03/02/2026 21:09

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

Raquel Lyra foi às redes sociais para rebater acusações de instrumentalização da polícia para perseguir opositores – Ricardo Fernandes/Folha de Pernambuco A governadora Raquel Lyra (PSD) foi às redes sociais para rebater às acusações da oposição de instrumentalização da Polícia Civil de Pernambuco para perseguir opositores políticos. Em um vídeo publicado na noite deste sábado (31), Raquel Lyra reforçou que o tema é técnico e não deve ser tratado com viés eleitoral. “A Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de estado com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém. Não é hora de distorcer fatos, nem transformar um tema técnico em palco eleitoreiro”, declarou Raquel Lyra A governadora se pronunciou após a publicação de um vídeo pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), informando sobre a determinação do Supremo Tribunal Federal da abertura de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre o monitoramento da Polícia Civil de Pernambuco que teve como alvo o secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e o irmão Eduardo Monteiro. A governadora reforçou que a Polícia Civil não recebeu ordem para perseguir opositores políticos. A gestora enfatizou também que ninguém deixará de ser investigado caso haja indícios de desrespeito às leis. “Não existe por parte do governo de Pernambuco nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja. Por outro lado, é muito importante dizer que, sob o meu comando, nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso. Eu trato esse assunto com serenidade, porque sempre foi assim que conduzi minha vida pública”, declarou a governadora. A determinação da investigação do caso pela Polícia Federal foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na sexta-feira (31). O despacho do ministro determina que a PF investigue se houve a prática de infrações ao código penal na apuração feita pela Polícia Civil de Pernambuco. Por FolhaPE

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Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

