Petrolândia Notícias – ‘Ele entende os desafios’, diz Viviane Senna sobre ministro da Educação

‘Ele entende os desafios’, diz Viviane Senna sobre ministro da Educação

2 de maio de 2019 Postado em: Destaques Nenhum comentário


Compartilhe essa notícia whatsapp icone telegramicone linkedin
25 anos após a morte do irmão Ayrton Senna, Viviane Senna comanda o instituto que leva o nome do piloto. À frente do Instituto Ayrton Senna, que desenvolve projetos para a melhoria da educação no Brasil, ela diz que o maior desafio, no momento, é alfabetizar as crianças e garantir os ensinamentos básicos, como português, matemática e pensamento lógico, mas que também é preciso prepará-las para as demandas do século 21. Entre essas habilidades exigidas pelos novos tempos estariam liderança, trabalho em equipe, criatividade e flexibilidade. Para ela, é preciso apoiar o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, para que o Brasil consiga superar o seu grande desafio na área educacional.

— O ministro da Educação entende esses desafios. Ele participou desse período de transição, onde foi apresentado um diagnóstico da educação brasileira, a pedido do próprio presidente Bolsonaro. E essa importância da educação em ter foco na aprendizagem é do conhecimento dele. Eu acredito e tenho certeza de que ele e sua equipe estão muito focados em avançar nessa agenda, afirma Viviane.

A organização que, diz ela, nasceu do sonho de seu irmão em dar a crianças de todo o Brasil as oportunidades educacionais que ele teve. Hoje, o instituto atende cerca de um milhão e meio de crianças com ações de educação, estabelecendo parcerias com secretarias estaduais e municipais de ensino. Os trabalhos envolvem produzir conhecimento, formar educadores e desenvolver práticas inovadoras de educação, voltadas para estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Vinte e cinco anos depois da morte de Senna, Viviane diz ainda se impressionar pela atitude de carinho com que as pessoas a tratam quando descobrem quem é. 

— A gente não está falando de um ídolo que está na moda. O Ayrton passou para uma categoria daquilo que chamamos de herói, de mito, que transcende o tempo e o espaço, afirma Viviane, que esteve presente no “Senna Day”, festival em memória dos 25 anos sem o piloto, realizado no autódromo de Interlagos, em São Paulo — Dizem que somos um país sem memória. Não sei se é uma mentira ou se o caso do Ayrton é uma exceção que o Brasil abriu.

Ayrton Senna competiu na Fórmula 1 entre 1984 e 1994, ano de sua morte, um período muito difícil para o Brasil, segundo Viviane. Ela afirma que as crises econômica, social e política, além da má fase do futebol brasileiro, teriam ampliado o impacto de um esportista vitorioso como Senna para a população brasileira. Com a seleção brasileira de futebol sem ganhar um título mundial desde 1970 e na ausência de grandes ídolos nacionais, o piloto tricampeão da categoria se sobressaiu. 

— O Ayrton despontou nesse momento em que ele conseguia fazer o Brasil ganhar, levantando a bandeira quando a grande maioria tinha vergonha de ser brasileiro. Então, ele deu uma lição para todos nós, de amor pelo País, de patriotismo, de querer fazer o Brasil dar certo.  

Via PE Notícias

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.