05/02/2026 08:23

Motorista Morto em Acidente Entre Carretas na BR-316 em Petrolândia-PE, é Identificado

Motorista Morto em Acidente Entre Carretas na BR-316 em Petrolândia-PE, é Identificado

*ATUALIZADA ÁS 14:15MIN O grave acidente registrado na manhã deste sábado (11) na BR-316, próximo à curva do Soares, em Petrolândia, no Sertão de Pernambuco, teve sua vítima fatal identificada como José Rogério Sobreira Xavier, de 33 anos, natural de São José do Belmonte-PE. José era casado e pai de três filhas, deixando uma família enlutada após a tragédia. José Rogério Xavier/Foto: Reprodução A colisão envolveu duas carretas bi-trem, e o impacto causou um incêndio nos dois veículos. José Rogério, que conduzia a carreta que pegou fogo primeiro, acabou carbonizado antes de conseguir escapar. O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o combate às chamas, evitando que o fogo se alastrasse ainda mais. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local para coordenar o tráfego e liberar a via, que ficou interditada por várias horas. O Blog PN Petrolândia Notícias conversou com José Felipe Vitalino Moreia de 31 anos, o motorista da outra carreta, que conseguiu sair ileso do acidente. Ele vinha da cidade de Paulo Afonso-BA com destino a Floresta-PE e relatou que o veículo conduzido por José Rogério colidiu com sua cabine, forçando-o a sair da pista. “Graças a Deus consegui sair a tempo”, relatou Felipe, visivelmente abalado. A PRF segue investigando as circunstâncias do acidente. O episódio chama atenção para os riscos das estradas, especialmente em trechos perigosos como a curva do Soares, e deixa um alerta sobre a necessidade de maior cautela ao volante. A tragédia deixa uma profunda tristeza e reforça a solidariedade a familiares e amigos de José Rogério Xavier nesse momento de dor. VEJA AQUI REPORTAGEM RELACIONADA. Por Redação | Informações são do parceiro Elvis Lima do Blog do Elvis e Assessoria do Corpo de Bombeiros/Foto: Reprodução

Tuparetama revive magia do teatro com a passagem do Festival Chama Violeta pela cidade

Tuparetama revive magia do teatro com a passagem do Festival Chama Violeta pela cidade

A magia do teatro tomou conta de Tuparetama na noite desta quinta-feira (9), com uma ação itinerante da 6ª edição do Festival Chama Violeta. O evento teve início no final tarde com o espetáculo “Um Pano que Limpa o Tempo”, apresentado por Patrícia Costa, da Compassos Cia de Danças (PE). O público também foi presenteado com o espetáculo “Flor do Mamulengo”, da Cia Mamulengo Água de Cacimba (PE). O cenário não poderia ser mais especial: a Oca Sertaneja, casa-ateliê do artista plástico e atual secretário de Cultura de Tuparetama, Tárcio Oliveira. A apresentação aconteceu ao ar livre, em frente à casa, criando uma atmosfera aconchegante e cheia de significado. O espaço, já conhecido por ser um ponto de efervescência cultural na cidade, recebeu o público de forma acolhedora, proporcionando uma experiência única de proximidade com a arte. O evento contou com a presença do prefeito Diógenes Patriota e da secretária de Assistência Social, Roseane Gomes, e demais secretários do governo municipal. O prefeito destacou a importância de eventos como o Festival Chama Violeta para aquecer a cultura local e reacender a chama da arte e do teatro em Tuparetama, cidade que é referência no teatro do Pajeú. A noite também foi marcada pela participação dos alunos do 9º ano da Escola Municipal Francisco Zeferino. Djennyffer, Eloá, Kaynan e Pedro, sob a orientação da professora de Língua Portuguesa e Literatura, Adicélia, apresentaram a produção literária “As flores do nono ano desabrocháramos Vila Flor”, que evidenciou o talento e o empenho dos estudantes, enriquecendo ainda mais o evento. O Chama Violeta vai começar! A 6ª edição do Chama Violeta acontecerá de 9 a 12 de janeiro de 2025, ocupando diversos espaços da comunidade do Minadouro, Zona rural da cidade de Ingazeira. O Chama Violeta é um festival de artes integradas idealizado por Odília Nunes, atriz e produtora cultural, que promove no seu torrão natal, a valorização da diversidade cultural ao unir diferentes linguagens artísticas em 25 horas de programação gratuita, percorrendo os terreiros com apresentações, rodas de conversa e atividades formativas. O festival é uma expansão do projeto No Meu Terreiro Tem Arte, que desde 2015 impulsiona o acesso à arte na Zona Rural. Via Nill Júnior