No dia internacional da mulher, marido mata esposa e grava vídeo pedindo perdão após crime brutal
9 de março de 2026 Postado em: Destaques São Paulo Violência Nenhum comentário
Uma mulher de 34 anos foi morta pelo próprio marido neste domingo (8), em um crime que gerou forte comoção nas redes sociais após o suspeito gravar um vídeo pedindo desculpas às famílias. O assassinato ocorreu justamente no Dia Internacional da Mulher e foi registrado como feminicídio pela polícia.
O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A vítima foi identificada como Thais Rodrigues Rocha de Oliveira. Segundo informações apuradas pelas autoridades, ela teria sido agredida violentamente dentro de casa antes de morrer.
De acordo com os primeiros levantamentos, o principal suspeito do crime é Pedro Ubiratan de Oliveira, de 40 anos, marido da vítima. Ele próprio teria avisado a um conhecido, por meio de mensagens, que havia tirado a vida da esposa.
As investigações indicam que a mulher sofreu agressões físicas com socos e, em seguida, foi estrangulada. Quando equipes da Polícia Militar chegaram ao imóvel, a vítima já estava sem vida.
Após o chamado, os policiais iniciaram buscas e localizaram o suspeito pouco tempo depois em uma rua do bairro Quietude. Ele foi detido e levado para a delegacia.
O crime ganhou ainda mais repercussão depois que o homem gravou um vídeo dentro da própria casa logo após o assassinato. A gravação foi enviada para familiares e mostra o suspeito caminhando pelo imóvel enquanto pede perdão às famílias envolvidas.
Nas imagens, também aparecem marcas de sangue espalhadas pelo chão da residência. Durante o vídeo, o homem sugere que teria cometido o crime após suspeitar de uma suposta traição da esposa.
Nas redes sociais, o casal costumava publicar fotos em momentos familiares e demonstrava uma rotina aparentemente tranquila. Os dois estavam juntos desde 2007 e tinham três filhas.
A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso foi registrado como feminicídio na Central de Polícia Judiciária da cidade. O suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto a investigação busca esclarecer todos os detalhes do crime.
A polícia deve ouvir familiares e reunir novas provas nos próximos dias para concluir o inquérito. O caso reforça o alerta sobre a violência contra mulheres e reacende o debate sobre a necessidade de medidas mais eficazes de prevenção e proteção às vítimas.








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