03/02/2026 21:16

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

Raquel Lyra foi às redes sociais para rebater acusações de instrumentalização da polícia para perseguir opositores – Ricardo Fernandes/Folha de Pernambuco A governadora Raquel Lyra (PSD) foi às redes sociais para rebater às acusações da oposição de instrumentalização da Polícia Civil de Pernambuco para perseguir opositores políticos. Em um vídeo publicado na noite deste sábado (31), Raquel Lyra reforçou que o tema é técnico e não deve ser tratado com viés eleitoral. “A Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de estado com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém. Não é hora de distorcer fatos, nem transformar um tema técnico em palco eleitoreiro”, declarou Raquel Lyra A governadora se pronunciou após a publicação de um vídeo pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), informando sobre a determinação do Supremo Tribunal Federal da abertura de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre o monitoramento da Polícia Civil de Pernambuco que teve como alvo o secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e o irmão Eduardo Monteiro. A governadora reforçou que a Polícia Civil não recebeu ordem para perseguir opositores políticos. A gestora enfatizou também que ninguém deixará de ser investigado caso haja indícios de desrespeito às leis. “Não existe por parte do governo de Pernambuco nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja. Por outro lado, é muito importante dizer que, sob o meu comando, nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso. Eu trato esse assunto com serenidade, porque sempre foi assim que conduzi minha vida pública”, declarou a governadora. A determinação da investigação do caso pela Polícia Federal foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na sexta-feira (31). O despacho do ministro determina que a PF investigue se houve a prática de infrações ao código penal na apuração feita pela Polícia Civil de Pernambuco. Por FolhaPE

Leia mais »

Madeireira Santa Rita amplia ofertas e se destaca em Petrolândia com materiais de construção a preços especiais

Se você procura qualidade, preço justo e variedade para sua obra, a Madeireira Santa Rita é o destino certo em Petrolândia-PE. Localizada de forma estratégica às margens da BR-316, no Bairro Nova Esperança, em frente à caixa d’água da Compesa, a empresa oferece um mix completo de materiais de construção com condições que cabem no seu bolso.

Leia mais »
João Campos reage à investigação da PF sobre possível monitoramento indevido do governo de PE

João Campos reage à investigação da PF sobre possível monitoramento indevido do governo de PE

João Campos (PSB) reage à investigação da PF sobre possível monitoramento indevido do governo de PE – Leandro de Santana/Folha de Pernambuco. Em vídeo publicado nas redes sociais nesse sábado (31/01), o prefeito do Recife João Campos (PSB) comentou sobre a abertura de investigação da Polícia Federal sobre o possível monitoramento indevido do governo de Pernambuco a aliados da gestão municipal. De acordo com o prefeito, “o povo pernambucano não tolera perseguição”. “O Supremo Tribunal Federal acaba de determinar uma investigação a ser conduzida pela Polícia Federal depois que a imprensa nacional divulgou que tava acontecendo de forma clandestina e criminosa em Pernambuco. Parte da Polícia Civil sendo utilizada para fins eleitorais e político, sem nenhum ato formal, BO ou inquérito. Carro oficial da prefeitura sendo rastreado, servidores sendo seguidos, tudo de forma clandestina e criminosa”, disse o prefeito. VEJA VÍDEO: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Folha de Pernambuco (@folhape) Por FolhaPE

Leia mais »
Juntos Pela Educação: Governo de Pernambuco inicia pagamento do Pix Tênis para alunos da rede estadual

Juntos Pela Educação: Governo de Pernambuco inicia pagamento do Pix Tênis para alunos da rede estadual

