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Novo Atacarejo abre cinco lojas em Pernambuco e já oferece 250 vagas de emprego em 30 dias
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Auxílio emergencial retroativo vai pagar valores de até R$ 3 mil. Veja como receber
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Policiais Militares apreendem moto furtadas/roubadas em Sertânia e Ibimirim, no Sertão de PE
Policial
Miguel presta solidariedade a prefeito de Orocó e critica autoritarismo do PT

O pré-candidato a governador, Miguel Coelho, repudia a atitude arbitrária do Partido dos Trabalhadores de expulsar o prefeito de Orocó, George Gueber. A medida extrema foi adotada após declaração de apoio de Gueber à pré-candidatura de Miguel ao governo do estado pelo União Brasil, o que causou indignação. “Quero manifestar minha solidariedade ao prefeito George Gueber, grande liderança do Sertão. Não podemos aceitar que o argumento da fidelidade partidária seja usado para perseguir e punir posicionamentos políticos. A sua expulsão reflete uma política partidária retrógrada, que não encontra respaldo no debate plural e democrático que deve pautar a disputa eleitoral. Nossa pré-candidatura tem recebido o apoio de lideranças de diferentes matizes políticos, porque acreditamos que os interesses do povo de Pernambuco devem prevalecer sobre as divergências políticas e partidárias.” Assessoria de Comunicação do Pré-candidato Miguel Coelho
Polícia prende pai suspeito de estuprar filha
Infelizmente quase diariamente casos de abusos sexuais envolvendo parentes ou pessoas próximas das vítimas são registrados em Pernambuco. Nesta sexta-feira (22) um pai foi preso suspeito de estuprar a própria filha. O caso aconteceu na zona rural de Águas Belas, agreste de Pernambuco. A própria filha denunciou o genitor, alegando que ele teria acariciado seus seios e pescoço, chegando tentar força-la fazer sexo oral. A vítima reagiu e conseguiu fugir do estuprador. Com a ajuda de vizinhos, a menina foi mantida em segurança. A polícia foi acionada e conseguiu prender o acusado, que foi levado para Delegacia de Polícia Civil. Via Pernambuco Notícias
Raquel conversa com famílias que vivem em palafitas e diz que é preciso combater ciclos de pobreza em PE
“Não podemos admitir que em pleno século XXI vejamos realidades que repetem ciclos de pobreza. Não podemos normalizar essa situação. É preciso fazer que histórias como as que vi aqui sejam páginas viradas na história de Pernambuco” afirmou a pré-candidata ao governo do Estado, Raquel Lyra, neste sábado, 23. As declarações da tucana foram dadas após visita que fez na comunidade do Bode e às famílias que vivem em palafitas, no bairro do Pina. “Aqui eu venho mais para ouvir do que para falar. É inadmissível que a gente tenha tanta miséria no Recife. Esse é o Pernambuco real, não o da propaganda do PSB. Precisamos de políticas sociais voltadas para as pessoas“, destacou a postulante. A deputada estadual Priscila Krause e o vereador Alcides Cardoso também acompanharam a agenda no Recife. Um Levantamento divulgado pelo Boletim Desigualdade das Metrópoles aponta que a renda média da população que vive no Grande Recife é a terceira pior entre as metrópoles brasileiras. “A pesquisa escancara o que vemos nas ruas das nossas cidades, a fragilidade das políticas públicas estaduais, tanto na geração de oportunidades pela via da economia quanto da rede de proteção social”, complementou a presidente do PSDB Pernambuco. A pré-candidata conversou com alguns moradores que falaram sobre as dificuldades e a realidade da comunidade. “Eu acho bom que ela saia da sua casa para ver a realidade de como a gente sobrevive aqui”, disse a marisqueira Andréa Lourenço, que mora na comunidade com seis filhos e duas netas. “Hoje aqui tem um problema que não é apenas local, é um problema de todos. Isso não pode ser destino e a gente só muda esse destino com decisão política”, frisou Priscila Krause. Já o vereador Alcides Cardoso destacou que “Raquel Lyra tem realmente uma política voltada para as pessoas porque eu conheço o que ela fez por Caruaru. Raquel conheceu hoje a comunidade do Bode e viu de perto as dificuldades dos moradores, que é fruto da má gestão dos governos do PSB”. O prefeito de Caruaru Rodrigo Pinheiro e o ex-deputado Eduíno Brito também acompanharam a programação na comunidade do Bode. Via Pernambuco Notícias
