“Mas quem só faz porque é obrigado, não é gestor, gestor é quem dá um passo a frente!”, declara Vereador Evaldo Nascimento, durante discurso na Câmara sobre a não obrigatoriedade ao transporte universitário no município
21 de agosto de 2020 Postado em: Destaques Nenhum comentário
Para Evaldo, o município de Petrolândia paga apenas o mínimo de insalubridade de 10% mas deveria pagar o máximo de 40%, pois o risco da atual pandemia também é máximo: “O nosso município paga a insalubridade no mínimo que é dez por cento e a gente tá solicitando o máximo que é quarenta por cento. Porque solicitar o máximo? Porque a questão hoje é de risco máximo! Nunca teve, talvez nunca mais venha a ter um risco tão grande, um risco tão insalubre para aquelas pessoas que trabalham nessa área de enfrentamento como está acontecendo agora!” enfatizou.
Evaldo também falou que a justificativa do poder municipal para o não pagamento do máximo de insalubridade para os profissionais da saúde que estão na linha de frente foi a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Porém, segundo ele, essa mesma LRF não foi considerada no projeto de lei enviado à Câmara criando uma gratificação/remuneração para os médicos: “Qual foi a justificativa dada pra esta casa pela gestora? Que não podia fazer o pagamento da insalubridade de quarenta por cento porque estava acima da LRF […] Poucos dias depois, sei lá, menos de um mês depois a mesma prefeita, o mesmo município, um pouco mais acima da LRF que já contratou mais algumas pessoas, manda pra essa casa um projeto de lei criando uma gratificação, uma remuneração, o termo pouco importa para os médicos” denunciou Evaldo.








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