03/02/2026 21:08

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

“Não é hora de transformar tema técnico em palco eleitoral”, afirma Raquel em resposta a acusações da oposição

Raquel Lyra foi às redes sociais para rebater acusações de instrumentalização da polícia para perseguir opositores – Ricardo Fernandes/Folha de Pernambuco A governadora Raquel Lyra (PSD) foi às redes sociais para rebater às acusações da oposição de instrumentalização da Polícia Civil de Pernambuco para perseguir opositores políticos. Em um vídeo publicado na noite deste sábado (31), Raquel Lyra reforçou que o tema é técnico e não deve ser tratado com viés eleitoral. “A Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de estado com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém. Não é hora de distorcer fatos, nem transformar um tema técnico em palco eleitoreiro”, declarou Raquel Lyra A governadora se pronunciou após a publicação de um vídeo pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), informando sobre a determinação do Supremo Tribunal Federal da abertura de uma investigação da Polícia Federal (PF) sobre o monitoramento da Polícia Civil de Pernambuco que teve como alvo o secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e o irmão Eduardo Monteiro. A governadora reforçou que a Polícia Civil não recebeu ordem para perseguir opositores políticos. A gestora enfatizou também que ninguém deixará de ser investigado caso haja indícios de desrespeito às leis. “Não existe por parte do governo de Pernambuco nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja. Por outro lado, é muito importante dizer que, sob o meu comando, nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso. Eu trato esse assunto com serenidade, porque sempre foi assim que conduzi minha vida pública”, declarou a governadora. A determinação da investigação do caso pela Polícia Federal foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, na sexta-feira (31). O despacho do ministro determina que a PF investigue se houve a prática de infrações ao código penal na apuração feita pela Polícia Civil de Pernambuco. Por FolhaPE

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Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

Com pedidos de impeachment de João Campos e Raquel Lyra na pauta, Legislativo de Pernambuco retoma trabalhos sob clima de prévia eleitoral

