06/02/2026 03:52

Presidente estadual do PT defende aliança com Raquel Lyra

Presidente estadual do PT defende aliança com Raquel Lyra

Em meio às especulações e declarações sobre a relação do PT e a governadora Raquel Lyra (PSDB), o presidente estadual do partido e deputado estadual Doriel Barros (PT), em contato com o Jornal do Commercio, nesta sexta-feira (17), reafirmou a ideia de que a bancada petista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deixe a oposição ao governo, mas descartou que a mudança tenha objetivos eleitorais para o partido. De acordo com o presidente estadual do PT, já não há “postura de oposição”, na prática, por parte da bancada petista na Alepe. Segundo Doriel, a anterior postura de oposição não faz mais sentido pela relação atual do governo federal com o Governo do Estado. “Na prática nós não temos tido essa postura de oposição, temos tido uma postura de diálogo, de conversa. Não tem faltado apoio dos senadores à governadora, naquilo que a governadora precisa”, disse. “O partido tomou uma decisão, mas essa decisão, na prática, tem se colocado num campo onde se imaginava que a governadora ia se colocar numa posição de oposição ao governo Lula”, complementou. Para Doriel, a governadora Raquel Lyra passou a ser uma “parceira” do governo Lula em Pernambuco. “a governadora tem se colocado muito como uma parceira da implementação do governo Lula aqui em Pernambuco, então é um contexto de uma decisão que nós tomamos em um ambiente que não reflete hoje aquilo que se imaginava que iria acontecer no momento que se tomou a decisão”, afirmou. A mudança de posição vem sendo defendida por quadros do partido, mas ainda encontra resistência dentro do partido. Ao JC, na última quinta-feira (16), o presidente do PT no Recife, Cirilo Mota, afirmou que a “decisão que está valendo” no partido continua sendo a manutenção da oposição à Raquel Lyra. “A decisão tirada pelo diretório, que está valendo, é que o PT faz parte do campo de oposição ao governo de Raquel, que ainda está no PSDB e isso é o que vale. Eu acho que isso é uma forma de tentar pressionar para debater essa discussão, de posicionamento da bancada do PT, do partido em relação à questão da oposição”, disse. Doriel, por sua vez, defendeu que o PT tenha um olhar para todos os municípios de Pernambuco e enfatizou que o partido não pode pautar o debate estadual a partir da prefeitura do Recife. “Nós temos em Pernambuco 184 municípios, então nós não podemos nos pautar pela prefeitura do Recife numa relação política de debate em torno dos problemas de Pernambuco”, enfatizou. Em meio às especulações e declarações sobre a relação do PT e a governadora Raquel Lyra (PSDB), o presidente estadual do partido e deputado estadual Doriel Barros (PT), em contato com o Jornal do Commercio, nesta sexta-feira (17), reafirmou a ideia de que a bancada petista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) deixe a oposição ao governo, mas descartou que a mudança tenha objetivos eleitorais para o partido. De acordo com o presidente estadual do PT, já não há “postura de oposição”, na prática, por parte da bancada petista na Alepe. Segundo Doriel, a anterior postura de oposição não faz mais sentido pela relação atual do governo federal com o Governo do Estado. “Na prática nós não temos tido essa postura de oposição, temos tido uma postura de diálogo, de conversa. Não tem faltado apoio dos senadores à governadora, naquilo que a governadora precisa”, disse. “O partido tomou uma decisão, mas essa decisão, na prática, tem se colocado num campo onde se imaginava que a governadora ia se colocar numa posição de oposição ao governo Lula”, complementou. Para Doriel, a governadora Raquel Lyra passou a ser uma “parceira” do governo Lula em Pernambuco. “a governadora tem se colocado muito como uma parceira da implementação do governo Lula aqui em Pernambuco, então é um contexto de uma decisão que nós tomamos em um ambiente que não reflete hoje aquilo que se imaginava que iria acontecer no momento que se tomou a decisão”, afirmou. A mudança de posição vem sendo defendida por quadros do partido, mas ainda encontra resistência dentro do partido. Ao JC, na última quinta-feira (16), o presidente do PT no Recife, Cirilo Mota, afirmou que a “decisão que está valendo” no partido continua sendo a manutenção da oposição à Raquel Lyra. “A decisão tirada pelo diretório, que está valendo, é que o PT faz parte do campo de oposição ao governo de Raquel, que ainda está no PSDB e isso é o que vale. Eu acho que isso é uma forma de tentar pressionar para debater essa discussão, de posicionamento da bancada do PT, do partido em relação à questão da oposição”, disse. Doriel, por sua vez, defendeu que o PT tenha um olhar para todos os municípios de Pernambuco e enfatizou que o partido não pode pautar o debate estadual a partir da prefeitura do Recife. “Nós temos em Pernambuco 184 municípios, então nós não podemos nos pautar pela prefeitura do Recife numa relação política de debate em torno dos problemas de Pernambuco”, enfatizou. Alianças Presidente do PT no Recife não vê dúvidas de que partido continuará na Frente Popular e descarta aproximação com Raquel Lyra. Ainda justificando a necessidade de diálogo com a gestão estadual, o presidente da legenda em Pernambuco complementou, reafirmando o interesse em um debate com os municípios, sem priorização ou preferência partidária. “Esse tem sido o sentimento de boa parte do partido, porque nós não podemos nos pautar pela relação que o partido tem com os prefeitos, porque nós temos vários prefeitos em Pernambuco. Então como é que a gente vai se pautar por um município? Então ele é mais importante que todos os outros? Tem município que o PT tem relação com o PSD, tem município que o PT tem relação com outro partido, então o PT não vai dialogar com o Governo do Estado? Vai dialogar”, complementou. Debate eleitoral antecipado “não é bom para o povo” O presidente estadual da legenda também afirmou que não há nenhuma decisão tomada sobre as eleições de 2026.

O trecho Salgueiro-Suape da Transnordestina tem 160 km já implantados entre as cidades de Salgueiro e Custódia

O trecho Salgueiro-Suape da Transnordestina tem 160 km já implantados entre as cidades de Salgueiro e Custódia

O trecho pernambucano da Ferrovia Transnordestina – que liga Salgueiro ao Porto de Suape – deve ter o edital de retomada das obras publicado no primeiro semestre de 2025 com a licitação a ser realizada no segundo semestre deste ano, segundo informações da Infra, estatal que contratou um consórcio para fazer os projetos básicos e executivos desta linha férrea que vai ligar o Sertão Central de Pernambuco ao litoral. Iniciadas em 2006, as obras deste trecho estão paralisadas, pelo menos, desde 2016. Em setembro do ano passado, o governo federal, via Infra, contratou um consórcio para fazer os projetos básico e executivos do trecho pernambucano da ferrovia por R$ 15,2 milhões . O primeiro projeto deve ser entregue no final de janeiro, de acordo com a Infra. A reportagem do ME entrou em contato com a Infra que não disponibilizou um porta-voz para dar entrevista sobre o assunto. “Pelo que nos foi informado, vão retomar as obras como pública e buscar um investidor para assumir o trecho pernambucano da Transnordestina. Um investidor que tenha experiência em logística para fazer uma futura concessão”, comenta o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Bruno Veloso. O trecho Salgueiro-Suape terá cerca de 534 km, sendo que cerca de 160 km já foram implantados entre as cidades de Salgueiro e Custódia. Falta a implantação de cerca de 370 km que têm um preço estimado em R$ 5 bilhões. “A pior coisa do mundo é estar com uma obra parada. A quantidade de recursos que vai vir para a Transnordestina pernambucana vai ser do tamanho da mobilização do empresariado e da classe política”, afirma Bruno. O empresário considera a conclusão do trecho pernambucano fundamental para o desenvolvimento sustentável do Estado. No entanto, ainda estão indefinidos vários itens que são fundamentais para atrair um investidor, como o direito de passagem do outro trecho cearense da Transnordestina, que começa em Eliseu Martins, no Sul do Piauí, e passa por Salgueiro, indo até o Porto de Pecém. O direito de passagem estabelece que o futuro concessionário do trecho pernambucano poderá usar o trecho cearense pagando um aluguel pelo uso. É importante esta definição, porque vai permitir que o futuro concessionário do trecho pernambucano possa transportar carga que entre na Ferrovia entre Eliseu Martins, no Piauí, e Salgueiro, onde começa o trecho pernambucano. O trecho cearense da Transnordestina teve as suas obras retomadas em 2023 e vem recebendo empréstimos do governo federal via Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), administrado pela Sudene. Quando as obras foram iniciadas, a Transnordestina começava em Eliseu Martins ia até Salgueiro e de lá se dividia em dois ramais, um indo para o Porto de Pecém, na Grande Fortaleza, e o outro seguia até Suape. A empresa que está à frente da obra, a TLSA, do grupo da CSN, formalizou que desistiu de fazer o trecho pernambucano em 2022. Indefinições do trecho pernambucano da Transnordestina A Infra não informou como será realizada a licitação. A expectativa é de que a conclusão dos projetos básicos e executivos dos seguintes trechos apresentem os seguintes prazos: Cachoeirinha a Belém de Maria, com 53km, no final de janeiro; Arcoverde-Pesqueira com 18 km no final de março; Pesqueira-Cachoeirinha com 43 km final de julho; Belém de Maria a Ribeirão com 57 km no final de julho e Ribeirão-Suape com 77 km em setembro. Os projetos do trecho Custódia a Arcoverde serão usados os existentes. O trecho mais complexo será o de Ribeirão-Suape porque terão que ser incorporados os desvios a serem realizados por causa da construção da Barragem de Serro Azul e também é mais habitado. “Suape vai ter dois terminais de contêineres, sendo cada um num lugar”, lembra Bruno. Vai ter um trecho ferroviário pequeno dentro do próprio Porto que, provavelmente, será construído pela estatal. Outra questão citada por Bruno é a quantidade de recursos. “Tem R$ 450 milhões previstos para as obras do trecho pernambucano no Orçamento Geral da União (OGU). Isso é menos de 10% do total que será necessário. A gente supõe que a licitação será feita com a disponibilidade de recursos para fazer as obras”, explica Bruno. Ele cita várias cargas que podem contribuir para uma grande movimentação de cargas no trecho pernambucano como o gesso produzido no Araripe que pode chegar a 3,5 milhões de toneladas por ano; os 2,2 milhões de toneladas de fruta que sai do Vale do São Francisco, o frango produzido no Agreste de Pernambuco que se espalha num raio de 100 km – incluindo cidades como São Bento do Una e outras próximas, produtos que vão para a Tambaú, em Custódia materiais destinados à Baterias Moura, em Belo Jardim; entre outras. “Isso é o que já tem hoje. O trecho pernambucano da Transnordestina vai criar um modal mais econômico para Suape, que poderá vir de qualquer lugar do Sertão. O impacto será muito maior. É só lembrar como era Vitória de Santo Antão antes da duplicação da BR-232. Hoje, Vitória tem várias indústrias”, conta. Via PE Notícias

Trump toma posse para novo mandato nesta segunda-feira nos Estados Unidos

Trump toma posse para novo mandato nesta segunda-feira nos Estados Unidos

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, participou na noite deste domingo, do comício da “vitória”, em Washington. A posse acontece já nesta segunda-feira (20). Em seu discurso, o mandatário prometeu cortar impostos e afirmou que, em breve, sua administração dará início à “maior deportação da história” do país. A bandeira é uma de suas principais promessas de campanha. “Iremos acabar com a invasão de nossas fronteiras (…) essa crise catastrófica. Ninguém consegue acreditar como deixaram gente entrar por aqui. Uma política de fronteiras abertas. Qualquer um que tenha ido para um hospício ou uma cadeia, pegaram essas instituições e jogaram aqui dentro”, disse o mandatário. O republicano iniciou sua fala dizendo “Vencemos (…) que vitória maravilhosa. Vamos tornar nosso país maior do que nunca”, afirmou, sob aplausos de uma multidão que lotou o ginásio Capital One Arena, em Washington. Em menção ao antecessor Joe Biden, Trump prometeu acabar com a “guerra” empreendida “contra” a energia americana. “Vamos usar nossos recursos para acabar com a inflação. E conseguir o menor custo de energia”, declarou, assinalando que o país irá “reivindicar” a sua riqueza. “Nosso ouro líquido que está sob nossos pés”, disse, em alusão ao petróleo. “(…) Força, prosperidade, dignidade e orgulho. Vamos trazer tudo isso de volta. Vamos encerrar o reinado de um establishment corrupto e falido, uma administração fracassada”, disse. “Um país que está às vésperas de uma guerra mundial, mas ela não vai acontecer. Começando amanhã, eu irei agir com força e velocidade histórica para consertar todas as crises que nosso país enfrenta”, prometeu. ‘Efeito Trump’ e a economia O presidente eleito norte-americano fez menção a índices positivos, antes mesmo de sua posse, aos quais classificou de ‘efeito Trump’. “Na verdade, é o ‘efeito você’”, brincou, em aceno aos eleitores. “Desde a eleição, o otimismo de pequenos negócios disparou”. Em seu discurso, o bilionário também prometeu cortar impostos, acabar com a inflação e aumentar o salário da população, além de criar “centenas de milhares ou até mesmo milhões de empregos” para os estadunidenses. “Vamos trazer milhares de fábricas de volta para os Estados Unidos, onde elas deveriam estar. Isso será feito através de tarifas, de políticas inteligentes”, declarou. Conforme já anunciado, a nova gestão prepara 100 decretos já para os primeiros dias de governo. Via PE Notícias