Jair Bolsonaro e Gílson Machado Neto falam sobre movimento dos caminhoneiros
26 de maio de 2018 Postado em: Destaques Nenhum comentário
O empresário e pré-candidato ao senado, Gilson Machado Neto (PSL), e o pré-candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) estiveram reunidos ontem (25) em Salvador (BH) e acompanharam de perto o movimento dos caminhoneiros contra os abusivos preços praticados no combustível produzido no país.
Tanto Gilson, tanto quanto Bolsonaro entendem o movimento como um “resgate a cidadania”, e não um movimento grevista, pois tem características totalmente diferentes, feito por quem produz e por quem transporta o que é produzido.
Para Gílson o movimento não está sendo realizado apenas por caminhoneiros, mas também por toda a cadeia produtiva: “Essa é uma manifestação do setor produtivo em conjunto com os caminhoneiros. Por exemplo, em várias cidades do Brasil, os sindicatos rurais estão dando total estrutura e apoio, inclusive com o fornecimento de gado e outros alimentos para manter os participantes do movimento“, destacou Gílson Machado Neto.
“O governo não está sendo pego de surpresa com esse movimento. Há dois anos eu acompanho e participo de alguns eventos com eles, os transportadores de carga, como em Gramado, duas vezes no Rio de Janeiro e uma vez em Brasília“, disse Bolsonaro.
Para Bolsonaro, o jogo do preço do barril do petróleo e o modo como é feita a cobrança do ICMS agrada principalmente os governadores, porque arrecadam mais: “Essa conta não fecha, esta conta não está certa. Parabéns aos caminhoneiros pela oportunidade ímpar de mudar o destino do nosso Brasil. O Brasil é um barril de pólvora, e estas armadilhas precisam começar a serem desarmadas”, pontuou o presidenciável.
Bolsonaro alertou sobre a necessidade de o movimento ser pacífico: “Não obstruam estradas, não coloque a população contra a gente, não é o nosso DNA, vocês já estão sendo perfeitos nisso, não vamos perder a razão colocando a população contra nós“, finalizou.
Gilson Machado Neto pontuou que não há não há nenhuma bandeira vermelha nestes movimentos e pediu aos líderes, que oriente a não bloquear estradas, não queimar pneus e respeitarem cargas vivas, cargas perecíveis e ambulâncias.
Ressaltou: “Não vamos jogar a população contra nós“.
Por Clebson Amsterdan/Via Pernambuco Notícias








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