Petrolândia Notícias – Casa para mulheres mantida por pastor no Cabo de Santo Agostinho é denunciada por tortura

Casa para mulheres mantida por pastor no Cabo de Santo Agostinho é denunciada por tortura

15 de janeiro de 2019 Postado em: Destaques Nenhum comentário


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Delegacia do Cabo de Santo Agostinho/Foto: Google Maps/ Produção

Mulheres estavam sendo torturadas em uma casa de acolhimento clandestina que fica na zona rural do município de Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife (RMR). Quatro adolescentes e nove adultas estavam sofrendo agressões físicas e psicológicas pelo responsável do local, o pastor da Igreja Ministério Pentecostal Encontro de Vasos, Eder de Jesus. A casa, que fica Engenho Novo, tinha como objetivo tratar pessoas com dependência química e estava funcionando há seis meses. 

Segundo o presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Cabo de Santo Agostinho, Carlos Antônio, as mulheres relataram que sofriam, diariamente, tortura psicológica e física. “O pastor gritava com as mulheres, as ameaçava trancar em um quarto escuro com duas cobras, que ele criava, e se elas contassem a alguém o que acontecia na casa, sofreriam consequências.”

Ainda segundo o presidente, no local, estavam crianças, adolescentes e adultas. “Elas tinham seus pés acorrentados para realizar trabalhos como capinação. Todas disseram que não queriam ficar no local, mas a casa é longe de tudo, é de difícil acesso e mata fechada por todos os lados.”

Mulheres estavam sendo torturadas em uma casa de acolhimento clandestina que fica na zona rural do município de Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife (RMR). Quatro adolescentes e nove adultas estavam sofrendo agressões físicas e psicológicas pelo responsável do local, o pastor da Igreja Ministério Pentecostal Encontro de Vasos, Eder de Jesus. A casa, que fica Engenho Novo, tinha como objetivo tratar pessoas com dependência química e estava funcionando há seis meses. 

Segundo o presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Cabo de Santo Agostinho, Carlos Antônio, as mulheres relataram que sofriam, diariamente, tortura psicológica e física. “O pastor gritava com as mulheres, as ameaçava trancar em um quarto escuro com duas cobras, que ele criava, e se elas contassem a alguém o que acontecia na casa, sofreriam consequências.”

Ainda segundo o presidente, no local, estavam crianças, adolescentes e adultas. “Elas tinham seus pés acorrentados para realizar trabalhos como capinação. Todas disseram que não queriam ficar no local, mas a casa é longe de tudo, é de difícil acesso e mata fechada por todos os lados.”
Via FolhaPE

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