Há quase seis anos sem agência bancária, moradores de Orocó pedem apoio a Guilherme Coelho

Desde 2016, quando a agência do Banco do Brasil foi explodida durante um assalto, os moradores de Orocó-PE precisam se deslocar para municípios vizinhos para fazerem operações bancárias. Sem uma agência a economia local vem sendo penalizada. Com o objetivo encontrar uma saída para frear os prejuízos, comerciantes pediram apoio ao pré-candidato a deputado federal Guilherme Coelho. Guilherme Coelho e a pré-candidata a deputada estadual Lucinha Mota estiveram reunidos com empresários locais na tarde desta sexta-feira (22). Os empreendedores contaram que houve um desaquecimento nas vendas em todos os segmentos. “O nosso comércio está acabando. Como as pessoas não têm onde sacar seus salários, elas acabam se deslocando para Santa Maria ou Cabrobó e já compram por lá mesmo“, contou o gerente de uma loja de móveis Franklin Freire Lira. “É lastimável o que está acontecendo em Orocó. A economia local está encolhendo e as pessoas estão perdendo emprego e renda. Ouvi queixas dos comerciantes e também dos moradores da Ilha de São Félix e do Projeto Brígida, que gostariam de poder fazer suas compras no próprio município“, comentou Guilherme Coelho. Lucinha Mota também ficou sensibilizada com os relatos. “As pessoas não têm o direito de fazer suas movimentações bancárias na sua própria cidade e muito menos de trazer o seu dinheiro, por conta da insegurança nas estradas. Lojas estão fechando e famílias estão perdendo suas fontes de renda”, lamentou. Uma luz no fim do túnel – Durante a reunião, Guilherme Coelho entrou em contato com o presidente do Banco do Nordeste, José Gomes, que ouviu os apelos dos orocoenses. O presidente se comprometeu a desenvolver um estudo de viabilidade para a implantação de uma agência do banco na cidade. Assessoria de Comunicação
Maioria não quer Lula nem Bolsonaro no Planalto, diz pesquisa

Os elementos presentes na sociedade brasileira em 2022 fazem com que o País entre na campanha eleitoral mais dividido, menos confiante no processo que escolherá o novo presidente Maurício Moura, fundador e presidente do Idea Big Data e pesquisador da George Washington University. E mais propício a viver episódios de violência. A tese é de Maurício Moura, presidente do instituto Idea Big Data e pesquisador da Universidade George Washington. “Não é uma eleição normal. Se encararmos como uma eleição normal vamos ter problemas”. Em pesquisa do início de abril do Idea Big Data, 57% dos entrevistados disseram que Jair Bolsonaro não merece ser reeleito e 52% responderam que Luiz Inácio Lula da Silva não merece voltar à Presidência. “Há uma polarização, uma descrença no processo, um sentimento raivoso evidente”, disse o pesquisador. Maurício falou também sobre variáveis que tornam a eleição presidencial deste ano mais acirrada e polarizada do que as anteriores. “Esta não será uma eleição padrão. Existe uma polarização entre duas forças muito fortes na opinião pública. A primeira é o antipetismo, que ocupa as eleições presidenciais desde 1989. Na reta final do primeiro turno, algum candidato acaba sendo o depositário desse antipetismo. Dependendo da maneira que você pergunta e da pesquisa que acessa, estamos falando de 40% a 45% do eleitorado com rejeição ao PT. E existe a força antibolsonarista, que é principalmente antigoverno”, destacou o pesquisador. “Hoje, o Brasil tem um governo com grau de reprovação maior do que aprovação. É um evento raro na reeleição. Essas duas forças, a anti-PT e a antigoverno, tornam a eleição amplamente polarizada e bastante apertada. Há outro indicador fora do padrão: somados os que falam espontaneamente o nome de um candidato nas pesquisas, temos 60% do eleitorado. Em agosto, isso poderá representar mais de 75% do eleitorado. Significa