extremo e se deitou, aparentando estar sem vida. Um amigo, que acompanhava o jovem e filmou a cena, disse à polícia que o animal apresentava respiração fraca e depois parou de respirar, levando-os a concluir, de forma precipitada, que ele havia morrido. Na sequência, Andrey pegou um facão e cortou as patas do cavalo. Nas redes sociais, a repercussão foi imediata e gerou revolta nacional. A ativista Luisa Mell repudiou o caso com veemência, afirmando: “Cortaram as patas de um cavalo, simplesmente porque ele não aguentava mais andar!”. Artistas como Paolla Oliveira e Ana Castela também se manifestaram pedindo justiça. Na entrevista, Andrey reconheceu a gravidade do que fez, mas tentou justificar o ato como um momento de desequilíbrio emocional agravado pelo consumo de álcool. “Foi um ato cruel. Estava com álcool no corpo. Não é culpa da bebida. É culpa minha. Eu reconheço os meus erros”, declarou. Ele também contou que, após a exposição do vídeo, passou a receber ameaças de morte e teme sair de casa. A Polícia Civil de Bananal apura as circunstâncias do ocorrido e aguarda o laudo pericial que determinará se o cavalo estava vivo no momento da mutilação. Se confirmado, Andrey pode ser enquadrado na Lei nº 9.605/1998, que prevê penas de até um ano de detenção e multa por maus-tratos a animais, podendo chegar a 1 ano e 4 meses em caso de morte do animal. A Prefeitura de Bananal se pronunciou por meio de nota, afirmando que encaminhou o caso à Delegacia e à Polícia Ambiental, e que repudia qualquer forma de crueldade contra animais. O município reforçou o compromisso em combater esse tipo de crime com rigor. Casos de maus-tratos a animais devem ser denunciados às delegacias ou ao Ministério Público. As denúncias abrangem desde agressões físicas e mutilações até confinamento inadequado, abandono, e exposição a esforços excessivos. Via Pernambuco Notícias

Leia mais »
Cavalo morre no interior de SP após ter as quatro patas cortadas; polícia investiga mutilação

Cavalo morre no interior de SP após ter as quatro patas cortadas; polícia investiga mutilação

Um homem de 21 anos é investigado por praticar abuso a um cavalo que teve as quatro patas cortadas com um facão em Bananal, no interior de São Paulo. O caso do animal mutilado ocorreu na tarde do último sábado, 16, em uma área rural do município. Conforme a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, o investigado e uma testemunha compareceram à delegacia nessa segunda-feira, 18, prestaram depoimento e foram liberados. A defesa não foi localizada. Ainda segundo a pasta, diligências prosseguem visando o devido esclarecimento dos fatos. Por meio das redes sociais, a ativista do Direito dos animais Luisa Mell sem manifestou sobre o ocorrido. “Cortaram as patas de um cavalo, simplesmente pq ele não aguentava mais andar!”, disse em publicação. Por Estadão

Leia mais »
Após apreensão de R$ 14 milhões, PF faz operação em Prefeitura

Após apreensão de R$ 14 milhões, PF faz operação em Prefeitura

Principal alvo é o prefeito da cidade, Marcelo Lima (Podemos), o presidente da Câmara Municipal da cidade, Danilo Lima Ramos (Podemos) A Polícia Federal realiza nesta quinta-feira (14) uma operação que investiga um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo servidores da Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O principal alvo é o prefeito da cidade, Marcelo Lima (Podemos). Ele foi alvo de buscas e outras medidas cautelares decretadas pela Justiça. Além dele, dois vereadores da cidade também são alvo da operação: Danilo Lima Ramos (Podemos), atual presidente da Câmara Municipal da cidade e primo do prefeito, e Ary José de Oliveira (PRTB). De acordo com a PF, a investigação começou em julho deste ano, após a apreensão de R$ 14 milhões em espécie — em reais e dólares — na posse de um servidor público suspeito de integrar uma organização criminosa. Marcelo Lima (Podemos) é atual prefeito de São Bernardo do Campo, na Grande SP — Foto: Fábio Tito/g1 Dinheiro apreendido pela Polícia Federal com servidor da Prefeitura de São Bernardo do Campo, na Grande SP. — Foto: Divulgação/PF Por Portal PE10

Leia mais »
Padre acusado de agredir idosa durante suposto exorcismo é praticante de jiu-jitsu

Padre acusado de agredir idosa durante suposto exorcismo é praticante de jiu-jitsu

O padre João José Bezerra, acusado de agredir uma mulher de 62 anos durante um suposto ritual de exorcismo, é praticante de artes marciais e possui histórico de competições de alto nível no jiu-jitsu. Em abril deste ano, ele recebeu homenagem na Câmara Municipal de Cerqueira César pelo 3° lugar conquistado no Campeonato Sul-Americano da modalidade, realizado no Ibirapuera, em São Paulo. O caso ocorreu na última quinta-feira (7) na Paróquia Nossa Senhora Consolata, em São Manuel, interior paulista. Segundo o boletim de ocorrência, o padre era convidado da igreja e se apresentou como exorcista. Durante a missa, no momento de apresentação do Santíssimo, a vítima teria repousado no chão. A mulher acusa o sacerdote de tê-la agredido com socos e chutes enquanto realizava o suposto ato religioso. A denúncia está sendo investigada pela polícia, que colhe depoimentos para apurar as circunstâncias do episódio.

Leia mais »
Amor proibido? Vice-prefeita é denunciada por pagar ‘amarração amorosa’ com verba pública a mãe de santo

Amor proibido? Vice-prefeita é denunciada por pagar ‘amarração amorosa’ com verba pública a mãe de santo

Vice-prefeita de Ribeira (SP) teria desviado R$ 41 mil para fazer ritual e conquistar colega de trabalho casado O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) afastou a vice-prefeita de Ribeira (SP), Juliana Teixeira (MDB), por utilizar cerca de R$ 41 mil dos cofres públicos para uma suposta amarração amorosa. À frente do cargo desde janeiro de 2025, Juliana foi afastada pelo juiz da Vara Única de Apiaí (SP), Yuri Barberino, na última segunda-feira (4/8). Secretária de Saúde de Ribeira, localizada a cerca de 360 quilômetros de São Paulo, desde 2020, Juliana teria repassado os R$ 41 mil a uma mãe de santo conhecida como Mentora Samantha, por meio de uma prestadora de serviço da prefeitura, para uma amarração amorosa com o coordenador de Saúde, Lauro Olegário Filho. Assim como a vice-prefeita, Olegário Filho foi afastado. Ao justificar o afastamento, Barberino argumentou que a permanência de Juliana e Olegário Filho na Prefeitura de Ribeira poderia prejudicar a produção de provas e a proteção das testemunhas, servidoras públicas municipais. “A permanência dos agentes públicos em suas funções representaria risco concreto e atual de reiteração delitiva”, frisou o juiz de Apiaí. Em depoimento ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), Mentora Samantha disse que um suposto agente da vice-prefeita e do coordenador de Saúde afastados teria lhe coagido a ficar em silêncio, para parar de se expor, “que ia dar tudo certo com o pagamento”, porque, quanto mais se expusesse, “não iria receber” os R$ 41 mil. O suposto desvio dos R$ 41 mil seria parte de uma associação criminosa entre Juliana e Olegário Filho. De acordo com Barberino, ambos teriam protagonizado uma série de possíveis crimes contra a Prefeitura de Ribeira, em um “modus operandi sofisticado e continuado entre 2021 e 2024”, como, por exemplo, eventual direcionamento de licitações a uma empresa. O afastamento de Juliana e de Olegário Filho atende a um pedido cautelar do MPSP. O órgão denunciou ambos por suposta prática de associação criminosa, frustração do caráter competitivo de licitação, uso de documento falso, falsidade ideológica e peculato. O mérito da denúncia ainda será analisado pela Vara Única de Apiaí. Vice-prefeita de Ribeira (SP) teria desviado R$ 41 mil para fazer ritual e conquistar colega de trabalho casado Do Portal PE10

Leia mais »
Faustão passa por transplante de fígado e retransplante renal em São Paulo

Faustão passa por transplante de fígado e retransplante renal em São Paulo

O apresentador Fausto Silva, de 75 anos, passou por duas cirurgias de alta complexidade nesta semana no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Na quarta-feira (6) e na quinta-feira (7), ele foi submetido a um transplante de fígado e a um retransplante renal, ambos realizados com órgãos provenientes de um único doador considerado compatível pela Central de Transplantes do Estado de São Paulo. Internado desde 21 de maio devido a uma infecção bacteriana aguda com sepse, Faustão vinha recebendo tratamento intensivo para controlar o quadro e se reabilitar clinicamente, incluindo cuidados nutricionais, até que fosse possível realizar os procedimentos. Segundo o boletim médico, o retransplante renal já estava programado há cerca de um ano e pôde ser feito em conjunto com o transplante hepático. A equipe médica não divulgou previsão de alta, mas informou que o apresentador segue em acompanhamento pós-operatório para monitorar a adaptação dos novos órgãos e sua recuperação geral. Via Pernambuco Notícias

Leia mais »
Moraes faz gesto obsceno ao acompanhar vitória do Corinthians em Itaquera

Moraes faz gesto obsceno ao acompanhar vitória do Corinthians em Itaquera

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), fez um gesto obsceno com o dedo médio ao acompanhar a vitória do Corinthians sobre o Palmeiras em partida válida pela Copa do Brasil, na noite de quarta-feira (30). O magistrado marcou presença em um dos camarotes da Neo Química Arena, em Itaquera, zona leste de São Paulo, onde viu o holandês Memphis Depay marcar o único gol do jogo. Horas antes de assistir ao triunfo do Timão, Moraes foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos com a chamada “Lei Magnitsky”, um instrumento que prevê medidas contra agentes que, na avaliação de Washington, reprimem denúncias de corrupção, cerceiam liberdades fundamentais ou atuam contra eleições democráticas. Em um comunicado justificando a aplicação da lei, Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que Moraes “assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”. Além disso, Marco Rubio, chefe da diplomacia norte-americana, declarou que o ministro do Supremo cometeu graves violações dos direitos humanos e alertou: “Que este seja um aviso para aqueles que atropelam os direitos fundamentais de seus compatriotas – as togas judiciais não podem protegê-los”. A decisão do governo de Donald Trump gerou reações antagônicas no Brasil. Parlamentares da oposição ao governo Lula e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) celebraram a sanção imposta a Moraes. Por outro lado, governistas rechaçaram o movimento e se solidarizaram com o magistrado. Ainda na noite de ontem, o STF saiu em defesa de Moraes e disse em nota que não vai desviar o papel de cumprir a Constituição Federal. Segundo a Corte, o julgamento de crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado em 2022 é de “exclusiva competência da Justiça do país”. Moraes é relator dos processos que, entre os réus, inclui Bolsonaro. Ao citar o processo da trama golpista, denunciada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o comunicado diz que a investigação encontrou “indícios graves” de crimes contra a democracia e que previa até o plano de assassinato de autoridades públicas, como o próprio Moraes, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice, Geraldo Alckmin (PSB). Via Didi Galvão

Leia mais »
Criança de 2 anos morre ao ser atacada por pit-bull da família

Criança de 2 anos morre ao ser atacada por pit-bull da família

Criança foi atacada pelo pit-bull na manhã desta segunda (21/7) em Hortolândia e PM precisou atirar contra o animal Uma criança de 2 anos morreu após ser atacada por um cachorro da raça pit-bull na manhã desta segunda-feira (21/7) em Hortolândia, no interior de São Paulo. Segundo informações da Polícia Militar (PM), uma equipe foi acionada por uma vizinha. O animal, que era da família da menina atacada, precisou ser contido a tiros. A criança chegou a ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu aos ferimentos. O animal, um pit-bull adulto, foi baleado duas vezes e também foi socorrido. A PM informou também que o cachorro havia sido adotado há cerca de dois meses e ainda não se sabe o que causou o ataque, mas que havia outros adultos no local no momento. A perícia foi acionada. Via Portal PE10

Leia mais »
Jovem morre após suspeita de envenenamento em bolinho de mandioca; padrasto é preso e é investigado por abusos

Jovem morre após suspeita de envenenamento em bolinho de mandioca; padrasto é preso e é investigado por abusos

A cidade de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, foi palco de uma tragédia neste domingo (20). Lucas da Silva Santos, de 19 anos, morreu dez dias após ser internado com sinais de envenenamento, ocorridos logo após consumir um bolinho de mandioca. A morte encefálica do jovem foi confirmada pela Prefeitura local, que também informou que a família autorizou a doação de seus órgãos. O principal suspeito do crime é Admilson Ferreira dos Santos, padrasto de Lucas, preso na última quarta-feira (16). A polícia apura se ele teria envenenado deliberadamente o alimento ingerido pelo enteado. As investigações apontam para motivação passional, uma vez que Lucas demonstrava desejo de sair de casa — decisão que, segundo a polícia, desagradava o suspeito, como revelam mensagens localizadas durante a apuração. Além do envenenamento, a investigação tomou um rumo ainda mais grave. Em entrevista coletiva, a delegada Liliane Doretto revelou que dois irmãos de Lucas relataram abusos sexuais cometidos por Admilson durante a infância. Os episódios teriam ocorrido quando as vítimas tinham 4 e 9 anos e, conforme os depoimentos, se estenderam por anos. A ausência de denúncias anteriores seria fruto de manipulação emocional exercida pelo suspeito sobre as vítimas, inclusive sobre Lucas. A cadeia de eventos teve início no dia 11 de julho, quando Lucas passou mal cerca de 30 minutos após ingerir os bolinhos enviados por Cláudia Pereira dos Santos, irmã de Admilson. No início das investigações, a mulher foi suspeita, já que havia encaminhado os alimentos, mas a hipótese foi enfraquecida à medida que novas informações surgiram. Cláudia afirmou à polícia que mantinha uma relação cordial com os familiares, apesar do distanciamento recente, contradizendo as alegações de conflito feitas pelo padrasto e pela mãe do jovem. A Polícia Civil continua apurando o caso como crime premeditado e passional, com agravantes relacionados aos abusos sexuais. Admilson permanece detido enquanto novas diligências são realizadas. Via Pernambuco Notícias

Leia mais »

Compartilhe: