Tireoidite de Hashimoto tirou Flávio Leandro dos palcos
Famosos
Por que Ciro Gomes pode se tornar peça decisiva na corrida eleitoral
Política
Agenda desta sexta (5) da Petroclínica de Petrolândia; agende seu atendimento
Anúncio
Famosos prestam homenagens para Jô Soares nas redes sociais: “Vai fazer falta”
Famosos
Mulher morre carbonizada em incêndio; filhas da vítima não ficaram feridas
Geral
Bolsonaro não participará das entrevistas do Jornal Nacional
Política
Com déficit 10.950 policiais militares, SDS confirma concursos em Pernambuco
Com um dos maiores déficits de policiais militares da história, o secretário de Defesa Social, Humberto Freire, confirmou, nesta quinta-feira (04), que haverá novos concursos na área de segurança em Pernambuco. Atualmente, segundo a Polícia Militar de Pernambuco, faltam 10.950 profissionais na corporação. O ideal seriam ter 27.672 PMs na ativa, mas só há 16.722. Os dados foram atualizados em julho de 2022. De acordo com Humberto Freire, haverá editais para vagas nas polícias Militar, Civil e Científica (peritos, auxiliares de peritos) e no Corpo de Bombeiros. “Já temos o quantitativo necessário para o Estado”, disse, sem informar quantas vagas serão abertas para cada corporação. Segundo o secretário, ainda neste segundo semestre os editais serão publicados para inscrição dos candidatos. Os aprovados devem iniciar os cursos de formação somente em 2023. Idade máxima para concurso da Polícia Uma das novidades que podem ser anunciadas em breve é a idade máxima para os candidatos às vagas de soldado da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Há um indicativo – em estudo – para que pessoas com até 30 anos possam ingressar nas corporações, caso aprovadas nos concursos. Investimentos em segurança no segundo semestre O governo de Pernambuco anunciou o investimento de R$ 25 milhões em equipamentos para as forças de segurança. O montante é destinado à compra de 8 mil coletes balísticos de uso individual, além de mais de 5 mil pistolas das fabricantes Beretta e Glock e munições. “São armamentos reconhecidos internacionalmente como de ponta. Além disso, haverá acréscimo de 50% em relação ao quantitativo atual de coletes balísticos, visando a dotar cada profissional com seu equipamento individual, o que prolonga a vida útil do material. Isso é importante para a atividade desses policiais que, com o seu trabalho, têm contribuído para reduzir a criminalidade”, destacou Freire. O secretário ainda informou que, em breve, será lançado o edital para aquisição de câmeras de videomonitoramento que serão instaladas nas vias públicas. O objetivo é sair de 400 para mais de 2 mil equipamentos, que irão auxiliar o policiamento e as investigações. Via PE Notícias
Morre aos 84 anos o apresentador e humorista Jô Soares
Morreu às 2h20 desta sexta-feira (5), aos 84 anos, o apresentador, ator, humorista, escritor e diretor Jô Soares. Segundo nota do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o artista estava internado desde 28 julho. A causa da morte não foi divulgada. O velório e o enterro serão reservados para familiares e amigos. De acordo com a Globo, Jô Soares foi internado para tratar uma pneumonia. A ex-mulher dele, Flavia Pedras Soares, foi a primeira a publicar nas redes sociais sobre a morte dele. “Faleceu há alguns minutos o ator, humorista, diretor e escritor Jô Soares. Nos deixou no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, cercado de amor e cuidados. O funeral será apenas para família e amigos próximos. Assim, aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida”, escreveu ela. José Eugênio Soares nasceu em 1º de janeiro de 1938, no Rio de Janeiro. Aos 12 anos, se mudou com a família para a Europa, onde cogitou seguir carreira como diplomata. Mas se interessou pelas Artes Cênicas na Suíça e voltou ao Brasil para se tornar artista. Começou a carreira nos anos 1950, no filme Rei do Movimento (1954), e se destacou no longa O Homem de Sputnik (1959), de Carlos Manga. Estreou na TV em 1958, no programa Noite de Gala, da TV Rio. Escreveu para o TV Mistério, da mesma emissora. Em seguida, colaborou como redator para humorísticos da TV Continental. Na TV Tupi, fez participações no Grande Teatro Tupi. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ele em depoimento ao site Memória Globo. Em 1960, foi trabalhar na Record, onde atuou e escreveu para programas como A Família Trapo (1966) e Jô Show. O grande destaque foi em A Família Trapo, em que escrevia o roteiro com Carlos Alberto de Nóbrega. Na atração, Jô interpretou o mordomo Gordon. Ele considerava a atração como “a primeira sitcom que se fez” e “o primeiro grande sucesso nacional da TV”. Em 1970, estreou na Globo com Faça Amor, Não Faça a Guerra, ao lado de Renato Corte Real –ambos eram roteiristas e protagonistas de esquetes de humor. Também teve êxito como ator e redator de Planeta dos Homens (1977) e criou seu próprio programa humorístico, Viva o Gordo (1981). Na atração, Jô criou personagens que ficaram eternizados na cultura popular brasileira, como Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil daquela época), Capitão Gay (um super-herói homossexual, muito estereotipado) e Zé da Galera (que tinha o bordão ‘bota ponta, Telê!’). Em 1987, Jô Soares foi para o SBT para estrear seu próprio programa de entrevistas, Jô Soares Onze e Meia. A atração foi ao ar entre 1988 e 1989, com mais de seis mil entrevistas com personalidades brasileiras e internacionais. “No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo… Na época ficou um ódio, claro. Porque falei não [à proposta de renovação com a TV Globo]”, confessou Jô ao Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmou ele. Em 2000, Jô voltou à Globo, dessa vez também como entrevistador, no Programa do Jô. “Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo”, explicou. A atração fez grande sucesso com entrevistas com famosos e anônimos e alçou Jô Soares ao posto de principal apresentador de talk show do país. O Programa do Jô foi encerrado em 2016, por decisão do próprio apresentador. Em 28 anos como apresentador, ele fez 14.138 entrevistas. Além da TV, Jô Soares se destacou também no teatro, na imprensa e na literatura. Escreveu crônicas e artigos para os jornais O Globo, Folha de S.Paulo, e para as revistas Manchete e Veja. Por Notícias da TV UOL