Crédito de R$ 150 é destinado à compra do calçado que faz parte do fardamento escolar desde 2025 O benefício do Pix Tênis já começou a ser pago para os estudantes da Rede Estadual de Pernambuco matriculados no ano letivo de 2026. Inicialmente, recebem o benefício mais de 140 mil estudantes com os registros válidos, entre novatos e veteranos que já prestaram conta do valor recebido em 2025. A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação (SEE), garante a disponibilização de crédito financeiro de R$ 150 para que todos os estudantes da rede estadual possam adquirir um par de calçados como parte do fardamento escolar de Pernambuco. “Cuidar da educação é, também, garantir que nenhum jovem se sinta diferente pela falta do básico e deixe de ir à escola. Quando garantimos o uniforme completo, inclusive o tênis, estamos dizendo a cada um dos nossos estudantes que ele importa, que pertence à escola e que o governo está ao lado dele para que siga aprendendo, sonhando e construindo um futuro brilhante”, destacou a governadora Raquel Lyra. O investimento no Pix Tênis, uma ação do Programa Juntos Pela Educação, pode alcançar R$ 77,5 milhões em 2026, representando mais um avanço nas políticas públicas voltadas à permanência e à valorização dos estudantes na escola e promovendo a igualdade de condições no ambiente educacional. “Esse repasse fortalece a política do Pix Tênis, criada em 2025 para que os estudantes possam ir à escola com mais conforto e dignidade. Ao entregar mais um item do fardamento escolar antes do início do ano letivo, o Governo de Pernambuco reafirma seu compromisso com o cuidado, a inclusão e a atenção às necessidades cotidianas de crianças e jovens da rede estadual”, afirmou o secretário de Educação, Gilson Monteiro. O benefício será creditado diretamente em conta bancária do estudante maior de 18 anos, ou do responsável legal, no caso de estudantes menores de idade. O pagamento ocorrerá, novamente, em parceria com a Caixa Econômica Federal, instituição responsável pela execução dos depósitos. É importante ressaltar que o valor deverá ser utilizado exclusivamente para a compra do tênis escolar, conforme a finalidade do programa, em lojas físicas ou virtuais que comercializam calçados. Os responsáveis legais e beneficiários maiores de 18 anos deverão prestar contas da aquisição, garantindo a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos. Para ter direito ao Pix Tênis, é necessário atender aos critérios estabelecidos pelo Decreto nº 59.026, de 22 de julho de 2025, que regulamenta o benefício. Entre as exigências previstas, é fundamental que o estudante esteja regularmente matriculado na rede estadual e com os dados atualizados no Sistema de Informações da Educação de Pernambuco (Siepe). Também é indispensável que o CPF do responsável legal e do estudante maior de 18 anos esteja regular junto à Receita Federal e à gestão da unidade escolar. Esta é uma etapa obrigatória para a liberação do crédito, pois o CPF será usado como base para a abertura da conta e liberação do crédito por parte da Caixa Econômica Federal. Desta forma, não será necessário que o beneficiário abra uma conta junto ao banco. A própria instituição financeira ficará responsável pela abertura e repasse, a partir das informações que serão disponibilizadas pela SEE. Prestação de contas Os beneficiários que receberam o valor em 2025 e ainda não realizaram a prestação de contas ficarão impedidos de receber o novo repasse até que a situação seja regularizada. O prazo máximo para essa regularização é o dia 7 de fevereiro. Para realizar o procedimento, basta acessar a plataforma www.meutenis.pe.gov.br. O site é o mesmo utilizado para a prestação de contas do Pix Tênis 2026. Os beneficiários que enfrentarem dificuldades no processo on-line ou não tiverem acesso aos meios digitais podem comparecer à secretaria da escola, munidos da documentação necessária. Caso o estudante ou responsável ainda possua dúvidas sobre o benefício, pode entrar em contato com os canais de atendimento disponíveis, pelo telefone 0800 286 0086, pelo e-mail meutenis@adm.educacao.pe.gov.br ou pelo webchat da plataforma. Via Blog Nill Júnior