A partir desta segunda-feira (02), as Casas Legislativas de todo o país retomam oficialmente suas atividades. Em Pernambuco, no entanto, o início do ano legislativo ocorre sob um clima de forte tensão política, com pedidos de impeachment contra a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), colocando a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a Câmara Municipal do Recife no centro do debate político estadual. Os dois casos, embora distintos em natureza e tramitação, simbolizam o acirramento das disputas entre Executivo e Legislativo e antecipam o ambiente de polarização que deve marcar o caminho até as eleições de 2026. Na Câmara do Recife, o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos deve ser o primeiro a ter desdobramentos práticos. A denúncia foi protocolada no dia 6 de janeiro pelo vereador de oposição Eduardo Moura (Novo), que acusa o prefeito de infração político-administrativa relacionada à nomeação de um candidato com deficiência (PCD) em concurso público para a Procuradoria do Município. Após o protocolo, o presidente da Casa, vereador Romerinho Jatobá (PSB), encaminhou o pedido à Procuradoria Legislativa, alegando o ineditismo da matéria, trata-se do primeiro pedido de impeachment de um prefeito na história da Câmara do Recife. Após 19 dias de análise, a Procuradoria emitiu parecer favorável à leitura do pedido em plenário, o que deve ocorrer na primeira sessão ordinária após a reabertura dos trabalhos, marcada para terça-feira (03). A sessão desta segunda-feira (02) é solene e não delibera matérias. Na sessão, o pedido será lido e submetido à votação para decidir se a denúncia será recebida. O autor do requerimento, Eduardo Moura, não poderá votar, sendo substituído pelo primeiro suplente, George Bastos (Novo). Para que a denúncia seja aceita, é necessária maioria simples, metade mais um dos vereadores, ou seja, ao menos 19 votos. Caso o pedido seja admitido, será formada uma comissão processante com três parlamentares, responsável por conduzir a instrução do processo. Ao final, o julgamento exige o voto favorável de dois terços da Casa para eventual cassação do prefeito. Apesar da movimentação, João Campos conta com ampla maioria na Câmara. Dos 37 vereadores, 22 integram a base governista, sendo 14 do próprio PSB, partido presidido por João. A oposição, que encabeça o pedido de impeachment, reúne 11 parlamentares. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o pedido de impeachment contra a governadora Raquel Lyra ocorre em um cenário mais complexo e marcado por um desgaste prolongado na relação entre Executivo e Legislativo. O impasse teve início ainda no fim de 2024, com queixas de deputados sobre o não pagamento de emendas parlamentares. A partir daí, a crise se aprofundou ao longo de 2025, culminando em sucessivos travamentos da pauta da Casa. Entre os meses de março e junho do ano passado, a Alepe enfrentou dificuldades para avançar em matérias estratégicas, incluindo pedidos de empréstimos, nomeações para órgãos do Estado e projetos relacionados ao arquipélago de Fernando de Noronha. O cenário só começou a se destravar após a mobilização do Sindicato dos Professores da Rede Estadual (Simpere), diante do risco de atraso na votação do reajuste do piso salarial da categoria, mesmo após acordo firmado com o governo. A relação voltou a se deteriorar no fim de 2025, durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA). O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), chegou a rejeitar vetos da governadora, levando o Palácio do Campo das Princesas a judicializar o caso, sendo atendido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Após a intervenção do TJPE, a governadora Raquel Lyra solicitou, no início de janeiro, a convocação de sessão extraordinária para votar o orçamento e outros projetos. A Casa, no entanto, encaminhou os textos à Procuradoria para análise, o que reduziu os efeitos da convocação extraordinária. Com isso, a LOA voltou a tramitar na Comissão de Finanças e pode ser votada apenas em março. Com poucos dias para o retorno dos trabalhos na Alepe, a governadora cobrou, na última sexta-feira (30), os deputados estaduais presentes em evento no Porto de Suape a aprovação das matérias enviadas para a Alepe. “Peço à Assembleia Legislativa que a gente não discuta as próximas eleições agora. Elas vão acontecer no tempo certo. O que o povo espera de nós é união, capacidade de trabalho e compromisso com Pernambuco”, afirmou a governadora. É nesse contexto de tensão institucional que foi protocolado, no dia 19 de janeiro, o pedido de impeachment contra Raquel Lyra, apresentado pelo deputado Romero Albuquerque (União Brasil). O parlamentar aponta suposto crime de responsabilidade relacionado à empresa Logo Caruaruense, que pertenceu ao ex-governador João Lyra Neto, pai da governadora. Diferentemente do caso da Câmara do Recife, o pedido contra a governadora segue um rito mais demorado. O documento será encaminhado à Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), presidida pelo deputado Coronel Alberto Feitosa (PL), que terá prazo para análise preliminar. Após isso, abre-se prazo para defesa da governadora e posterior emissão de parecer. Caso avance, o processo precisa do apoio de dois terços dos 49 deputados para prosseguir. Se admitido, é formada uma comissão especial composta por sete parlamentares e sete desembargadores, sob a presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco, responsável pelo julgamento final. Apesar do desgaste político, a governadora conta hoje com maioria na Casa. O chamado “blocão” reúne 19 deputados, mas o governo afirma ter apoio de ao menos 29 parlamentares, incluindo integrantes de bancadas independentes. A oposição soma cerca de 20 deputados, entre eles o presidente da Alepe e os presidentes das principais comissões da Casa. Nos dois casos, a avaliação nos bastidores é de que os pedidos de impeachment têm poucas chances de prosperar, diante das maiorias formadas tanto na Câmara do Recife quanto na Alepe. Ainda assim, os movimentos são vistos como parte de uma estratégia política mais ampla, que antecipa o clima de disputa para as eleições de 2026. Com o retorno dos trabalhos legislativos, a expectativa é de que os embates entre governo e oposição se intensifiquem, transformando o Legislativo pernambucano em um dos principais palcos da

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Presidente da EPTI pede demissão após denúncias de falas racista e misóginas de 2012 serem divulgadas

Presidente da EPTI pede demissão após denúncias de falas racista e misóginas de 2012 serem divulgadas