A partir desta segunda-feira (02), as Casas Legislativas de todo o país retomam oficialmente suas atividades. Em Pernambuco, no entanto, o início do ano legislativo ocorre sob um clima de forte tensão política, com pedidos de impeachment contra a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), colocando a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a Câmara Municipal do Recife no centro do debate político estadual. Os dois casos, embora distintos em natureza e tramitação, simbolizam o acirramento das disputas entre Executivo e Legislativo e antecipam o ambiente de polarização que deve marcar o caminho até as eleições de 2026. Na Câmara do Recife, o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos deve ser o primeiro a ter desdobramentos práticos. A denúncia foi protocolada no dia 6 de janeiro pelo vereador de oposição Eduardo Moura (Novo), que acusa o prefeito de infração político-administrativa relacionada à nomeação de um candidato com deficiência (PCD) em concurso público para a Procuradoria do Município. Após o protocolo, o presidente da Casa, vereador Romerinho Jatobá (PSB), encaminhou o pedido à Procuradoria Legislativa, alegando o ineditismo da matéria, trata-se do primeiro pedido de impeachment de um prefeito na história da Câmara do Recife. Após 19 dias de análise, a Procuradoria emitiu parecer favorável à leitura do pedido em plenário, o que deve ocorrer na primeira sessão ordinária após a reabertura dos trabalhos, marcada para terça-feira (03). A sessão desta segunda-feira (02) é solene e não delibera matérias. Na sessão, o pedido será lido e submetido à votação para decidir se a denúncia será recebida. O autor do requerimento, Eduardo Moura, não poderá votar, sendo substituído pelo primeiro suplente, George Bastos (Novo). Para que a denúncia seja aceita, é necessária maioria simples, metade mais um dos vereadores, ou seja, ao menos 19 votos. Caso o pedido seja admitido, será formada uma comissão processante com três parlamentares, responsável por conduzir a instrução do processo. Ao final, o julgamento exige o voto favorável de dois terços da Casa para eventual cassação do prefeito. Apesar da movimentação, João Campos conta com ampla maioria na Câmara. Dos 37 vereadores, 22 integram a base governista, sendo 14 do próprio PSB, partido presidido por João. A oposição, que encabeça o pedido de impeachment, reúne 11 parlamentares. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco, o pedido de impeachment contra a governadora Raquel Lyra ocorre em um cenário mais complexo e marcado por um desgaste prolongado na relação entre Executivo e Legislativo. O impasse teve início ainda no fim de 2024, com queixas de deputados sobre o não pagamento de emendas parlamentares. A partir daí, a crise se aprofundou ao longo de 2025, culminando em sucessivos travamentos da pauta da Casa. Entre os meses de março e junho do ano passado, a Alepe enfrentou dificuldades para avançar em matérias estratégicas, incluindo pedidos de empréstimos, nomeações para órgãos do Estado e projetos relacionados ao arquipélago de Fernando de Noronha. O cenário só começou a se destravar após a mobilização do Sindicato dos Professores da Rede Estadual (Simpere), diante do risco de atraso na votação do reajuste do piso salarial da categoria, mesmo após acordo firmado com o governo. A relação voltou a se deteriorar no fim de 2025, durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA). O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), chegou a rejeitar vetos da governadora, levando o Palácio do Campo das Princesas a judicializar o caso, sendo atendido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Após a intervenção do TJPE, a governadora Raquel Lyra solicitou, no início de janeiro, a convocação de sessão extraordinária para votar o orçamento e outros projetos. A Casa, no entanto, encaminhou os textos à Procuradoria para análise, o que reduziu os efeitos da convocação extraordinária. Com isso, a LOA voltou a tramitar na Comissão de Finanças e pode ser votada apenas em março. Com poucos dias para o retorno dos trabalhos na Alepe, a governadora cobrou, na última sexta-feira (30), os deputados estaduais presentes em evento no Porto de Suape a aprovação das matérias enviadas para a Alepe. “Peço à Assembleia Legislativa que a gente não discuta as próximas eleições agora. Elas vão acontecer no tempo certo. O que o povo espera de nós é união, capacidade de trabalho e compromisso com Pernambuco”, afirmou a governadora. É nesse contexto de tensão institucional que foi protocolado, no dia 19 de janeiro, o pedido de impeachment contra Raquel Lyra, apresentado pelo deputado Romero Albuquerque (União Brasil). O parlamentar aponta suposto crime de responsabilidade relacionado à empresa Logo Caruaruense, que pertenceu ao ex-governador João Lyra Neto, pai da governadora. Diferentemente do caso da Câmara do Recife, o pedido contra a governadora segue um rito mais demorado. O documento será encaminhado à Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), presidida pelo deputado Coronel Alberto Feitosa (PL), que terá prazo para análise preliminar. Após isso, abre-se prazo para defesa da governadora e posterior emissão de parecer. Caso avance, o processo precisa do apoio de dois terços dos 49 deputados para prosseguir. Se admitido, é formada uma comissão especial composta por sete parlamentares e sete desembargadores, sob a presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco, responsável pelo julgamento final. Apesar do desgaste político, a governadora conta hoje com maioria na Casa. O chamado “blocão” reúne 19 deputados, mas o governo afirma ter apoio de ao menos 29 parlamentares, incluindo integrantes de bancadas independentes. A oposição soma cerca de 20 deputados, entre eles o presidente da Alepe e os presidentes das principais comissões da Casa. Nos dois casos, a avaliação nos bastidores é de que os pedidos de impeachment têm poucas chances de prosperar, diante das maiorias formadas tanto na Câmara do Recife quanto na Alepe. Ainda assim, os movimentos são vistos como parte de uma estratégia política mais ampla, que antecipa o clima de disputa para as eleições de 2026. Com o retorno dos trabalhos legislativos, a expectativa é de que os embates entre governo e oposição se intensifiquem, transformando o Legislativo pernambucano em um dos principais palcos da

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Vereadores questionam legitimidade da eleição da Mesa Diretora em meio a crise na Câmara de Petrolândia

Os vereadores Fabrício Cavalcante, Delano Santos e Evaldo da Melancia vêm a público manifestar discordância quanto à realização da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Petrolândia, a qual, segundo os parlamentares, ocorreu de forma apressada, em um momento em que a Casa Legislativa enfrenta situações graves ainda pendentes de esclarecimento e solução.

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Lula lidera a largada, mas teria vida dura na reta final: o que diz nova pesquisa para a Presidência

Lula lidera a largada, mas teria vida dura na reta final: o que diz nova pesquisa para a Presidência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial nos cenários de primeiro turno, mas teria dificuldades contra qualquer adversário no segundo, de acordo com levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 25 e 28 de janeiro e divulgado nesta quinta-feira (29). De acordo com a sondagem, na disputa em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) seria o principal nome da direita, o petista teria 39,8% das intenções de voto contra 33,1% do adversário, a vantagem estaria fora da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na sequência, aparecem numericamente os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e de Goiás, Ronaldo Caiado, mas esse cenário passou a ser improvável desde a última terça-feira, depois que o goiano anunciou que iria se juntar ao paranaense no PSD. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), vem na sequência, mas ele está empatado na margem de erro tanto com Caiado e Ratinho Jr. quanto com Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). Em outro cenário, no qual o nome mais forte da direita contra Lula seria o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 40,7% das intenções de voto contra 27,5% do seu oponente. Esse cenário pressupõe que Flávio Bolsonaro abriria mão da candidatura para apoiar Tarcísio, algo que já foi mais fortemente cogitado, mas que vem perdendo força nos últimos dias. O desfecho final sobre essa dúvida deve ocorrer hoje, quando está prevista a visita de Tarcísio ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, unidade prisional que fica dentro do Complexo da Papuda, em Brasília. O encontro estava previsto para a semana passada, mas foi adiado a pedido de Tarcísio depois que Flávio disse publicamente que a reunião serviria para o seu pai pedir ao governador que se empenhasse mais na candidatura presidencial do filho. Depois desse episódio, Tarcísio deu mais de uma vez declarações em que reforça que não será candidato ao Palácio do Planalto e que irá apoiar a postulação presidencial de Flávio. Segundo turno Se a vida de Lula no primeiro turno está mais ou menos tranquila, o mesmo não se pode dizer das projeções para a reta final. Segundo o Paraná Pesquisas, o presidente empataria dentro da margem de erro nas disputas contra Flávio e contra Tarcísio e levaria uma pequena vantagem sobre Ratinho Jr. A menor diferença ocorre com Tarcísio, quando Lula fica apenas 1,4 ponto percentual à frente. Com Flávio, a situação não seria muito diferente: o petista teria 2,6 pontos percentuais de vantagem. Em relação à pesquisa divulgada pelo instituto em dezembro, todas as variações entre esses candidatos no segundo turno ocorreram dentro da margem de erro. A única oscilação negativa se deu com Ratinho Jr. Pesquisa O levantamento do Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08254/2026. Via PE Notícias

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João Campos considera oportunismo eleitoral pedido de impeachment

João Campos considera oportunismo eleitoral pedido de impeachment

Prefeito do Recife, João Campos (PSB) – Felipe Ribeiro/Folha de Pernambuco O prefeito do Recife, João Campos (PSB), considerou oportunismo eleitoral o pedido de impeachment feito pela oposição na Câmara de Vereadores do Recife. A iniciativa ocorreu depois da polêmica envolvendo dois candidatos ao cargo de procurador do município. O primeiro havia declarado ser deficiente físico. O segundo, que ficou em 63º lugar, apresentou atestado em 2025, dois anos depois de o certame ser homologado. “Não dá para ver isso sendo tratado com oportunismo eleitoral. Chega ano de eleição, nossos nomes aparecem de forma importante nas pesquisas e algumas pessoas acham que vale o jogo do vale-tudo. Não é assim. Então, vou tratar tudo com seriedade, com respeito e fazendo as coisas como devem ser feitas”, argumentou o prefeito logo depois de inaugurar o segundo parque alagável da cidade, no Barro, bairro da Zona Oeste do Recife. João Campos lembrou ter um irmão com síndrome de Down e garantiu tratar o assunto com responsabilidade. “Vocês sabem que a causa de pessoa com deficiência é uma causa de vida que eu tenho. Tenho um irmão com síndrome de Down, que amo muito, e sei bem como é importante a gente ter o cuidado relativo a isso”, explanou. ResponsabilidadeO pedido de impeachment foi feito pelo vereador Eduardo Moura (Novo), e o prefeito, que tem maioria na Casa de José Mariano, disse acreditar que os parlamentares serão responsáveis na hora de avaliar a proposta. “Eu tenho absoluta confiança na Câmara de Vereadores que não vai se deixar levar por nenhuma irresponsabilidade eleitoral”, cravou. O casoA polêmica envolvendo o prefeito do Recife começou com o concurso para procurador judicial, ocorrido em 2022. Na ocasião, foi aprovado para a vaga destinada a pessoas com deficiência (PCD) o candidato Marko Venício dos Santos Batista, que aguardava a nomeação e posse. Mais tarde, no entanto, foi nomeado para a vaga outro candidato, Lucas Vieira Silva. Lucas Vieira havia inicialmente se inscrito na ampla concorrência, ficando em 63° lugar no concurso. Em 2025, ele recorreu à Procuradoria do município para concorrer como candidato nas ações afirmativas, apresentando um laudo com um diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA).  Três procuradoras concursadas votaram pelo indeferimento do pedido, enquanto o procurador-geral do município, Pedro Pontes, indicado pelo prefeito João Campos, posicionou-se favoravelmente. A nova nomeação foi oficializada no dia 23 de dezembro do ano passado e, diante da repercussão negativa, revogada no dia 31 do mesmo mês. Por FolhaPE