Leia mais »
Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

A partir desta segunda-feira (02), as Casas Legislativas de todo o país retomam oficialmente suas atividades. Em Pernambuco, no entanto, o início do ano legislativo ocorre sob um clima de forte tensão política, com pedidos de impeachment contra a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), colocando a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a Câmara Municipal do Recife no centro do debate político estadual. Os dois casos, embora distintos em natureza e tramitação, simbolizam o acirramento das disputas entre Executivo e Legislativo e antecipam o ambiente de polarização que deve marcar o caminho até as eleições de 2026. Na Câmara do Recife, o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos deve ser o primeiro a ter desdobramentos práticos. A denúncia foi protocolada no dia 6 de janeiro pelo vereador de oposição Eduardo Moura (Novo), que acusa o prefeito de infração político-administrativa relacionada à nomeação de um candidato com deficiência (PCD) em concurso público para a Procuradoria do Município. Após o protocolo, o presidente da Casa, vereador Romerinho Jatobá (PSB), encaminhou o pedido à Procuradoria Legislativa, alegando o ineditismo da matéria, trata-se do primeiro pedido de impeachment de um prefeito na história da Câmara do Recife. Após 19 dias de análise, a Procuradoria emitiu parecer favorável à leitura do pedido em plenário, o que deve ocorrer na primeira sessão ordinária após a reabertura dos trabalhos, marcada para terça-feira (03). A sessão desta segunda-feira (02) é solene e não delibera matérias. Na sessão, o pedido será lido e submetido à votação para decidir se a denúncia será recebida. O autor do requerimento, Eduardo Moura, não poderá votar, sendo substituído pelo primeiro suplente, George Bastos (Novo). Para que a denúncia seja aceita, é necessária maioria simples, metade mais um dos vereadores, ou seja, ao menos 19 votos. Caso o pedido seja admitido, será formada uma comissão processante com três parlamentares, responsável por conduzir a instrução do processo. Ao final, o julgamento exige o voto favorável de dois terços da Casa para eventual cassação do prefeito. Apesar da movimentação, João Campos conta com ampla maioria na Câmara. Dos 37 vereadores, 22 integram a base governista, sendo 14 do próprio PSB, partido presidido por João. A oposição, que encabeça o pedido de impeachment, reúne 11 parlamentares. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o pedido de impeachment contra a governadora Raquel Lyra ocorre em um cenário mais complexo e marcado por um desgaste prolongado na relação entre Executivo e Legislativo. O impasse teve início ainda no fim de 2024, com queixas de deputados sobre o não pagamento de emendas parlamentares. A partir daí, a crise se aprofundou ao longo de 2025, culminando em sucessivos travamentos da pauta da Casa. Entre os meses de março e junho do ano passado, a Alepe enfrentou dificuldades para avançar em matérias estratégicas, incluindo pedidos de empréstimos, nomeações para órgãos do Estado e projetos relacionados ao arquipélago de Fernando de Noronha. O cenário só começou a se destravar após a mobilização do Sindicato dos Professores da Rede Estadual (Simpere), diante do risco de atraso na votação do reajuste do piso salarial da categoria, mesmo após acordo firmado com o governo. A relação voltou a se deteriorar no fim de 2025, durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA). O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), chegou a rejeitar vetos da governadora, levando o Palácio do Campo das Princesas a judicializar o caso, sendo atendido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Após a intervenção do TJPE, a governadora Raquel Lyra solicitou, no início de janeiro, a convocação de sessão extraordinária para votar o orçamento e outros projetos. A Casa, no entanto, encaminhou os textos à Procuradoria para análise, o que reduziu os efeitos da convocação extraordinária. Com isso, a LOA voltou a tramitar na Comissão de Finanças e pode ser votada apenas em março. Com poucos dias para o retorno dos trabalhos na Alepe, a governadora cobrou, na última sexta-feira (30), os deputados estaduais presentes em evento no Porto de Suape a aprovação das matérias enviadas para a Alepe. “Peço à Assembleia Legislativa que a gente não discuta as próximas eleições agora. Elas vão acontecer no tempo certo. O que o povo espera de nós é união, capacidade de trabalho e compromisso com Pernambuco”, afirmou a governadora. É nesse contexto de tensão institucional que foi protocolado, no dia 19 de janeiro, o pedido de impeachment contra Raquel Lyra, apresentado pelo deputado Romero Albuquerque (União Brasil). O parlamentar aponta suposto crime de responsabilidade relacionado à empresa Logo Caruaruense, que pertenceu ao ex-governador João Lyra Neto, pai da governadora. Diferentemente do caso da Câmara do Recife, o pedido contra a governadora segue um rito mais demorado. O documento será encaminhado à Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), presidida pelo deputado Coronel Alberto Feitosa (PL), que terá prazo para análise preliminar. Após isso, abre-se prazo para defesa da governadora e posterior emissão de parecer. Caso avance, o processo precisa do apoio de dois terços dos 49 deputados para prosseguir. Se admitido, é formada uma comissão especial composta por sete parlamentares e sete desembargadores, sob a presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco, responsável pelo julgamento final. Apesar do desgaste político, a governadora conta hoje com maioria na Casa. O chamado “blocão” reúne 19 deputados, mas o governo afirma ter apoio de ao menos 29 parlamentares, incluindo integrantes de bancadas independentes. A oposição soma cerca de 20 deputados, entre eles o presidente da Alepe e os presidentes das principais comissões da Casa. Nos dois casos, a avaliação nos bastidores é de que os pedidos de impeachment têm poucas chances de prosperar, diante das maiorias formadas tanto na Câmara do Recife quanto na Alepe. Ainda assim, os movimentos são vistos como parte de uma estratégia política mais ampla, que antecipa o clima de disputa para as eleições de 2026. Com o retorno dos trabalhos legislativos, a expectativa é de que os embates entre governo e oposição se intensifiquem, transformando o Legislativo pernambucano em um dos principais palcos da

Leia mais »

Compartilhe: