Mágoa por todos os cantos no PT com a retirada de Marília
3 de junho de 2018 Postado em: Destaques Nenhum comentário
Cortinas levantadas para um ensaio geral. O PT prepara a marcação de palco pra dar vida ao roteiro que deve afastar Marília Arraes (PT) da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. Durante a semana, uma reunião entre PT e PSB deve dar o toque final na apresentação, marcada para o próximo domingo. Os 300 delegados do partido no Estado irão votar para decidir se haverá candidatura própria ou se petistas e socialistas vão se unir em uma aliança que, para alguns, já está selada.
Sabe-se que os delegados existem apenas para dar legitimidade a decisões que, em verdade, são tomadas pela executiva nacional do PT. Esse roteiro vai ser finalizado a partir do encontro entre os presidentes nacionais e não com a decisão de uma maioria.
Há quem acredite que a democracia interna no PT é feita apenas para se parecer com uma democracia. No grupo que apoia Marília há quem diga também que, se o PT não fosse assim, nem mesmo haveria votação.
O que nos ensinam nossos partidos políticos através desse tipo de afirmação? Que democracia teatral é melhor que democracia nenhuma. E ninguém vai negar isso. Mas é algo medonho de se admitir.
Um dos resultados dessa disputa entre aliancistas e defensores de Marília Arraes (PT) foi à saída de João Paulo, que hoje está no PCdoB. A mágoa com o ex-prefeito do Recife, que deixou o partido no dia da prisão de Lula, ficou evidente. Quase todos no PT reagem contrariados quando perguntados sobre ele.
Via PE Notícias








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