A revelação das mensagens ocorre enquanto governo estadual enfrenta denúncias sobre a falta de fiscalização da empresa de ônibus Logo Caruaruense, pertencia ao pai da governadora Raquel Lyra Por Mariana de Sousa / Diario de Pernambuco O recém-empossado presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), o advogado Yuri Coriolano, deixou o cargo após a repercussão de e-mails com declarações racistas e misóginas escritos por ele em 2012. As mensagens vieram a público nesta sexta-feira (30). Em nota de retratação, ele apontou que a divulgação das mensagens fariam parte do “vale-tudo” da política. Os e-mails, trocados com uma colega da Faculdade de Direito no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março de 2012, foram divulgados pelo portal Vero Notícias, de Brasília. Em uma das mensagens, Coriolano escreveu de forma explícita que “preto é a praga da humanidade”. Yuri Coriolano foi nomeado para a presidência da EPTI no último dia 21 de janeiro. O órgão é responsável pela regulação e fiscalização do transporte intermunicipal em Pernambuco. A revelação das mensagens acontece enquanto governo estadual enfrenta denúncias sobre a falta de fiscalização da empresa de ônibus Logo Caruaruense, que pertencia ao pai da governadora Raquel Lyra (PSD). Leia na íntegra a nota à imprensa da EPTI, confirmando sua saída da presidência: “Apresentei, nesta sexta-feira, 30, meu pedido de exoneração do cargo de presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI). As frases divulgadas hoje na imprensa não deveriam ter sido ditas e não refletem meus valores, minha trajetória pessoal nem profissional. Reconheço o erro e peço desculpas por qualquer interpretação ou impacto causado. Minha vida e minha atuação sempre foram pautadas pelo respeito às pessoas e pela rejeição a qualquer forma de preconceito — valores que fazem parte da minha formação pessoal, familiar e profissional. Entendo que, neste momento, a decisão de deixar o cargo é a medida mais responsável para preservar a instituição, o governo e o regular funcionamento da administração pública, evitando que questões de natureza individual produzam ruídos indevidos. Reitero meu respeito ao Governo de Pernambuco, à governadora Raquel Lyra, aos servidores públicos e à sociedade pernambucana”. Em uma primeira nota de retratação divulgada antes de entregar o cargo, Yuri reconheceu seu erro e disse que suas falas vão de encontro a pessoa que é: “filho de pai preto, casado com uma mulher preta e advogado militante”. Segundo ele, as frases foram escritas há 14 anos, quando tinha 19 anos e ainda era estudante. Coriolano afirmou ainda que a divulgação das mensagens faz parte de um “vale-tudo da velha política” e classificou o episódio como uma “tentativa de assassinato de reputação”. Antes de assumir a EPTI, Yuri Coriolano ocupava, desde outubro de 2023, o cargo de secretário executivo de Coordenação Estratégica da Casa Civil. Ele também foi o advogado da campanha eleitoral de Raquel Lyra em 2022, quando teria recebido um montante de R$ 36 mil, segundo o portal Metrópoles.

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Campanha para o governo de Pernambuco nem começou, mas ânimos já estão acirrados

Campanha para o governo de Pernambuco nem começou, mas ânimos já estão acirrados

Raquel Lyra e João Campos – Davi de Queiroz e Arthur Mota/Folha de PernambucoO primeiro mês de 2026 ainda não acabou, mas já sinaliza a temperatura do ano eleitoral. Episódios recentes mostram que o ápice da polarização, histórica em Pernambuco, será ultrapassado. Está evidente que os principais atores – a governadora Raquel Lyra (PSD), e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), que até agora não admitiu ser pré-candidato – não poderão nem pensar em cochilar porque os adversários estão bem acordados para qualquer deslize. Desde ontem, um pedido de impeachment do prefeito tramita na Câmara de Vereadores e deve ser analisado na primeira sessão ordinária, terça-feira. A matéria retoma a polêmica do concurso para procurador do município. O candidato em 63º lugar apresentou atestado de autismo dois anos após o certame ser homologado. O que estava em 102º lugar, mas que desde o início havia declarado ser deficiente físico, recorreu à Justiça para ter a vaga garantida. É provável que o impeachment não se concretize. O gestor tem maioria na Casa. Mas é um desgaste que ainda deve render. Desgaste também é vivenciado pela governadora. Ontem,em sessão do Ministério Público, o procurador Aguinaldo Fenelon pediu apuração rigorosa da investigação feita pela Polícia Civil. Sem ordem judicial, o setor de inteligência rastreou o carro usado pelo secretário de Articulação Política, Gustavo Monteiro, suspeito de envolvimento com propina. Grupos de direitos humanos fizeram o mesmo pedido em manifesto. A denúncia não foi comprovada, mas esse é outro assunto que deve ganhar desdobramentos. E as candidaturas ainda nem estão postas. E a campanha ainda nem começou. Encontro no PanamáIntegrantes da comitiva do presidente Lula ao Panamá, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e o prefeito de Camaragibe, Diego Cabral, estiveram juntos ontem. É o primeiro encontro público entre os dois desde que o gestor trocou o Republicanos pelo PSD sem avisar ao ministro. Só o prefeito postou a foto. DesorganizaçãoÀ espera de ordens do senador Flávio Bolsonaro, o vereador do Recife Gilson Machado Filho disse à Rádio Folha não saber se vai deixar o PL, como fez seu pai. Acredita que o partido precisa se organizar depois de ter escanteado o ex-ministro e perdido o deputado estadual Renato Antunes, que vai para o Novo. CaravanaO secretário Nacional de Periferias, Guilherme Simões está hoje e amanhã em Pernambuco, primeiro estado a receber este ano ações como regularização fundiária e vistoria de encostas. A vereadora Jô Cavalcanti acompanha a agenda no Recife, em Olinda e Jaboatão. PreparaçãoOPT de Pernambuco faz hoje a primeira reunião do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE). Vai começar a aparar arestas entre os que defendem João Campos e os que preferem Raquel Lyra. É apenas o começo da discussão. Na segunda, a Executiva estadual se encontra. Por FolhaPE

