04/02/2026 22:05

Quadrilha que faturou mais R$ 70 mil com pornografia infantil é presa em Garanhuns, PE

Quadrilha que faturou mais R$ 70 mil com pornografia infantil é presa em Garanhuns, PE

A Operação de Polícia Judiciária denominada “Capture” é de combate aos crimes de pedofilia e à comercialização de pornografia infantil. Três homens foram presos na cidade de Garanhuns, no Agreste do Estado Uma quadrilha de comercialização digital de material pornográfico infantil foi desarticulada durante uma operação da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), realizada na cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Três homens foram presos na manhã desta quinta (10). Segundo a Polícia, os criminosos obtinham lucros de mais de R$ 70 mil, por meio de transferências eletrônicas com difícil rastreio financeiro. Eles disseminavam os conteúdos por redes clandestinas. Mandados Foram cumpridos, durante a operação, dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Garanhuns/PE. Dois homens foram presos. Ainda de acordo com a Polícia, houve também o cumprimento de um terceiro mandado de prisão contra um outro homem, pelo crime de roubo. Além das prisões, foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos. “Os capturados foram colocados à disposição da Justiça e as investigações seguem com a análise do material apreendido e a identificação de outros possíveis envolvidos no esquema”, divulgou a PCPE. Via Portal PE10

Rallyson Vaqueiro lança clipe oficial de “O Perigo” e confirma ascensão no cenário musical do Sertão

Rallyson Vaqueiro lança clipe oficial de “O Perigo” e confirma ascensão no cenário musical do Sertão

O cantor Rallyson Vaqueiro, natural de Parnamirim, no Sertão de Pernambuco, acaba de lançar o clipe oficial da música “O Perigo”, seu mais novo trabalho autoral. A canção, que já caiu no gosto popular e se tornou um verdadeiro hit regional, marca mais um passo importante na carreira do artista. Com uma pegada envolvente e letra marcante, “O Perigo” reafirma o talento de Rallyson Vaqueiro e o consolida como uma das principais revelações musicais do Sertão pernambucano. O clipe, disponível nas plataformas digitais, tem conquistado elogios do público e promete alcançar ainda mais visibilidade. A trajetória de Rallyson Vaqueiro é marcada por carisma, autenticidade e um forte vínculo com a cultura sertaneja. Sua identidade musical tem chamado atenção dentro e fora da região, conquistando admiradores por onde passa. Com o sucesso de “O Perigo”, Rallyson mostra que está pronto para voos ainda maiores no cenário da música nordestina. O artista segue se destacando e representando com orgulho o talento do Sertão de Pernambuco. Assista: Via Didi Galvão

Idoso é preso no Sertão de PE suspeito de estupro contra a neta na Paraíba

Idoso é preso no Sertão de PE suspeito de estupro contra a neta na Paraíba

Um idoso foi preso, nesta quinta-feira (10), suspeito de estuprar a neta de 10 anos. A prisão aconteceu na cidade de São José do Egito, no Sertão de Pernambuco, mas o crime foi cometido na Paraíba, na cidade de Amparo, no Cariri da Paraíba. De acordo com a Polícia Civil, os abusos teriam acontecido no mês de janeiro, quando a denúncia foi feita. Após as investigações, a Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Sumé, pediu a prisão do idoso. A Polícia Civil não divulgou a identidade do suspeito. O homem foi encontrado no estado vizinho, preso e encaminhado para a Paraíba. Via O Povo com a Notícia

Tarcísio pede ao STF que Bolsonaro viaje aos EUA para negociar tarifas com Trump

Tarcísio pede ao STF que Bolsonaro viaje aos EUA para negociar tarifas com Trump

Bolsonaro e Tarcísio durante manifestação pela anistia dos condenados pelo 8 de Janeiro Foto Tiago QueirozEstadão O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sugeriu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizassem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a sair do Brasil para negociar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a redução da tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros. A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo. De acordo com o jornal, Tarcísio alegou que Bolsonaro manteria influência suficiente sobre Trump para conseguir uma trégua comercial entre os dois países. O gesto, segundo ele, poderia ser interpretado como sinal de boa vontade por parte do Judiciário brasileiro e traria benefícios a setores econômicos de São Paulo. A proposta, no entanto, foi recebida com espanto e classificada por ministros do STF como “totalmente fora de propósito” e “esdrúxula”. A ideia foi rejeitada por unanimidade. Bolsonaro está com o passaporte retido e proibido de deixar o país por decisão do ministro Alexandre de Moraes, no contexto das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022. Integrantes da Corte manifestaram receio de que o ex-presidente tentasse obter asilo político com apoio de Trump — que exerce seu segundo mandato desde 2025 —, o que inviabilizaria sua extradição e obstruiria a responsabilização penal no Brasil. Além do risco de fuga, a proposta foi vista como violação à lógica institucional da diplomacia brasileira. Ministros ressaltaram que negociações internacionais são atribuições exclusivas da Presidência da República e do Itamaraty, não cabendo a um ex-presidente investigado conduzir tratativas com chefes de Estado estrangeiros. Via Portal PE10

Brasil e EUA: erosão em relação diplomática é a mais séria em décadas

Brasil e EUA: erosão em relação diplomática é a mais séria em décadas

A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos, que se estende por mais de dois séculos desde o reconhecimento da independência brasileira em 1824, atravessa atualmente um período de acentuada erosão. A dinâmica, caracterizada por vaivéns estratégicos e ideológicos, observa o que muitos consideram o mais significativo desgaste desde a redemocratização brasileira nos anos 1980. As declarações do ex-presidente norte-americano Donald Trump, e as insinuações que as acompanham, contribuem para fragilizar os laços e intensificar a tensão entre Brasília e Washington. Este cenário, embora cause apreensão, não representa a mais grave crise já enfrentada pelas duas nações. Crises históricas e espionagemO ponto mais baixo registrado na relação ocorreu com o apoio das administrações de John F. Kennedy (1961-1963) e Lyndon B. Johnson (1963-1969) ao golpe militar de 1964, um ataque direto à democracia brasileira. Anteriormente, Getúlio Vargas, mesmo após fornecer apoio aos Aliados na Segunda Guerra Mundial e abrir bases militares, enfrentou pressões para encerrar o Estado Novo em prol da abertura democrática, marcando uma virada na postura americana. Mais recentemente, em 2013, a divulgação de documentos confidenciais pelo site WikiLeaks revelou que a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) havia espionado a então presidente Dilma Rousseff, seus assessores, ministros e a Petrobras. O episódio levou ao adiamento de uma visita oficial de Dilma ao então presidente Barack Obama. A situação foi gradualmente superada após Obama revisar os protocolos da NSA, visando, em tese, a proteção de aliados. Alinhamento e atritos recentesA eleição de Donald Trump em 2016 nos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro em 2018 no Brasil marcou uma nova inflexão. A diplomacia institucionalizada deu lugar a uma relação de cunho quase pessoal, pautada por agendas conservadoras, negacionismo ambiental e discursos antiglobalistas. O alinhamento ideológico entre os dois líderes ressoou a retórica de ataque ao sistema eleitoral e às instituições democráticas observada no Brasil entre 2019 e 2020. O breve período entre 2023 e 2024, com Joe Biden na presidência dos EUA e Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, representou uma tentativa de restabelecer as relações diplomáticas equilibradas construídas nas últimas quatro décadas. No entanto, o possível retorno de Trump ao poder em 2025 ameaça os esforços de reaproximação. Especialistas apontam que a postura combativa de Trump, marcada por ameaças de tarifas comerciais a aliados históricos, reflete mais alinhamentos ideológicos do que a defesa da autoridade nacional, enquanto Lula prioriza a soberania para proteger a economia brasileira. A tensão atual sugere que a diplomacia é o caminho essencial para a desescalada. Por Portal Chico Sabe Tudo

Prefeito e vice de Itamaracá apoiam pré-candidatura de Bruno Marques à Alepe

Prefeito e vice de Itamaracá apoiam pré-candidatura de Bruno Marques à Alepe

A cena foi simbólica e estratégica: ao lado do prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques (Republicanos), o prefeito de Itamaracá, Paulo Galvão, e o vice-prefeito Ailton Aguiar, reafirmaram de forma pública e enfática o apoio à pré-candidatura de Bruno Marques à Assembleia Legislativa de Pernambuco em 2026. Bruno é filho de Fabiano e vem ganhando força nos bastidores como uma das apostas da nova geração política no estado. A declaração de apoio joga por terra uma recente postagem feita pelo deputado estadual Claudiano Martins (PP), na qual ele afirmava contar com o respaldo do prefeito de Itamaracá para sua reeleição. Com o movimento desta semana, o cenário político na cidade ganha novos contornos e indica a consolidação de uma nova aliança regional. Durante o encontro, Fabiano destacou que a parceria com o prefeito Paulo Galvão e o vice Ailton Aguiar está firme e direcionada à construção de um projeto estadual conjunto com Bruno. “É uma alegria enorme ver essa parceria tomando forma e se fortalecendo. Bruno tem compromisso com o desenvolvimento de Pernambuco e vai trabalhar com dedicação por cada município que acredita nesse projeto”, afirmou Fabiano. O prefeito Paulo Galvão foi direto ao anunciar um passo além da aliança: um evento público para apresentar oficialmente Bruno Marques ao seu grupo político e à população de Itamaracá. “Estamos muito felizes com sua visita. Vamos marcar um dia bem próximo para trazer Bruno aqui, fazer um grande evento para apresentá-lo à população. Vamos caminhar juntos com Ailton, vereadores e lideranças. Itamaracá só tem a ganhar”, declarou Galvão. O vice-prefeito Ailton Aguiar reforçou o tom da aliança e definiu o momento como de reafirmação de um compromisso político: “Esse encontro representa nosso compromisso com Bruno e com o futuro da nossa cidade. Queremos somar forças para fazer mais por Itamaracá e pelo nosso estado.” A movimentação política em torno do nome de Bruno Marques sinaliza que a pré-campanha para 2026 já está ganhando corpo, especialmente entre os grupos ligados ao interior e ao litoral norte do estado. A entrada pública de Itamaracá na base de apoio ao jovem pré-candidato marca mais uma ampliação do raio de influência de Fabiano, que articula pessoalmente os apoios ao filho com um discurso de renovação política e compromisso municipalista. Via Blog do Magno | As informações são da Folha das Cidades.

Ex-Big Brother é encontrada morta após 20 dias; corpo já estava em decomposição

Ex-Big Brother é encontrada morta após 20 dias; corpo já estava em decomposição

Reprodução A atriz Humaira Asghar, de 32 anos, foi encontrada morta dentro de seu apartamento na cidade de Karachi, no Paquistão. Ela ficou conhecida por participar da versão local do Big Brother, chamada Tamasha. De acordo com a polícia, Humaira teria morrido 20 dias antes de ser encontrada. O corpo estava em estágio avançado de decomposição quando foi descoberto, após uma ordem judicial de desocupação do imóvel por falta de pagamento de aluguel. Relatos de populares indicavam que a artista morava sozinha no apartamento havia sete anos. O imóvel estava com mais de um ano de atraso no aluguel e não possuía sinais de arrombamento. A hipótese de assassinato está descartada, segundo a polícia, mas a causa da morte ainda está sob investigação. Nas redes sociais, a informação causou bastante repercussão entre os fãs da atriz, que possuía mais de 700 mil seguidores. Via Portal PE10

“Se os Estados Unidos não querem comprar, vamos procurar quem quer”, diz Lula

“Se os Estados Unidos não querem comprar, vamos procurar quem quer”, diz Lula

Durante entrevista ao Jornal da Record nesta quinta-feira (10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu à decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 50% sobre a importação de produtos brasileiros de aço e alumínio. Lula classificou a medida como uma afronta comercial e anunciou que o Brasil poderá aplicar a Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional, caso não haja acordo entre os países. “Se ele vai cobrar 50% da gente, nós vamos cobrar 50% dele. Respeito é bom, eu gosto de dar e gosto de receber”, afirmou Lula, referindo-se à política do ex-presidente Donald Trump, que retomou o tema durante campanha eleitoral. Lula criticou a condução da política comercial americana e disse que a resposta brasileira se dará em várias frentes: diplomática, jurídica e comercial. Segundo ele, o Itamaraty já está em diálogo com os Estados Unidos e analisa, junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a possibilidade de acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC). “O comércio entre Brasil e Estados Unidos representa apenas 1,7% do nosso PIB. A gente quer vender, mas não vai abrir mão da soberania. Aqui quem faz as leis somos nós”, declarou o presidente. Lula também reagiu à carta publicada recentemente por Donald Trump em sua plataforma digital, na qual o ex-presidente americano critica a Justiça brasileira e manifesta apoio a Jair Bolsonaro. Para Lula, Trump demonstra desconhecimento sobre a relação comercial entre os dois países e sobre o funcionamento do sistema jurídico brasileiro. “Se o que ele fez no Capitólio tivesse sido feito no Brasil, estaria sendo processado como Bolsonaro. Aqui, o Judiciário é independente”, disse. Na entrevista, o presidente também anunciou que criará um comitê com participação do setor empresarial para monitorar os impactos da taxação e discutir alternativas de mercado. Ele citou a reunião da APEC, que acontece em outubro, como oportunidade para buscar novos parceiros comerciais, especialmente na Ásia. “Se os Estados Unidos não querem comprar, vamos procurar quem quer. Nosso compromisso é com os interesses do povo brasileiro”, concluiu. A taxação americana sobre o aço e o alumínio afeta diretamente a indústria brasileira, que teme perda de competitividade e queda nas exportações. A medida anunciada pelos EUA se insere num contexto eleitoral, com Trump tentando endurecer o discurso contra parceiros comerciais. Lula, por sua vez, sinaliza que o Brasil não aceitará imposições unilaterais sem resposta. Via Nill Júnior