ter 75% dos eleitores que entram na campanha com um nome já na cabeça. Em abril de 2018, tínhamos 35% do eleitorado com resposta para a pesquisa espontânea de intenção de voto. Desta vez, vamos para a campanha com pouco espaço de convencimento”, completou. O pesquisador lembrou ainda do tensionamento entre os Poderes, como no caso do Executivo e do Judiciário na condenação de Daniel Silveira, e como isso afeta o cenário eleitoral. “Obviamente, esse episódio afeta negativamente o cenário eleitoral. Fazendo o paralelo com os EUA, um dos grandes problemas durante a apuração da eleição e no pós-eleição foi o embate entre o representante do Executivo, Donald Trump, as autoridades eleitorais locais e a pressão que juízes no país sofreram em processos sobre fraude eleitoral. Esse embate entre os Poderes só tenciona mais um processo que já está bastante tenso” disse. De acordo com Maurício, as pesquisas mostram sobre a desconfiança do processo eleitoral. “Somando quem não confia na urna (31%) e quem confia pouco (36%), temos mais da metade dos brasileiros (67%). Isso é algo inédito nas eleições presidenciais brasileiras. Quem não acredita na urna não acredita que o processo é legítimo e, portanto, não vê legitimidade em quem reporta o resultado e, consequentemente, no vencedor. Isso tira a legitimidade de toda a cadeia. Nós não tivemos nenhum evento traumático nos últimos quatro anos que justificasse esse aumento no número de pessoas que desconfiam da urna”, disse. Ainda segundo o pesquisador, há risco de haver, no Brasil, episódios como o ataque ao Capitólio, tendo em vista que a polarização e a descrença que vem sendo depositada no processo eleitoral. “Vemos 15% do eleitorado que está disposto a ir a manifestações se não concordar com o resultado das eleições. É um número significativo. Vemos nas pesquisas e nas análises um sentimento bastante raivoso, semelhante ao que vimos nos EUA. Há um sentimento bélico que não observamos em 2018. Todos os indícios estão diante de nós. Há uma polarização, uma descrença no processo, um sentimento raivoso evidente. O Brasil não convive com a violência eleitoral como outros países, mas vejo probabilidade alta de ter eventos de violência neste ano. Não é uma eleição normal. Se encararmos como uma eleição normal vamos ter problemas”, completou. Com informações do Estadão Conteúdo.
Estelionatário do amor que aplicou golpes em mulheres de Paulo Afonso é preso; vídeo
Nesta sexta-feira, 22, uma equipe de policiais civis do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) deu cumprimento a dois mandados de prisão contra Carlos Alberto Cardoso de Melo, pelo crime de estelionato, tendo como vítimas mulheres. A detenção do “estelionatário do amor” ocorreu no bairro Ponto Novo, na capital aracajuana. Segundo as investigações, Carlos Alberto costumava enganar mulheres, se apresentando como italiano e sempre buscando informações sobre a vida financeira das vítimas, com o objetivo de obter vantagens pecuniárias. Os crimes que motivaram a detenção de hoje ocorreram nos anos de 2011 e 2012, nas respectivas cidades paraibana e baiana de João Pessoa e Paulo Afonso, de onde partem as representações dos mandados de prisão. Carlos já foi condenado pelo Poder Judiciário da Paraíba. Outras informações apontam que, em 2015, o acusado já havia sido preso pelo mesmo crime em Sergipe, onde enganou três vítimas. À época, Carlos ainda se identificava como italiano, utilizando o nome “José Alberto Poletti”. Ainda de acordo com apurações, uma das vítimas, ao perceber a tática utilizada pelo estelionatário, alegou possuir problemas financeiros, o que fez com que Carlos desaparecesse. No entanto, outra mulher, da cidade de Nossa Senhora do Socorro, chegou a vender a própria residência e perder o dinheiro do imóvel para Carlos Alberto, que sumiu logo depois. O acusado se encontra à disposição da Justiça. As investigações ainda continuarão, de modo a mensurar a dimensão dos prejuízos causados e se existem mais vítimas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Portal ChicoSabeTudo (@portalchicosabetudo) Via Chico Sabe Tudo