04/02/2026 05:59

Idoso morre eletrocutado ao tocar em câmara fria de laticínio

Idoso morre eletrocutado ao tocar em câmara fria de laticínio

Um grave acidente elétrico tirou a vida de um aposentado na manhã desta terça-feira (8), no Sítio Tenebre, área rural do município de Pedra, no Agreste de Pernambuco. A vítima, José Luiz Balbino dos Santos, de 66 anos, sofreu uma descarga elétrica fatal ao encostar em uma câmara fria instalada em uma fábrica de laticínios da região. Conforme relatado por familiares, a estrutura do equipamento apresentava sinais de negligência, com ausência de isolamento adequado e sem qualquer sinalização de risco. O sobrinho do idoso, identificado como Isaque, afirmou que não havia nenhuma barreira de proteção, tornando o local perigoso para quem circula nas proximidades. Ainda segundo ele, o equipamento já teria provocado a morte de animais, incluindo sapos e dois cães, que também encostaram na câmara fria. As circunstâncias indicam que o problema elétrico já era conhecido, mas não teria sido resolvido pelo responsável pela fábrica. O Instituto de Criminalística (IC) esteve no local para realizar a perícia, e o corpo de José Luiz foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru. A Polícia Civil está conduzindo as investigações para apurar as responsabilidades pelo acidente e as condições de segurança da instalação. Via Pernambuco Notícias

SUS terá dois novos tratamentos hormonais para endometriose, diz Ministério da Saúde

SUS terá dois novos tratamentos hormonais para endometriose, diz Ministério da Saúde

Ainda não há prazo para a disponibilização do DIU-LNG e do desogestrel O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (9) que o SUS (Sistema Único de Saúde) irá disponibilizar mais duas opções de tratamento hormonal para a endometriose, o DIU-LNG (Dispositivo Intrauterino Liberador de Levonogestrel) e o desogestrel. Segundo a pasta, os dois tratamentos foram incorporados ao SUS após recomendação favorável do Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde). Para estarem disponíveis na rede pública de saúde, etapas como a atualização do protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da endometriose ainda precisam ser concluídas. Não foi divulgado o prazo para a disponibilização. O DIU-LNG atua suprimindo o crescimento do tecido endometrial fora do útero e tem validade de cinco anos. De acordo com o Ministério da Saúde, a opção é destinada a mulheres que não podem fazer uso de contraceptivos orais combinados. Anticoncepcional hormonal, o desogestrel pode reduzir a dor e dificultar progressão da endometriose, segundo informações da pasta. O medicamento é capaz de bloquear a atividade hormonal que impede o crescimento do endométrio fora do útero e pode ser prescrito como primeira linha de tratamento para sintomas iniciais da doença. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. Segundo o SUS, nos últimos dois anos mais de 260 mil casos da doença foram atendidos no Brasil. Via Portal PE10