09/02/2026 23:57

Venezuelanos correm em supermercados para estocar alimentos

Venezuelanos correm em supermercados para estocar alimentos

Os venezuelanos começaram a formar filas em supermercados por todo o país no sábado (3) para estocar suprimentos, ao acordarem com a notícia de que os Estados Unidos haviam lançado ataques aéreos na capital e capturado o líder do país, Nicolás Maduro. Enquanto muitas lojas em Caracas, a capital, estavam fechadas, algumas que abriram encontraram dezenas de pessoas já esperando do lado de fora. As pessoas enchiam seus carrinhos com água, papel higiênico e outros produtos. Poucos carros circulavam pelas ruas, e não havia sinais de transporte público. Áreas próximas a uma base militar que foi atacada estavam sem eletricidade. No bairro Plaza Venezuela, em Caracas, Alondra, uma mulher de 32 anos que preferiu não divulgar seu sobrenome por medo, disse que acabara de voltar à capital após as férias de dezembro e não tinha comida em casa. “Não estou feliz”, disse enquanto fazia compras. “Entendo o quão delicada é a situação, e tenho medo de que as coisas piorem no país.” A tensão aumentava porque algumas pessoas furavam a fila, que não avançava. “Já sofremos tanto”, acrescentou. “Estou me sentindo sem esperança, pensando que tudo pode piorar e que não vamos aguentar. Vídeos de La Candelaria, no centro de Caracas, mostravam dezenas de pessoas em fila para comprar alimentos. Em uma loja de um conjunto habitacional público na cidade, cerca de 10 pessoas aguardavam para encher galões de água. c.2026 The New York Times Company Moradores aguardam em fila em um supermercado em Caracas, Venezuela, no sábado. Venezuelanos lotaram as lojas após os ataques dos EUA no país e a remoção do presidente Nicolás Maduro. Crédito The New York Times Por Portal PE10

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EUA bombardeiam Caracas e outras regiões da Venezuela em invasão militar imperialista do ditador Trump

EUA bombardeiam Caracas e outras regiões da Venezuela em invasão militar imperialista do ditador Trump

Os Estados Unidos bombardearam Caracas e outras partes da Venezuela durante a madrugada deste sábado (3), em uma invasão militar que viola a soberania do país e a paz no continente. O presidente norte-americano Donald Trump afirmou nas redes sociais que o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram “capturados e levados para fora do país” após a operação, realizada, segundo ele, “em conjunto com forças policiais dos EUA”. Além dos bombardeios, foram registrados cortes de energia próximos a uma importante base militar e relatos de aeronaves voando baixo enquanto explosões eram ouvidas em toda a capital. Imagens da cidade portuária de La Guaira mostram as consequências das explosões. A ação norte-americana ocorre em meio a uma longa tensão geopolítica com a Venezuela, país que possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo. Os EUA historicamente justificam intervenções na região com argumentos como “guerra contra o narcotráfico” ou acusações de fraude eleitoral – narrativas agora usadas para legitimar o ataque militar. Até o momento, não há confirmação independente sobre o paradeiro de Maduro ou sobre a extensão dos danos causados pelos bombardeios. A situação na Venezuela segue em clima de guerra, com incerteza sobre os próximos desdobramentos e o risco de escalada do conflito. Via Pretessencias

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‘Night Stalkers’:Grupo dos EUA que matou Bin Laden é visto perto da Venezuela

‘Night Stalkers’:Grupo dos EUA que matou Bin Laden é visto perto da Venezuela

A aparição de helicópteros militares dos Estados Unidos no Caribe, recentemente, chamou a atenção por um motivo que vai além das tensões com a Venezuela. As aeronaves faziam parte dos “Night Stalkers”, uma unidade de elite do Exército americano especializada em operações secretas e complexas. Em 2011, o grupo teve papel importante na ação que matou o terrorista Osama Bin Laden, no Paquistão. A expressão “Night Stalkers” significa “Caçadores da Noite”, em uma tradução livre. O grupo surgiu na década de 1980, com foco em operações noturnas de alta complexidade. “Sinceramente, acho que essas pessoas são os melhores pilotos de helicóptero do mundo… Eles são os pilotos de Fórmula 1 da aviação”, disse Steven Hartov, autor do livro The Night Stalkers, ao jornal britânico “The Guardian”. Via Portal PE10

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Exército israelense diz que matou chefe do Estado-Maior de Guerra do Irã

Exército israelense diz que matou chefe do Estado-Maior de Guerra do Irã

Ali Shadmani foi nomeado para o cargo na última semana, após o então comandante ser morto em outro ataque As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) informaram, nesta terça-feira (17), que mataram o Chefe do Estado-Maior de Guerra do Irã, Ali Shadmani, durante um ataque noturno contra o país. O militar estava num quartel-general em Teerã, que foi atingido por um caça da Força Aérea israelense. Shadmani assumiu o cargo de Chefe do Estado-Maior de Guerra na última sexta-feira (13), um dia depois dos ataques iniciais de Israel terem matado vários comandantes de alto escalão, incluindo seu antecessor, o Tenente-General Gholam Ali Rashid. Ambos lideravam o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya — entidade que coordena o exército regular e a Guarda Revolucionária do Irã. Em comunicado, o exército israelense afirmou que Shadmani era responsável por gerenciar o combate e aprovar os planos de fogo iranianos e que, “em suas várias funções”, influenciou diretamente os planos de ataque iranianos para prejudicar Israel. “Pela segunda vez: as IDF eliminaram o chefe do estado-maior em tempo de guerra, o comandante militar mais graduado do regime iraniano e o homem mais próximo do líder iraniano Ali Khamenei. O assassinato de Shadmani se junta a uma série de assassinatos do mais alto comando militar do Irã e constitui outro golpe na cadeia de comando das forças armadas iranianas”, disseram as IDF. O Irã ainda não se pronunciou sobre as alegações de Israel. Caso a morte de Shadmani seja confirmada, espera-se um aumento nas hostilidades, com o exército iraniano lançando um novo ataque aéreo contra Israel – que deverá responder. Na segunda-feira (16), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a dizer que não descarta a possibilidade de atacar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Via Didi Galvão

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