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Marconi Santana defende gestão Raquel Lyra: ‘Focada em entregar resultados’

Marconi Santana defende gestão Raquel Lyra: ‘Focada em entregar resultados’

O pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana (PSD) saiu em defesa da governadora Raquel Lyra (PSD), afirmando que a gestora mantém o foco na agenda administrativa e na execução de obras em Pernambuco. Em entrevista, o ex-prefeito de Flores minimizou críticas de opositores, sustentando que a chefe do Executivo estadual prioriza investimentos em detrimento de disputas políticas. Para Santana, a ausência de investigações contra o primeiro escalão do governo é um indicador de estabilidade. “Raquel segue firme em sua agenda institucional, ampliando entregas e fortalecendo a gestão”, declarou o aliado. Ele pontuou ainda que “as tentativas de desgaste não colam” diante do que classifica como uma presença constante do governo no interior. Filiado ao mesmo partido da governadora, Marconi Santana é uma das apostas do Palácio do Campo das Princesas para ampliar a base de apoio na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O pré-candidato destacou o que considera ser uma capacidade de articulação da gestora. “Raquel tem mostrado equilíbrio, capacidade de diálogo e compromisso com uma agenda voltada para gestão”, afirmou. Marconi Santana carrega o histórico de quatro mandatos à frente da prefeitura de Flores e é filho do ex-deputado Wilson Santana. Atualmente, ele atua como um dos principais interlocutores do governo Raquel Lyra na região do Sertão, alinhando o discurso regional às diretrizes da administração estadual. Via Nill Júnior

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Raquel Lyra nega perseguição política e afirma que Polícia Civil agiu dentro da legalidade

Raquel Lyra nega perseguição política e afirma que Polícia Civil agiu dentro da legalidade

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, comentou as denúncias de que a Polícia Civil teria sido utilizada para uma suposta perseguição política. Em declaração divulgada em vídeo, a chefe do Executivo estadual afirmou que a atuação da corporação ocorreu dentro dos parâmetros legais e teve como base uma denúncia considerada grave. Segundo Raquel Lyra, a polícia recebeu uma denúncia de corrupção e adotou os procedimentos previstos em lei. A governadora destacou que o governo estadual respeita a legislação e atua para garantir transparência e autonomia das instituições. “A polícia recebeu uma denúncia grave de corrupção e fez o seu papel de investigação dentro da legalidade”, afirmou. Na fala, a governadora ressaltou ainda que, no entendimento da gestão, ninguém está acima da lei e que o combate à corrupção deve ser permanente. Raquel Lyra concluiu dizendo que a apuração conduzida pela Polícia Civil teve como objetivo investigar os fatos denunciados, reforçando que a atuação da corporação seguiu os trâmites legais. VEJA VÍDEO: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Blog PN Petrolândia Notícias (@pnpetrolandianoticias) Via Blog do Nill Júnior

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IBVASF formaliza termo e assegura retomada das cirurgias eletivas do SUS em Petrolândia e municípios da região

O Hospital IBVASF – Instituto Beneficente Vale do São Francisco, localizado em Petrolândia, deu um passo histórico para o fortalecimento da saúde pública regional. A unidade, que tem como Diretor Técnico-Médico o Dr. João Lopes Gonçalves, assinou o termo de credenciamento que autoriza a liberação de cirurgias eletivas para Petrolândia, Carnaubeira da Penha e municípios de toda a região.

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Raquel Lyra nomeia advogado dela como presidente de estatal do transporte

Raquel Lyra nomeia advogado dela como presidente de estatal do transporte

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), nomeou Yuri Coriolano como novo presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI), responsável por fiscalizar os ônibus que rodam no estado. Coriolano já atuou como advogado de Raquel Lyra. Raquel Lyra trocou o comando da EPTI após a denúncia do Metrópoles de que a empresa do pai da governadora, Logo Caruaruense, operava de forma irregular há pelo menos três anos. Vinculada ao governo estadual, a EPTI deixou de realizar as vistorias obrigatórias na companhia do ex-governador e pai de Raquel Lyra, João Lyra Neto. Coriolano foi o advogado de Raquel Lyra na campanha de 2022, quando ela foi eleita governadora. Segundo os dados oficiais registrados na Justiça Eleitoral, Coriolano recebeu R$ 36 mil em serviços advocatícios pagos em duas parcelas: uma de R$ 12 mil e outra de R$ 24 mil. Raquel Lyra nomeia advogado como presidente da EPTI. Ele atuou na campanha eleitoral e recebeu R$ 36 mil A nomeação do advogado no cargo foi publicada nesta quarta-feira (21/1). O então presidente da EPTI, Antônio Carlos Reinaux Gomes, foi exonerado, a pedido. Após a repercussão negativa do caso, a governadora declarou que a empresa fechou as portas. O deputado Romero Albuquerque (União Brasil) protocolou pedido de impeachment de Raquel Lyra, que será analisado pelo presidente da Assembleia Legislativa local (Alepe), o deputado Álvaro Porto (PSDB). Caso o presidente da Casa julgue o caso procedente, ele poderá constituir uma Comissão Especial para dar andamento ao processo. Por Metropóles

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Governo troca comando da EPTI após denúncias de irregularidades

Governo troca comando da EPTI após denúncias de irregularidades

Pressionada por pedido de impeachment e suspeitas de irregularidades envolvendo empresa familiar, gestão Raquel Lyra nomeia novo presidente para órgão de transporte. O Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (21) oficializou uma mudança estratégica e urgente na cúpula do transporte intermunicipal de Pernambuco. O advogado Yuri Coriolano assume a presidência da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI), substituindo Antônio Carlos Reinaux, que entregou o cargo “a pedido”. A movimentação ocorre em um cenário de forte desgaste político para a governadora Raquel Lyra. A gestão enfrenta denúncias graves de irregularidades que teriam beneficiado a empresa Logo Caruaruense, pertencente ao pai da governadora. O escândalo ganhou contornos institucionais críticos após o deputado Romero Albuquerque protocolar um pedido de impeachment contra a chefe do Executivo estadual. Perfil técnico na Casa Civil Yuri Coriolano, que ocupava a Secretaria Executiva de Coordenação Estratégica da Casa Civil desde outubro de 2023, chega à EPTI com um currículo sólido na administração pública. Bacharel em Direito e pós-graduado em Direito Administrativo pela UFPE e em Direito Eleitoral pela ESA/OAB-PE, Coriolano já atuou como diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria de Saúde. Via Nill Júnior

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Sileno cobra demissão do presidente da EPTI após escândalo da Logo Caruaruense

Sileno cobra demissão do presidente da EPTI após escândalo da Logo Caruaruense

O líder do PSB na Assembleia Legislativa (Alepe), deputado Sileno Guedes, cobrou, nesta segunda-feira (19), a demissão do presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), Antônio Carlos Reinaux. Segundo o parlamentar, a medida é uma resposta esperada pela sociedade após o escândalo da Logo Caruaruense, empresa de ônibus da família da governadora Raquel Lyra (PSD) que vinha operando em situação irregular desde 2023, primeiro ano da atual gestão. Além da omissão em determinar a fiscalização de ônibus que circulavam sem vistorias, com taxas atrasadas e com idade acima da permitida, lembra que o presidente da EPTI está envolvido em outras polêmicas. Era diretor da Natural da Vaca, onde trabalhou por mais de dez anos, no período em que representantes da empresa teriam cometido crimes apurados pela Polícia Federal onde houve o indiciamento de 40 pessoas Apos a EPTI ficar seis meses sem direção, foi nomeado para cuidar de um setor sensível para a família da governadora, o que pode ser um indício de conflito de interesses. “É fato que houve omissão. Eu mesmo denunciei a inoperância da EPTI por diversas vezes ao longo do ano passado. E o encerramento das atividades da Logo Caruaruense na sexta-feira passada, de forma bastante abrupta após as denúncias, foi a confissão de que a operação estava irregular e de que o Governo de Pernambuco nada fez, colocando vidas em risco. Será que o sistema vem sendo fiscalizado? A única resposta possível é a demissão da diretoria do órgão responsável”, declarou Sileno. Blog Do Elielson

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