Idosa morre em cirurgia para remoção de “bebê de pedra” calcificado em seu abdômen há mais de 50 anos

Em um caso médico surpreendentemente raro e intrigante, a senhora Daniela Almeida Vera, de 81 anos, moradora de um assentamento em Areal Moreira, Mato Grosso do Sul, enfrentou uma situação médica que chama atenção pela sua raridade: ela carregou um “bebê de pedra” em seu abdômen por mais de 50 anos. Esta condição, conhecida como litopedia, ocorreu após uma gravidez ectópica não reconhecida, na qual o feto, ao invés de se desenvolver no útero, cresce em outro local do corpo da mulher e, após a morte, se calcifica.