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Mais uma perda na base de Raquel Lyra: Prefeito da Pedra anuncia apoio ao projeto político de João Campos

O projeto político liderado pelo prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, segue ampliando seu arco de alianças no interior de Pernambuco. Desta vez, o reforço vem do Agreste Meridional. Nesta segunda-feira (5), em ato político na cidade da Pedra, o prefeito do município, Júnior Vaz, anunciou apoio ao projeto de João, marcando um novo movimento no cenário político local.

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Com 1.373.658 o Sertão tem 19,39% do total de eleitores do Estado de Pernambuco

Com 1.373.658 o Sertão tem 19,39% do total de eleitores do Estado de Pernambuco

Os dois maiores Colégios eleitorais do Sertão de Pernambuco é o São Francisco com 349.348 e a Região do Pajeú com 347.437 eleitores, São Francisco está entre os 3 com menor número de municípios apenas 7 e o Pajeú tem o maior número chegando a 17 Municípios. Esses números devem ser levados em consideração principalmente para aqueles que se colocam como pré-candidatos a uma das 49 cadeiras da Assembleia Legislativa de Pernambuco, ainda para os pretendentes a garantir uma das 25 cadeiras que o Estado tem direito no Congresso Nacional através da Câmara dos Deputados. Lembrando que o Sertão já teve o Presidente do Congresso Nacional com o Senador Nilo Coelho, ainda o Presidente da Câmara Federal com o Deputado Inocêncio Oliveira. Inocêncio é o Pernambucano com o maior número de mandatos, foi eleito 10 vezes consecutivas para representar o Estado. Outro sertanejo com destaque na política Estadual foi Felipe Coelho, ele foi eleito Deputado Estadual por 11 vezes consecutivas e chegou a ser Presidente da Alepe em duas oportunidades. Portanto, sertanejos de todos os sertões. Você pode fazer a diferença e recolocar o Sertão na posição de destaque na política Estadual. Não importa se você é do Sertão Central, Sertão de Itaparica, Sertão do Araripe, Sertão do Moxotó, Sertão do Pajeú, ou Sertão do São Francisco. O que importa mesmo é que você pode, basta você querer e sua região será destaque conforme sua vontade. Sertão Central: Total: 144.163 Sertão de Itaparica: Total: 112.820 Sertão do Araripe: Total: 251.905 Sertão do Moxotó: Total: 167.985 Sertão do Pajeú: Total: 347.437 Sertão do São Francisco: Total: 349.348 O total de eleitores em todo Sertão do Estado é de 1.373.658; ou 19,39% do total de 7.085,193 eleitores em todo Estado de Pernambuco. Via Didi Galvão

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“Não há ninguém nomeado por sobrenome ou parentesco”, diz João Campos sobre concurso da procuradoria

“Não há ninguém nomeado por sobrenome ou parentesco”, diz João Campos sobre concurso da procuradoria

Prefeito do Recife, João Campos (PSB), participa da primeira missa de 2026 no Santuário do Morro da Conceição, Zona Norte da cidade – Vanessa Alcantara O prefeito do Recife, João Campos (PSB), negou na noite desta quinta-feira (1º) ter beneficiado o filho de uma procuradora do Ministério Público de Contas (MPCO), órgão vinculado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), e de um juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) no último concurso para procurador da prefeitura, realizado em 2022. Sustentou que a Procuradoria-Geral do município tomou uma decisão administrativa ao, inicialmente, considerar como primeiro colocado um candidato com transtorno do espectro autista (TEA), que apresentou laudo depois do concurso. Explicou que a Procuradoria do Recife recuou após determinação da Justiça, contemplando um outro candidato com deficiência física, que já havia se colocado na lista de PCD quando o certame foi realizado. “Não há nenhuma decisão de mudança de nota, de passar na frente, não é isso. Não tem ninguém nomeado em função de nome, sobrenome ou parentesco. Isso não existe. Isso é uma ilação. Não existe isso de forma nenhuma, em nenhum concurso da prefeitura”, assegurou o prefeito João Campos, após participar da primeira missa do ano no Santuário do Morro da Conceição, na Zona Norte da cidade, aonde foi agradecer e pedir proteção. Dois aprovadosA polêmica no resultado do concurso começou porque Lucas Vieira Silva ficou na 63ª colocação geral, mas apresentou um laudo, com aval da Justiça Federal do Trabalho, apontando ter sido diagnosticado com autismo. A Procuradoria do Recife aceitou o documento e Lucas passou a ocupar o primeiro lugar nas vagas reservadas a pessoas com deficiência (PCD). Defiiciente físico, o advogado Marko Venicio dos Santos Batista, que tinha passado em primeiro lugar na lista de PCD, acabou ficando na segunda colocação. Ele recorreu da decisão e o recurso foi aceito pela Procuradoria do Recife. Depois de revisto o resultado, a prefeitura nomeou Marko Venicio como procurador, em edição extra do Diário Oficial da última quarta-feira. “Estou absolutamente tranquilo. Não tem nenhuma dificuldade com absolutamente nada. E só reforçando, toda a decisão tomada do ponto de vista técnico, com base em laudos da Justiça Federal do Trabalho, dando a capacidade de recorrer do ponto de vista administrativo. A partir do momento em que o candidato que se sentiu prejudicado apresentou um recurso, de forma imediata foi apreciado”, enfatizou João Campos. Política enviesadaJoão Campos descartou ter ficado irritado com a repercussão que o caso ganhou e não descarta que a avaliação das classificações dos dois candidatos tenha sido tendenciosa. “Acho que tem uma leitura enviesada da política. Primeiro, eu não vi ninguém falando que havia um candidato com autismo e que outro tinha uma deficiência física. Não tem isso de ‘pular na frente’. No concurso é assim: a cada quatro nomeações, a quinta é uma nomeação de cota. Não tem como você passar na frente de ninguém”, argumentou. Segundo o prefeito, a procuradoria concluiu que essa discussão deve se dar a partir de agora na esfera do Judiciário. “A procuradoria entendeu que não deve ser mais uma discussão administrativa e que cada um brigue pelo seu direito na Justiça”, sentenciou. Diagnostico tardioJoão Campos lembrou ainda ser natural que diagnósticos de autismo se deem depois de algum tempo. E usou a realidade da Prefeitura do Recife como exemplo. “Em oito anos aumentou em 35 vezes o número de crianças com TEA. Você tem muitos casos em que a pessoa descobre ter TDAH ou autismo na fase de jovem ou já adulto. Esse é um fato contemporâneo”, contextualizou. ComandoO gestor refutou qualquer possibilidade de mudança no comando da Procuradoria-Geral, hoje sob a responsabilidade do advogado Pedro Pontes. O procurador-geral tem status de secretário. Disse não haver esse risco e que é rotina na pasta nomear servidores, fazer novas chamadas porque nem sempre os cargos são ocupados, e enfrentar judicialização. “Existem diversos recursos administrativos (impetrados pelos candidatos).” “É uma rotina permanente de nomeações e nomeações que existem em função de concurso. É importante só deixar muito claro que o caso em discussão é de uma pessoa que tem autismo e que isso foi laudado, esse laudo é da Justiça Federal do Trabalho”, reforça. Por Betânia Santana – FolhaPE

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João Campos recua e cancela nomeação de filho de procuradora

João Campos recua e cancela nomeação de filho de procuradora

Rodolfo Loepert/PCR O prefeito de Recife (PE), João Campos, anulou a nomeação de Lucas Vieira Silva para o cargo efetivo de procurador judicial do município. A decisão foi oficializada na edição do Diário Oficial da cidade desta terça-feira (30/12). Filho do juiz Rildo Vieira da Silva e de Maria Nilda Silva, procuradora do Ministério Público de Contas, vinculado ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, Lucas havia sido nomeado para uma vaga reservada a PCD. O candidato apresentou o laudo que comprova a deficiência três anos após o concurso, realizado em dezembro de 2022, segundo informou a coluna de Andreza Matais e André Shalders, no Metrópoles. Ele disputou como candidato de ampla concorrência, mas solicitou, três anos após o concurso, a mudança de modalidade, depois de ter ficado na 63ª posição. O caso repercutiu nacionalmente e foi levada por vereadores da oposição ao Ministério Público estadual. Com o cancelamento da nomeação, a vaga de procurador do município foi destinada a Marko Venicio dos Santos, o único candidato PCD classificado na primeira homologação do concurso. Por Metropóles

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Na última pesquisa do ano, João Campos segue como favorito ao governo de Pernambuco

Na última pesquisa do ano, João Campos segue como favorito ao governo de Pernambuco

João Campos (PSB) prefeito do Recife. Foto: PSB/Divulgação Pesquisa divulgada nesta quarta-feira 31, último dia do ano, reforça o que levantamentos anteriores já mostravam em relação à disputa pelo governo de Pernambuco em 2026: o prefeito do Recife, João Campos (PSB), é o favorito para vencer a disputa, segundo o instituto Real Time Big Data. O levantamento, contratado pela Rede Record, mostra que Campos tem mais que o dobro das intenções de voto da segunda colocada, a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), e poderia vencer ainda em primeiro turno. Os demais pré-candidatos listados não chegam a dez pontos percentuais. Confira os números: João Campos (PSB) – 56%Raquel Lyra (PSD) – 27%Eduardo Moura (Novo) – 8%Ivan Moraes (Psol) – 2%Nulo/branco – 4%Não sabe/não respondeu – 3% Pesa a favor de Campos a alta rejeição da atual governadora: 45% dos eleitores afirmam que não votariam em Raquel Lyra sob nenhuma hipótese, segundo a pesquisa. A rejeição do prefeito do Recife é bem menor: 29%. SenadoOs eleitores responderam, também, sobre as preferências para as duas vagas pernambucanas ao Senado. Segundo a Real Time Big Data, a disputa deve ser apertada. O senador Humberto Costa (PT) aparece sempre entre os primeiros, mas com pequena margem. Quando apontada como candidata, Marília Arraes (Solidariedade) também é bem cotada. Veja os números dos diferentes cenários para o Senado em Pernambuco, segundo o Real Time Big Data: Cenário 1: Humberto Costa (PT) – 23%Silvio Costa Filho (Republicanos) – 20%Anderson Ferreira (PL) – 18%Eduardo da Fonte (PP) – 14%Nulo/branco – 12%Não sabe/não respondeu – 13% Cenário 2: Humberto Costa (PT) – 24%Silvio Costa Filho (Republicanos) – 20%Anderson Ferreira (PL) – 18%Fernando Dueire (MDB) – 10%Nulo/branco – 13%Não sabe/não respondeu – 15% Cenário 3: Humberto Costa (PT) – 24%Silvio Costa Filho (Republicanos) – 20%Gilson Machado (PL) – 17%Eduardo da Fonte (PP) – 14%Nulo/branco – 12%Não sabe/não respondeu – 13% Cenário 4: Humberto Costa (PT) – 24%Miguel Coelho (União Brasil) – 24%Anderson Ferreira (PL) – 20%Eduardo da Fonte (PP) – 10%Nulo/branco – 11%Não sabe/não respondeu – 11% Cenário 5: Marília Arraes (Solidariedade) – 26%Humberto Costa (PT) – 21%Anderson Ferreira (PL) – 21%Eduardo da Fonte (PP) – 15%Nulo/branco – 9%Não sabe/não respondeu – 8% PresidenteO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito dos pernambucanos, segundo a mesma pesquisa. Ele tem larga vantagem em todos os cenários testados pelo Real Time Big Data. Veja os números da disputa pela presidência entre os eleitores pernambucanos: Cenário 1: Lula (PT) – 55%Flávio Bolsonaro (PL) – 12%Ratinho Junior (PSD) – 9%Romeu Zema (Novo) – 3%Ronaldo Caiado (União Brasil) – 3%Aldo Rebelo (Democracia Cristã) – 3%Renan Santos (Missão) – 1%Nulo/branco – 5%Não sabe/não respondeu – 9% Cenário 2: Lula (PT) – 55%Flávio Bolsonaro (PL) – 14%Eduardo Leite (PSD) – 3%Romeu Zema (Novo) – 3%Ronaldo Caiado (União Brasil) – 3%Aldo Rebelo (Democracia Cristã) – 3%Renan Santos (Missão) – 1%Nulo/branco – 5%Não sabe/não respondeu – 13% Cenário 3: Lula (PT) – 56%Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 14%Romeu Zema (Novo) – 4%Ronaldo Caiado (União Brasil) – 4%Aldo Rebelo (Democracia Cristã) – 3%Renan Santos (Missão) – 1%Nulo/branco – 5%Não sabe/não respondeu – 13% Foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 29 e 30 de dezembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Por Carta Capital

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Nova pesquisa reforça o favoritismo de João Campos para o governo de Pernambuco

Nova pesquisa reforça o favoritismo de João Campos para o governo de Pernambuco

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira 22 pelo instituto Paraná Pesquisas reforça o que levantamentos feitos nos últimos meses já mostraram: o prefeito de Recife, João Campos (PSB), é o favorito na disputa pelo governo de Pernambuco nas eleições do ano que vem. Campos tem mais de 20 pontos percentuais de vantagem para a principal adversária, a atual governadora, Raquel Lyra (PSD). O levantamento indica uma vitória ainda em primeiro turno. Ainda que a disputa se estenda para o segundo turno entre ambos, a vitória de Campos deve ser tranquila, conforme a pesquisa. João Campos (PSB) – 53,1%Raquel Lyra (PSD) – 31%Eduardo Moura (Novo) – 3,9%Ivan Moraes (PSOL) – 0,9%Não sabe/não opinou – 4,7%Nenhum/branco/nulo – 6,5% Cenário 2 (segundo turno): João Campos (PSB) – 55,1%Raquel Lyra (PSD) – 33,8%Não sabe/não opinou – 5%Nenhum/branco/nulo – 6,2% Os pesquisadores também testaram possíveis cenários na disputa pelo Senado. Como cada estado vai eleger dois senadores em 2026, o petista Humberto Costa parece ter caminho aberto para ser reeleito, já que aparece entre os dois primeiros em todas as disputas previstas. Quem também aparece bem cotada é a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade). O nome dela só foi apresentado em um cenário e, no caso, ela aparece na primeira posição. Veja os números: Cenário 1: Humberto Costa (PT) – 38%Miguel Coelho (União Brasil) – 30%Gilson Machado (PL) – 20,2%Anderson Ferreira (PL) – 19,7%Fernando Dueire (MDB) – 7,5%Jô Cavalcanti (PSOL) – 4,5%Não sabe/não opinou – 6,5%Nenhum/branco/nulo – 19,9% Cenário 2: Humberto Costa (PT) – 38,5%Eduardo da Fonte (Progressistas) – 26,3%Gilson Machado (PL) – 21,4%Silvio Costa Filho (Republicanos) – 18%Fernando Dueire (MDB) – 7,7%Jô Cavalcanti (PSOL) – 5,4%Não sabe/não opinou – 7,1%Nenhum/branco/nulo – 21,5% Cenário 3: Marília Arraes (Solidariedade) – 40,4%Humberto Costa (PT) – 36,4%Eduardo da Fonte (Progressistas) – 24,7%Gilson Machado (PL) – 20,4%Fernando Dueire (MDB) – 6,6%Jô Cavalcanti (PSOL) – 4,4%Não sabe/não opinou – 5,4%Nenhum/branco/nulo – 16,3% Foram ouvidos 1.502 eleitores entre o dias 14 e 18 de dezembro, em 61 municípios pernambucanos. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. Por Carta a Capital

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